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COLUNA VERTICAL


Terça-feira, 08.09.09

LAN PARTY (4 de Setembro)

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Quarta-feira, 19.08.09

FESTA JUVENIL EM CARVALHAL

 

 
No passado dia 10 de Agosto, Santana Maia, Belém Coelho, Pedro Botto e Manuela Ruivo deslocaram-se a Carvalhal, onde puderam estar numa festa promovida pela Associação "Os Lobos de Carvalhal".
 
Esta festa foi animada pelo conjunto musical PRL (formado por jovens do Carvalhal e orientado por Rafael Chambel, candidato à junta de Freguesia de Carvalhal).
 
Aproveita-se para informar que este grupo, além de outros, será um dos grupos que irão actuar na grande Festa Jovem PSD, a realizar no dia 12 de Setembro.

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Quarta-feira, 01.07.09

VISITA À CISTUS

 

No passado dia 23 de Maio, o candidato à Câmara Municipal, Santana Maia, acompanhado por Gonçalo Oliveira, Elsa Cardoso, Ana Dias e Cláudio Machado, visitou as instalações da associação juvenil CISTUS – Associação Juvenil de Apoio ao Desenvolvimento Local, onde foi recebido pelo seu Presidente, Adriano Andrade.
 
Esta visita, inserida num conjunto de visitas que já levou o candidato do PSD à Câmara Municipal à quase totalidade das associações e instituições do concelho, decorreu num ambiente informal, onde, além do plano de actividades da CISTUS, se debateram questões ligadas ao associativismo juvenil, nomeadamente, o papel do município enquanto grande impulsionador das actividades levadas a cabo pelos jovens, como forma de ocupação dos seus tempos livres com qualidade, e do papel do associativismo juvenil na formação dos jovens.
 
Foi feito um balanço, bastante positivo, das actividades desta associação, que conjuga quase na perfeição a pouca disponibilidade dos seus associados, pelo facto de poucos residirem durante a semana no concelho, com o volume de actividades que a CISTUS leva a cabo regularmente e a qualidade destas.
 
A recente visita do Senhor Presidente da República à CISTUS não é mais do que o reconhecer do trabalho desta associação e dos seus membros. De realçar, a procura constante que os seus dirigentes fazem para que algumas das actividades levadas a cabo interajam com toda a população, não se restringindo só aos jovens. Trata-se de mais uma prova da maturidade desta associação, sem dúvida, uma das mais dinâmicas de todo o distrito.
 
O papel que estes jovens tão brilhantemente desempenham na sociedade deve ser um motivo de orgulho e de exemplo para todos.
 

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Segunda-feira, 29.06.09

TAGUS OU CÂMARA MUNICIPAL?

por Gonçalo Oliveira

 

«Conferir um contributo para a fixação da população e para a preservação da identidade do território, desenvolvendo de modo integrador as relações entre economia, património e qualidade de vida as populações.» (inO Mirante”)
 
No que diz respeito a fixar a população, é hoje unânime que este é o maior problema que aflige o concelho, no que diz respeito ao seu futuro, e ao papel que desempenhará no contexto regional (concelho de periferia/dormitório ou, ao invés, centralidade regional/pólo aglutinador).
 
Há anos que o PSD defende várias medidas que concretizam este objectivo, que passam pela criação de clusters regionais, com especial incidência na nossa história, assente na grande vantagem de ter uma localização privilegiada. Abrantes é considerado um concelho “porta de entrada” no que diz respeito aos fluxos comerciais e turísticos vindos de Espanha, via A23, e do Sul, via Alentejo, conforme o expresso no PROT-OVT (Plano Regional de Ordenamento do Território do Oeste e Vale do Tejo).
 
Partindo deste ponto, arrancamos para todo um conjunto de incitativas que visam dar a conhecer a marca “Abrantes”, um pouco por todo o país, e chagaremos a uma situação com várias vertentes, todas elas a culminar na fixação de jovens, com qualificações de todos os níveis, e na atracção de pessoas vindas de outros concelhos.
 
A frase acima transcrita não é nem o prefácio do Programa de candidatura do PSD, em 2001, 2005 ou 2009, nem um excerto do discurso do candidato à Câmara Municipal do PSD. Pelo contrário, tudo isto foi assumido pelo coordenador da Tagus, Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior.
 
Este foi um dos grandes falhanços dos últimos executivos do Partido Socialista e, ao proferir tal frase, o coordenador desta associação, demarcou-se dos últimos anos de governação em Abrantes e, de forma peremptória, passou um atestado de incompetência aos membros do actual executivo.
 
Estas declarações também serviram para me dissipar uma dúvida, isto é, o coordenador da Tagus pretende levar a cabo estes tão nobres objectivos, essenciais ao desenvolvimento de Abrantes, na Tagus, e não na Câmara Municipal.
 
P.S. (1): Um município operante e competente não precisa de associações para desenvolver a sua missão. Precisa, sim, de ouvir as pessoas e, de vez em quando, descer à realidade.
 
P.S. (2): Lembro-me de ouvir que o “Ofélia” seria um projecto que empregaria dezenas de pessoas, mas não me lembro de ouvir algum vereador a fazer um ponto de situação sobre o atraso deste projecto. Onde é que eu já vi isto: anunciar antes de terem a certeza sobre a viabilidade do projecto?… Deve ser coincidência.

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Segunda-feira, 15.06.09

QUANTO AOS JOVENS

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 2ª parte)

  
Os elevados índices de desemprego no concelho preocupam-nos muito. Esta situação só vem comprovar a falência de toda uma política de investimentos sem retorno e sem uma linha de rumo coerente e inteligente.
 
Não aceito que os nossos jovens sejam obrigados a comprar casa no Entroncamento e em Torres Novas, só porque, injustificadamente, a Câmara Municipal, há quase dez anos, que anda a brincar à alteração do PDM, permitindo que aquele que deveria ser um instrumento de coesão e dinâmica territorial, seja, antes, uma factor de exclusão primário, criando nas pessoas, que são impedidas de construir no terreno herdado pelos seus pais a casa que sempre sonharam, um sentimento legítimo de revolta. É urgente promover a alteração deste PDM do século passado que ainda vigora e “empurra” literalmente os nossos jovens para fora da sua terra e do nosso concelho.
 
Assumimos também a responsabilidade de dotar as freguesias de equipamentos ludico-culturais, que permitam criar centralidades e qualidade vida a quem ali vive. Este é, aliás, um objectivo estratégico de todo o concelho.
 
Vamos aprofundar cada vez mais a parceria existente com a ESTA, permitindo que novos cursos aqui se instalem, aumentando a oferta do nosso ensino superior.
 
Na mesma linha, também iremos estabelecer parcerias com a Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes, sita em Mouriscas, e as Escolas Secundárias do concelho para fomentar a criação de cursos profissionais com saída de mercado adaptada às necessidades do nosso concelho. (cont.)

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Sábado, 13.06.09

SPORT ABRANTES E BENFICA

 

No dia 4 de Junho, Santana Maia e António Belém Coelho, candidatos do PSD à Câmara de Abrantes, visitou o Estádio Municipal de Abrantes para acompanhar ao trabalho das camadas jovens do Sport Abrantes e Benfica.
 
O Sport Abrantes e Benfica é a filial nº2 do Sport Lisbo e Benfica, tendo sido fundado em 10 de Junho de 1916 por: Francisco Neves, Manuel Luís Ribeiro, João Alves Matias e Raul Campos Petronilho. Trata-se de um clube de formação, não tendo equipas seniores, e tem 425 sócios. Actualmente tem em formação os seguintes escalões: escolinhas, escolas, infantis, iniciados, juvenis e juniores.
 
Trata-se de uma colectividade, constituída por pessoas com elevado espírito cívico, que se tem revelado essencial na ocupação dos tempos livres da juventude e na sua formação ética e desportiva, sendo também uma das grandes referências desportivas da cidade de Abrantes.

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Quinta-feira, 14.05.09

PARABÉNS, PEGO!

Santana Maia - in Nova Aliança

 

 No passado domingo, assisti ao jogo decisivo de subida à Divisão de Honra entre a Casa do Povo do Pego e Assentiz que a equipa da casa venceu por um categórico 3-0. Parabéns, pois, ao Pego, aos seus dirigentes, sócios, adeptos e jogadores por mais esta brilhante vitória da sua equipa de futebol que lhe garante a subida à Divisão de Honra.

 
No entanto, ao entrar naquele recinto desportivo, acabei também por recordar a minha vida de dirigente associativo. E se há coisas que tenho dificuldade em perceber é a total indiferença dos nossos autarcas pela qualidade dos equipamentos desportivos destinados à prática do futebol amador.  
 
Na verdade, se o futebol é, sem qualquer sombra de dúvida, o desporto com mais praticantes e adeptos, como é possível, em pleno século XXI, freguesias como o Pego, Alferrarede, Tramagal, Rio de Moinhos, Mouriscas, Rossio… não terem, pelo menos, um campo de futebol em condições. Ou seja, um campo de relva sintética e balneários condignos?
 
E não me venham falar em falta de dinheiro. Porque se houve dinheiro para mandar fazer aquela estátua ao desperdício à beira Tejo, se houve dinheiro para fazer um campo de basebol e se há dinheiro para atirar pela janela em tanta propaganda, também tem de haver dinheiro para o essencial. E as instalações desportivas destinadas à prática de futebol amador são obra de primeira necessidade. Com efeito, não se combate a droga e a delinquência juvenil só com fóruns para a juventude, palestras e conversa fiada, nem a impingir desportos que a maioria não aprecia, nem pratica.

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Quarta-feira, 01.04.09

A VERDADE DA AGENDA 21 LOCAL

por Gonçalo Oliveira

 
Recentemente a Câmara Municipal realizou o 2º Fórum da Agenda 21 Local de Abrantes, sob o temática da “Educação, Formação e Qualificação das pessoas para a sociedade do conhecimentos e vida activa”. Segundo a Câmara Municipal, estas iniciativas servem para, com a participação dos cidadãos, se identificar os problemas do concelho, e qual a melhor forma de os combater.
 
Na minha modesta opinião, estas incitativas servem apenas para escamotear a total incompetência de 16 anos de governação socialista no nosso concelho e o falhanço completo de todas as políticas de desenvolvimento levadas a cabo neste período. Este denominado “Fórum” chegou à seguinte conclusão: entre outros temas, um dos que mais penaliza o concelho diz respeito à inexistência de uma estratégia concertada para ajudar a fixar os jovens licenciados no concelho.
 
Leram bem? Trata-se de uma evidência que o PSD tem insistentemente relembrado e os nossos jovens sentido na pele. Finalmente, as pessoas começam a retirar a cabeça da areia. Esta é, na verdade, um dos maiores problemas estruturais que impede o desenvolvimento do concelho nos moldes idealizados pelos últimos executivos.
 
Defendemos, por exemplo, diversas vezes, a criação de clusters que aproveitassem a história e a envolvência natural de Abrantes e que serviriam tanto para projectar o nome de Abrantes para lá dos limites do concelho e do distrito como para fortalecer o tecido empresarial do concelho, sem o qual o emprego qualificado é uma miragem. Tudo é, no entanto, possível, desde que quem nos governa tenha visão e espírito de missão. Duas qualidades que, felizmente, o Dr. Santana Maia tem.

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Segunda-feira, 30.03.09

OS RATINHOS DA ÍNDIA

Santana Maia - in Semanário de 27/3/09

 

Uma política educativa assente em teorias pedagógicas mal testadas e decorrentes de uma crença totalmente infundada no mito do «bom selvagem» de Rousseau permitiu que a escola fosse tomada de assalto por bandos de rufias que, por ausência de autoridade, acabaram por tomar o poder de facto, na medida em que são os únicos que podem usar a força para impor as suas leis. 
 
Com efeito, só eles têm autoridade para bater, esmurrar, esfaquear ou pontapear quem quer que seja: professor, funcionário ou aluno. E se algum aluno, na sua ingenuidade, tentar encontrar protecção num professor ou num funcionário rapidamente aprende quão frágil e ilusório é o poder destes.
 
A maioria dos pais hodiernos pertence a uma geração fruto de uma época (anos 60-70) em que se idolatrava o aluno insolente, baldas e marginal e se desprezava o aluno aplicado, trabalhador, cumpridor e educado. Não é, por isso, de estranhar que a participação dos pais nas nossas escolas tenha dado um contributo decisivo não só para o decréscimo da qualidade do ensino como também para o aumento da indisciplina e da violência nas nossas escolas. A maioria dos pais, sejamos honestos, só vai à escola por duas razões: ou para pressionar os professores a dar notas mais altas ao seu filho ou para pedir satisfações ao professor ou funcionário que ousou levantar a voz contra o seu filhinho.
 
Mas há uma coisa que as pessoas têm de perceber: a escola não pode ser nem uma casa de correcção, nem uma prisão. E para se pertencer à comunidade escolar (ou a qualquer outra), uma pessoa tem de aceitar e de se sujeitar às regras de funcionamento da própria comunidade, sob pena de esta se desmembrar. Os alunos normais (entendendo, obviamente, por normal, comportamentos próprios da irreverência da idade) não podem ser vítimas, nem os ratinhos da Índia, de experiências pedagógicas de resultado duvidoso ou de programas de ressocialização de delinquentes. Acresce que é fundamental que a escola proteja os alunos que aceitam as regras da comunidade, porque, só assim, eles aprenderão a confiar nas instituições.
 
Quanto aos restantes, os pais que os aturem ou o Estado que arranje escolas especiais para os domar. A não ser que queiramos educar os nossos alunos para uma vida numa sociedade dominada e controlada por traficantes de droga, máfias e “gangs”. Se assim for, o modelo defendido por Albino Almeida e que, infelizmente, já está implantado em muitas das nossas escolas é o ideal, na medida em que reproduz com fidelidade esse modelo de sociedade.

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Sexta-feira, 13.03.09

OS RADICAIS

por Manuel Catarino 

 
“Grande maluco”, “janado”, “má companhia”, são os epítetos menos desagradáveis com que se apelidam jovens com padrões de vida diferentes. Claro que os locais por eles frequentados ou de reunião são pontos de partida para a perdição, a meta corolário destas vivências. Parece que nos esquecemos da geração de sessenta e os confrontos com os costumes, cultura e poderes instituídos. Parece que nos esquecemos que Abril aconteceu porque um estar diferente foi minando as estruturas sociais de então e o poder político não aceitou a diferença.
 
Alguns viventes dessa geração tornaram-se fazedores de ideias e outros governantes. Encontram-se acomodados na vida, olham com satisfação o próprio sucesso e querem impor o modelo que criaram. Venderam a alma, a criatividade, a solidariedade por mais uma casa de férias e uma conta bancária num paraíso fiscal, já que a irreverência se foi esfumando com a idade. Alguns dos filhos copiaram este modelo mas outros recriam o espírito dos papás enquanto jovens.
 
A geração posterior, os jovens de hoje, são os mesmos que levantaram as barricadas nos anos sessenta e destronaram presidentes. Não se revêem nas políticas porque na educação grassa a instabilidade, no trabalho os maus ordenados, a precariedade e insegurança, na justiça a injustiça, no poder a corrupção, em suma, quando olham em redor não gostam do que vêem e sentem que este não é o seu mundo. Outro tanto se passa com a classe média e os mais pobres, que não vislumbram qualquer esperança para os seus anseios e necessidades.
 
Uns, interiorizando a incapacidade de alterar o sistema caem nas drogas ou depressões; outros, os guerreiros, igualmente conscientes que o sistema político criou uma carapaça de auto protecção que não conseguem destruir, juntam-se em tribos ou associações, com perspectivas musicais ou culturais, interesses ou ideologias comuns. Entre estes grupos destacam-se os criados para a prática de desportos radicais, proporcionando um conjunto de actividades galvanizadoras dos jovens.
 
Em Mouriscas, onde existem mais de duas centenas de jovens (só na EPDRA encontram-se cerca de cento e cinquenta estudantes), a Associação Recreativa os Mouriscos centraliza esta sã rebeldia da juventude e canaliza-a para a prática de actividades radicais. E porque estes jovens sabem do que falo, cito de Sibelius: «Não devemos dar demasiada atenção ao que os críticos dizem. Nunca foi erguida uma estátua em honra de um crítico». Parabéns. 

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