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COLUNA VERTICAL


Sexta-feira, 06.05.11

ARTUR LALANDA ESCREVE A MANUELA RUIVO

Ex.ma Senhora

Presidente da Comissão Política Concelhia do PSD

Abrantes                                                             

 

A primeira vez que, no dizer de V.Exª., tive a coragem de lhe dirigir a palavra, fui surpreendido com a seu agradecimento por esse facto, acompanhado pela sua disponibilidade para me responder pessoalmente.

 

Recusei porque entendia que uma personalidade com a estatura de V.Exª.- Presidente da Concelhia, Deputada Municipal, Deputada Intermunicipal e Membro da Distrital do PSD – não deveria descer ao ponto de receber um vulgar eleitor, para lhe prestar esclarecimentos, que aliás não lhe pedira.

 

V.Exª. voltou a surpreender-me, reiterando o seu gosto e determinação em responder-me pessoalmente, até para me dar a oportunidade de a conhecer e poder tirar as minhas reais e fidedignas conclusões. Teve até a atenção de me facultar o discurso que proferiu na última comemoração do 25 de Abril, de cuja utilidade falarei mais adiante.

 

Até essa altura, de V.Exª. apenas sabia o nome – Manuela Ruivo -.

 

Por delicadeza, aceitei o seu convite e, enquanto aguardei com alguma ansiedade, a desejada conversa, tive ensejo de trocar impressões com duas pessoas das melhores relações de V.Exª. Nem calcula como me sentia importante, perante a deferência de uma Senhora tão prendada.

 

Pois bem. A legitimidade que não tinha quando dirigi a V.Exª. a primeira carta, pelo que me penitenciei, sobra-me agora, para voltar ao seu contacto. Acabei por conhecê-la melhor, sem a ter conhecido pessoalmente. Já desisti de esperar pela prometida conversa, mas não vou desperdiçar a oportunidade de dizer a V.Exª. o que penso sobre assunto, naturalmente com o devido respeito.

 

Antes, gostava de perceber porque desistiu. Quer parecer-me que V.Exª. terá sido aconselhada por alguma amiga que conhece a meiguice com que costumo tratar comportamentos criticáveis ou então por algum companheiro que continua a conduzi-la politicamente, alimentando-lhe a esperança de voos mais altos. A ambição não será defeito. Tudo depende dos meios que são utilizados para alcançar os fins.

 

Mas voltemos ao discurso. Foi bonito e próprio de um evento que o Povo já não festeja e a que já só acorrem os pensionistas do orçamento público. V.Exª. falou muito bem em “ânsia de protagonismo político”, em “dignidade na forma de estar na política”, em “nobreza de carácter”, em “busca da verdade”, em “ética”, em “valores” e em “valorização do mérito e do trabalho”. Confesso que fiquei na dúvida se foi V.Exª. quem escreveu aquelas palavras! Se foi, quero recomendar-lhe que leia, até fixar, um ditado popular que, em criança, ouvi com frequência da boca do meu Pai: “Pelo céu vai uma nuvem! Todos dizem: bem a vi! Todos falam e murmuram, mas ninguém olha para si”.

 

V.Exª. ao afirmar que “tem vergonha na cara”, que “quer fazer a diferença” e que “o seu único objectivo é elevar o nome do PSD em Abrantes”, está, na realidade, apenas a prolongar a agonia do partido porque nem os repetidos enxovalhos de que foi alvo, vomitados pelo execrável mandatário do seu parente, conseguiram que tivesse vergonha na cara, que se distinguisse de pessoas sem escrúpulos e sem valores e o que consegue, afinal, é evidenciar a sua desmedida ânsia de poder, não rejeitando nenhum meio para alcançar os seus fins.

 

Fica-me a sensação de que V.Exª. escolheu o cavalo errado, ao apoiar-se na estrutura partidária para atingir os seus objectivos. O apoio válido e duradoiro é o que vem dos eleitores e esse conquista-se com trabalho e sacrifícios, que o Povo não lhe reconhece.

 

Termino já. Creia que,sinceramente,lhe desejo as maiores venturas na sua vida privada, mas não posso deixar de recomendar a V.Exª. que se demita da Concelhia do PSD de Abrantes se, efectivamente, tem, como ÚNICO objectivo, elevar o nome do partido.

 

Atenciosamente 

Artur Lalanda

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Sábado, 19.06.10

PASSOS COELHO E MANUELA RUIVO EM SANTARÉM

 
O presidente do PSD, visitou a 47ª Feira Nacional da Agricultura / 57ª Feira do Ribatejo, tendo feito parte da sua comitiva a presidente da comissão política do PSD de Abrantes - Manuela Ruivo.
 
Para Pedro Passos Coelho, o sector agrícola é importante para tirar o país da crise, pois é aquele que há mais anos tem sido descurado e pode por isso, ter uma importância redobrada não só na manutenção e no combate à desertificação do território nacional, mas também,  como mais valia na capacidade produtiva nacional.
 
A actividade agrícola é uma actividade de valor acrescentado para o país, diminuindo a dependência externa, contribuindo assim, para a redução do défice nacional.

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Quinta-feira, 03.06.10

OS VALORES

Manuela Ruivo - in Primeira Linha 

 

A presença de Sua Santidade Bento XVI, neste momento, particularmente difícil para Portugal, foi, sem dúvida, uma lufada de ar fresco não só para os católicos como para todos aqueles que gostam de reflectir sobre a vida e sobre os homens. A sua visita a Portugal terá sido uma alavanca para o seu pontificado, saindo revigorado para a sua grande missão de revitalizar o cristianismo.

 

A sua mensagem foi transversal, ultrapassando a religião, colocando a tónica na identidade da Europa e no seu relacionamento com o resto do mundo. A sua crítica às sociedades ocidentais dominadas pelos valores materiais e consumistas e onde impera o relativismo moral, foi um alerta. Alerta esse, que se reflecte nos grandes debates políticos: a defesa da instituição do casamento, da vida, da identidade das civilizações…

 

O apelo de Sua Santidade a princípios e valores como a fraternidade, a solidariedade, o respeito recíproco, a defesa da vida e da família tradicional, a defesa de valores e princípios essenciais da igreja, não andando ao sabor das modas e de pseudo-modernidades, transporta-nos para um nível de introspecção e de reencontro em que nos leva a tomar consciência de que a política e a religião não estão dissociadas, têm em comum a construção de cidades mais justas e mais tolerantes.

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Domingo, 30.05.10

CONCESSÃO DO RIBATEJO

Manuela Ruivo - in Primeira Linha

 

Na Assembleia Municipal de 26 de Fevereiro de 2010, o Grupo Municipal do PSD, criticou a forma como o PS e o actual executivo utilizaram esta concessão como uma das principais bandeiras políticas durante a última campanha eleitoral (O PS prometeu, com pompa e circunstância, o Primeiro-ministro deslocou-se ao Tramagal, deitaram-se foguetes…), para agora ser abandonada sem qualquer explicação à população.

 

Com efeito, foi com grande apreensão que recebemos a notícia da suspensão deste itinerário no que respeita ao troço Abrantes – Ponte de Sôr e que inclui a travessia do Tejo na zona de Tramagal, que tem vindo a ser reivindicada por populações e instituições há largos anos. Esta via, a concretizar-se, seria uma mais-valia para o território regional, para além de valorizar os investimentos já existentes ou em curso. Acresce que seria, também e sobretudo, mais um factor positivo para a decisão de implementar novos investimentos no concelho e na região.

 

Nesta Assembleia Municipal, todas as forças políticas mostraram a sua insatisfação em relação à suspensão desta obra pública essencial para o desenvolvimento da região. Em face desta contestação o presidente da Assembleia Municipal de Abrantes e ministro dos Assuntos Parlamentares Jorge Lacão, comprometeu-se a fazer chegar a voz desta Assembleia ao ministro das obras públicas, bem como o agendamento de uma reunião.

 

Fomos recebidos no passado dia 17 de Maio, pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Telecomunicações António Mendonça. No final não resultou qualquer compromisso, a não ser a promessa de visitar Abrantes para tomar consciência das características essenciais desta obra pública. Todos estamos conscientes que o país tem de ajustar a suas contas públicas, através de medidas de contenção e corte na despesa do Estado, inclusive no investimento. Mas que se comece a cortar no que é supérfluo e faraónico, e não em obras que se revestem de sobeja importância estratégica, e que são essenciais no posicionamento competitivo destas regiões. Este é o caso flagrante do IC9.

 

Lamentamos ainda que, no processo de “suspensão” da concessão do Ribatejo (vital para o desenvolvimento económico, social e ambiental da nossa região), o executivo municipal do PS tenha tentado passar sobre o assunto, como diz o ditado popular, como cão por vinha vindimada. Entendemos a posição do PS em Abrantes, trata-se de uma das suas promessas eleitorais mais emblemáticas que ainda não passou do papel, por exclusiva responsabilidade de um Governo também do PS. Entendemos o melindre da situação, mas nada justificava tal posição. Valeu a intervenção do PSD na Assembleia Municipal, tendo sido acompanhado pelos outros grupos municipais, sublinhando as consequências nefastas da decisão do Governo.

 

No fim fica a falta de palavra dos governantes nacionais e locais, e a incompetência no elencar de prioridades.

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Sábado, 08.05.10

A ESCOLA DE ALVEGA

Manuela Ruivo - in Primeira Linha 

 

É inacreditável a passividade do executivo camarário em relação ao eventual encerramento da Escola Básica dr. Fernando Loureiro. Sendo certo que a carta educativa contemplava o encerramento para o próximo ano lectivo de 2010/2011, também é certo que a carta educativa não é um elemento conclusivo, devendo ser alvo de monitorização, reflectindo as realidades específicas de cada escola e a conjuntura de cada momento.

 

Quer o Conselho Geral da EB D. Miguel de Almeida – Abrantes, quer a direcção da EB dr. Fernando Loureiro – Alvega, se mostraram contra esta fusão. Por que motivo, a Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo e o executivo camarário, não se interessaram pelos motivos apresentados, pelas duas escolas (quer pela EB D. Miguel de Almeida quer pela EB dr. Fernando Loureiro)?

 

A conjuntura com que hoje nos deparamos é totalmente diferente. A criação na Freguesia de Concavada de 1800 postos de trabalho irá alterar com toda a certeza o número de alunos deste agrupamento (anunciados com pompa e circunstância pelo executivo anterior, integrado também pela actual Presidente). Ou será tudo isto mais um embuste, a exemplo de outros?

 

Mais uma vez, o nosso concelho irá perder alunos, pois pelo exemplo da escola das Mouriscas, em que praticamente todos os alunos foram para concelhos limítrofes, a realidade da EB dr. Fernando Loureiro é similar. O concelho do Gavião a escassos quilómetros de distância está satisfeitíssimo à espera dos novos alunos. Quem perde novamente? O concelho de Abrantes.

 

A EB D. Miguel de Almeida, para além de não ir receber alunos, irá arcar com mais professores e mais funcionários. Será que alguém se deu conta que a EB D. Miguel de Almeida está em obras de requalificação? Será que alguém se deu conta que dois executivos iniciaram o seu mandato e dos problemas de gestão que se irão colocar ao Agrupamento? Será que alguém conhece a realidade das Freguesias de Alvega e Concavada?

 

O frágil tecido social, bem como o pequeno comércio, muitíssimo dependentes da EB, definharão e a desertificação destas freguesias rurais, infelizmente, será uma realidade. Será que alguém se dignou a analisar o número de alunos que actualmente frequentam as escolas do agrupamento, num total de 210 discentes que frequentam o ensino regular e cinco turmas no total de 39 alunos a frequentar Formação Modulares nocturnas de TIC e Inglês? Bem como, alunos inscritos no Curso de Educação e Formação de adultos de nível básico (EFA), suficientes para abrir uma turma?

 

A resposta é NÃO! Ninguém se interessou. Provavelmente esqueceram-se …. Ou então, tinham outros assuntos mais importantes a resolver.

 

Senão vejamos: os presidentes da Junta de Alvega e Concavada e os respectivos executivos, bem como as Assembleias de Freguesia, são contra o encerramento da EB; o director do executivo do Agrupamento da EB D. Miguel de Almeida é contra a fusão dos Agrupamentos; a directora do executivo do Agrupamento da EB Alvega e Concavada é contra o encerramento; a Associação de Pais do Agrupamento da EB Alvega e Concavada é contra o encerramento; o PS de Abrantes, através da sua porta-voz para a educação, a deputada municipal Idalina Maçãs, é a favor do encerramento; a Presidente da Câmara secunda totalmente a opinião do PS Abrantino.

 

Será que não estamos mais uma vez perante um facto consumado, com a conivência do executivo PS, estando mais uma vez presidentes de Junta PS a ser enganados, ao exemplo do que se verificou com a junta de Freguesia de Alferrarede?

 

Infelizmente, para populações inteiras, o PSD teme que, neste preciso momento, o encerramento da escola seja um facto consumado, de que o executivo do PS já tem conhecimento, caso contrário, como explicar as intervenções do PS e da presidente da câmara na última Assembleia Municipal?

 

Os alunos que agora se deslocarão para o concelho do Gavião, como forma legítima de retaliação para com um executivo que lhes diminuiu consideravelmente o nível de qualidade de vida, começarão a criar raízes afectivas nesse concelho, onde muitos deles acabarão por constituir família, residir e trabalhar. Assim se esvaziam duas freguesias, assim se diminui a qualidade de vida, assim se regride no desenvolvimento e na coesão social de um concelho.

 

Assim se governa mal em Abrantes.

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Domingo, 25.04.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE 25/4/10

DISCURSO DO 25 DE ABRIL DE MANUELA RUIVO  

 

Para comemorar o significado do 25 de Abril enraizado nos ideais da liberdade e democracia, vieram-nos à memória as palavras de um célebre discurso de Martin Luther King “I Have a Dream”, inspirados nessas palavras e adaptando-as ao nosso concelho, o PPD/PSD de Abrantes também quer partilhar convosco um sonho.

 

Digo-vos, hoje, meus amigos, que apesar das dificuldades e contradições do momento, ainda tenho um sonho. É um sonho profundamente enraizado no sonho do nosso 25 de Abril.

 

Tenho um sonho que um dia o concelho de Abrantes, um concelho cheio de assimetrias, tocado muitas vezes pela injustiça e pelas desigualdades, será transformado num lugar mais democrático e mais justo.

 

Tenho um sonho que os nossos filhos viverão um dia num concelho onde os concursos públicos e nomeações, não serão decididas pela cor do cartão partidário, mas sim, pelo mérito e competência de cada um.

 

Tenho um sonho que um dia as freguesias rurais do concelho, despovoadas, com más acessibilidades, onde os idosos são abandonados e esquecidos, possam oferecer aos seus filhos as mesmas condições e oportunidades de que gozam as freguesias urbanas, caminhando juntas, lado a lado, como iguais.

 

Eu tenho um sonho. Esta é a nossa esperança.

 

Esta é a fé com que muitos regressamos todos os fins de semana às nossas freguesias rurais. Com esta força seremos capazes de retirar da montanha do descontentamento uma pedra de esperança. Com uma política construtiva poderemos transformar as dissonantes discórdias saudáveis do nosso concelho numa bonita e harmoniosa sinfonia de fraternidade. Com empenho e humildade política, de uma vez por todas, poderemos trabalhar juntos e iniciar o verdadeiro desenvolvimento do nosso concelho.

 

Esse será o dia quando todos os jovens poderão cantar com um novo significado: "O meu concelho é teu, doce terra de liberdade, de ti eu canto. Terra onde vivem os meus pais, terra de que me orgulho, que de cada localidade ressoe a liberdade".

 

E se o concelho de Abrantes quiser ser um melhor concelho como merece, o sonho tem que se tornar realidade.

 

Que a democracia ressoe então das prodigiosas arribas do rio Tejo. Que a democracia ressoe das poderosas planícies do sul do concelho e das margens da barragem do norte do concelho. Que a democracia ressoe do altaneiro castelo de Abrantes!

 

Mas não só isso! Que de cada munícipe, a democracia ressoe. Que a democracia ressoe dos nossos órgãos representantes do poder local, da Câmara Municipal, das Juntas de Freguesia e Assembleias. Que a democracia ressoe de todas as colectividades do concelho. Que a democracia ressoe de todas as rádios e jornais do concelho, principalmente do Jornal de Abrantes e do Boletim Municipal. Que de cada localidade, a democracia ressoe.

 

Quando conseguirmos que a democracia ressoe, quando a deixarmos ressoar de cada lugar, de cada aldeia, de cada vila, de cada freguesia e da nossa cidade, seremos capazes de apressar o dia em que todos nós, sem qualquer distinção, poderemos dar as mãos e comemorar a plenitude da democracia.

 

Este é o meu sonho.Este deverá ser o sonho de todos nós.

 

Viva a Democracia! Viva Abrantes! Viva Portugal!

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Sexta-feira, 26.02.10

ASSEMBLEIA MUNICIPAL 26/2/10 (extracto I)

CONCESSÃO DO RIBATEJO (IC 9)

Intervenção da bancada do PSD
 
Relativamente a este investimento, estamos todos de acordo: trata-se de um investimento prioritário e essencial para o desenvolvimento económico do concelho de Abrantes e concelhos limítrofes.
Com efeito, esta via, para além de valorizar os investimentos já existentes ou em curso, seria também e, sobretudo, um factor essencial para a decisão de implementar novos investimentos no concelho.
É, pois, com grande apreensão que recebemos agora a notícia da suspensão deste itinerário no que respeita ao troço Abrantes – Ponte de Sor e que inclui a travessia do Tejo na zona de Tramagal, que tem vindo a ser reivindicada por populações e instituições há largos anos.
Tanto mais que o IC9 foi arvorado como a grande bandeira do PS nas últimas legislativas e autárquicas.
Estamos, no entanto, no local indicado para obtermos a explicação para a suspensão deste projecto essencial para o nosso concelho, pois estamos, na presença do ilustre ministro dos Assuntos Parlamentares e presidente da mesa desta Assembleia.
Esta questão coloca, agora, com maior acuidade a requalificação da EN2, no troço como já foi referido pelos nossos vereadores em reunião de câmara (Arrifana - Rossio) e que atravessa a cidade de Abrantes, já que parece ser, a curto prazo, a única via directa de entrada e saída da cidade a sul e que se encontra, neste momento, num estado absolutamente miserável e que envergonha o nosso município.
Ainda no âmbito da Concessão do Ribatejo, gostaríamos de questionar sobre a eventual aplicação de portagens na A23, assunto colocado novamente na ordem do dia pelo relatório do O.E. e da maior pertinência para o concelho de Abrantes.

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Sábado, 05.12.09

ACONTECEU...

Manuela Ruivo - in Primeira Linha de 26-11-09

 

Sou presidente da Comissão Política do PPD/PSD de Abrantes. Como sabem, fui nas últimas eleições autárquicas candidata à Assembleia Municipal a convite do PPD/PSD, tendo sido eleita deputada municipal.

 
Como tive o privilégio de ter nascido em Abrantes, ter crescido em Alvega, de ter escolhido para viver a minha cidade – Abrantes e de ter tido uma actividade profissional que me permitiu ter sempre o território concelhio como base, sempre mantive um contacto próximo com os meus conterrâneos.
 
Sou militante do PPD/PSD desde 1989 e sou hoje uma defensora acérrima da política de proximidade; para isso, muito contribuiu a minha vivência familiar, uma vez que o meu pai esteve na fundação do PPD/PSD em Abrantes, e a minha participação política no início da década de 90.
 
No entanto nunca tinha contribuído de maneira tão explícita na actividade política concelhia. Encarei o repto de, em conjunto com outros companheiros militantes do PPD/PSD, me candidatar a Presidente da Comissão Política, como o ter chegado a hora de dar o meu contributo ao partido, através do meu empenho e trabalho. Sendo certo que nunca utilizei o partido para atingir fins pessoais e disso me orgulho, querendo deixá-lo bem claro.
 
Não posso deixar também de enaltecer a equipa de trabalho das autárquicas, que após a tomada de posse dos órgãos eleitos e duma forma genuína, demonstrando grande elevação, mesmo após uma derrota eleitoral, colocou-se mais uma vez, ao serviço do concelho, do partido e de todos aqueles que em nós confiaram. E para surpresa minha, consideraram que eu seria a pessoa indicada para liderar a equipa de trabalho, então em formação.
 
Ponderei e ouvi diferentes sensibilidades do partido, bem como amigos e familiares. Aqui estou, mais uma vez, com muito respeito e orgulho em liderar uma equipa, em que qualquer um dos seus elementos daria, sem dúvida alguma, um bom líder para enfrentar o grande desafio que a concelhia do PPD/PSD de Abrantes, tem pela frente. O que nos une é uma dinâmica de grupo extraordinária, para não falar, da honestidade e da capacidade de trabalho, dos elementos que a integram. O que nos une é sem dúvida o voltar ao espírito inicial dos ideais da social-democracia, sem esquecer o passado e as pessoas que fizeram esse passado. Com efeito, não nos preocupamos com os lugares políticos, mas apenas em cumprir os ideais da fundação do PPD/PSD. E o nosso grande objectivo é transformar o PPD/PSD na primeira força politica local.
 
Vamos consegui-lo com o empenho de todos aqueles, que se revêem no PPD/PSD e que pretendem contribuir para a colocação do nosso concelho num patamar de excelência, pondo fim, ao domínio do PS. Domínio esse, que não resultou num desenvolvimento harmonioso e sustentado, muito ao contrário, agravou as assimetrias, nomeadamente da economia da nossa região.
 
Assistimos no nosso concelho a uma terciarização da economia, não se focando a atenção na economia produtora de bens transaccionáveis, na economia real, por onde passa o desenvolvimento da região e do País.
 
Assim, tenha força, ânimo, sabedoria e bom-senso, para conduzir o PPD/PSD a alcançar este objectivo.

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Domingo, 15.11.09

MANUELA RUIVO ELEITA PRESIDENTE DO PSD

 

Realizaram-se, ontem, as eleições para a concelhia de Abrantes do PSD, tendo sido eleita presidente da Comissão Política Manuela Ruivo e presidente da Mesa da Assembleia Gonçalo Oliveira.
 
Manuela Ruivo, recorde-se, é deputada da actual Assembleia Municipal de Abrantes, tendo liderado a lista do PSD nas últimas eleições autárquicas, e Gonçalo Oliveira, o anterior presidente da Comissão Política e o actual líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal.
 
A nova comissão política é constituída pelos seguintes elementos:
Presidente: Manuela Ruivo
Vice-presidentes: António Belém Coelho e Joaquim Simplício
Tesoureiro: Susana Martins;
Vogais: Carlos Horta Ferreira, Emídio Direito, Carlos Alberto Marcos, José Oliveira, André Bicho, Ana Bartolomeu, Ilídio Magalhães e Manuel Oliveira;
Vogais Suplentes: Fernanda Aparício, Pedro António, João Josefa e Fernando Teimão.
Por sua vez, a Mesa da Assembleia passa a ser constituída pelos seguintes elementos:
Presidente: Gonçalo Oliveira
Vice-Presidente: Mauro Xavier
Secretário: Diogo Valentim
Suplentes: Ana Dias e Ana Costa

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Sexta-feira, 13.11.09

ELEIÇÕES PSD ABRANTES - CARTA AOS MILITANTES

Companheiras e companheiros,

 
Queremos desta forma apresentar a nossa candidatura à C.P.S. de Abrantes.
Esta candidatura é a continuação do trabalho árduo desenvolvido nas últimas eleições autárquicas, que independentemente dos resultados obtidos, devemos valorizar.
Esta é a nossa oportunidade de começar de novo, sem esquecer o passado, querendo com espírito de entrega, de dinâmica e de coesão, a renovação da nossa concelhia.
É determinante o empenho e a lealdade dos militantes com características de excepção: capacidade de unificação, dinamismo, vontade de trabalho, lealdade e respeito.
Este grupo de trabalho, que surgiu de forma espontânea, é o reflexo da vontade das bases do partido, logo, espelhando os ideais sociais-democratas por todos nós preconizados.
Estamos unidos para servir o partido.
Não nos movemos por ambições pessoais.
Queremos contribuir para a dignificação da social-democracia no nosso concelho.
A motivação espontânea demonstrada por este grupo de trabalho culminou na constituição desta lista que me orgulho de liderar e da qual fazem parte:
Vice-presidentes: António Belém Coelho e Joaquim Simplício.
Tesoureiro: Susana Martins.
Vogais: Carlos Horta Ferreira; Emídio Direito; Carlos Alberto Marcos; José Oliveira; André Bicho; Ana Bartolomeu; Ilídio Magalhães; Manuel Oliveira.
Vogais Suplentes: Fernanda Aparício; Pedro António; João Josefa; Fernando Teimão.
Neste espírito, desejamos motivar todos os militantes e simpatizantes do PSD para uma militância activa e colaborante, que não desmobilize e que seja congregadora de vontades.
Para atingirmos este fim, propomo-nos à criação de um Gabinete de Estudos, que terá como principal função dar apoio à Comissão Politica de Secção em todas as questões programáticas e de acção politica, a criação de um Gabinete que facilite o acompanhamento de todas as forças vivas do concelho da actividade política levada a cabo pelos órgãos do partido, bem como um Gabinete de apoio às freguesias do Concelho.
Apelamos para a vossa participação no acto eleitoral do dia 14 de Novembro de 2009 entre as 20h e as 24h, na sede do PSD em Abrantes.
Tudo faremos para tornar indelével o espírito desta equipa na concelhia de Abrantes.
Por um PSD mais coeso e dinâmico!
Em nome da candidatura à C.P.S. de Abrantes
A candidata
Manuela Ruivo

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Sexta-feira, 30.10.09

MANUELA RUIVO CANDIDATA A LÍDER DO PSD

por Sérgio Mourato – in jornal A BARCA

 
Novo Ciclo para social-democratas abrantinos
Manuela Ruivo lidera candidatura à Comissão Política Concelhia
 
Manuela Ruivo apresenta candidatura à Comissão Politica Concelhia do PSD para iniciar um novo ciclo do partido em Abrantes. O objectivo é a união e coesão, aproveitando o trabalho iniciado pelo anterior elenco.
 
Por um PSD coeso e dinâmico” é o lema da candidatura liderada por Maria Manuela Bexiga Ruivo, 38 anos, engenheira agrónoma, à Comissão Politica de Abrantes do Partido Social Democrata (PSD). A concelhia vai a votos no dia 14 de Novembro e Gonçalo Oliveira, o antigo líder, encabeça lista à mesa de assembleia. Prevê-se para estas eleições, a maior afluência de sempre, sendo a capacidade eleitoral de cerca de 250 militantes.
 
A apresentação da lista, a única conhecida até ao momento, decorreu na quarta-feira, dia 28 de Outubro, num jantar, no Restaurante “O Ramiro”, em Rio de Moinhos (Abrantes). “A candidatura surge na continuação do trabalho árduo desenvolvido nas últimas eleições autárquicas, cujos resultados obtidos devem valorizar-se”, afirmou Manuel Ruivo, ressalvando, que “neste momento, sem esquecer o passado, pretende-se renovar a concelhia”. A lista visa ainda criar um gabinete de estudos que funcionará para dar apoio à Comissão Politica da Secção em todas as questões programáticas e de acção politica, bem como a criação de um gabinete que facilite o acompanhamento de todas as forças vivas do concelho.
 
Gonçalo Oliveira o líder que cessou funções a 10 de Outubro, e face a um resultado negativo nas últimas autárquicas, defende “que todas as comissões politicas devem demitir-se”, embora no seu caso não houve essa necessidade, visto que o seu mandato findou na véspera das eleições. Para o anterior presidente “esta é a ponte perfeita com os eleitos, o fim de um ciclo, mas transmitindo para esta equipa tudo o que de bom houve, nomeadamente o capital humano constituído pelos eleitos que vai ser trabalhado aprofundado, no sentido de melhoras as 19 candidaturas às juntas de freguesia em 2013, daí que integrem a lista um vereador, uma candidata à assembleia municipal e elementos de assembleias de freguesias”.
 
Estando ainda em aberto quatro lugares para a Comissão Política, já estão confirmados os seguintes elementos: presidente - Manuela Ruivo (engenheira Agrónoma, 38 anos); vice-presidentes, António Belém Coelho (professor, 51 anos) e Joaquim Simplício (solicitador, 50 anos); tesoureiro - Carlos Horta Ferreira (administrativo, 50 anos); vogais, Carlos Alberto, Manuel Oliveira, André Bicho, José Oliveira, Susana Martins, João Botto, Carlos Natálio e Manuel Nogueira.
 
Quanto à Mesa de Assembleia, o elenco já está completo: presidente - Gonçalo Oliveira; vice-presidente - Mauro Xavier, secretário - Diogo Valentim; suplentes - Ana Dias e Ana Costa.

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Quinta-feira, 08.10.09

NÓS ACREDITAMOS

por Manuela Ruivo

 

Acreditar que a nossa vontade e dedicação pode mudar algo que não está bem é um sonho, sonho esse que é partilhado por muitas das pessoas que se candidatam às eleições autárquicas do próximo Domingo.
 
Abrantes necessita urgentemente de quem olhe por si. O trabalho da constituição das listas do PSD envolveu um número de pessoas jovens e dinâmicas sem paralelo em nenhuma candidatura. Este factor, conjugado com a elevada experiência de vida de Santana Maia, tem gerado um sentimento de esperança na nossa comunidade sem precedentes. Sinto-o todos os dias, nos contactos que fazemos.
 
A partir de Domingo, nada vai ser como dantes no panorama político de Abrantes. No que diz respeito ao PSD, na próxima segunda-feira, entrarão em cena dezenas de novos actores, conhecidos nas suas comunidades, sérios e competentes, que são a garantia da defesa dos interesses dos abrantinos por muitos e bons anos.
 
O PSD governa os municípios vizinhos de Tomar, Mação, Sardoal e Entroncamento. Em comum, todos eles, partilham um ímpeto reformista e de desenvolvimento que Abrantes nunca foi capaz de acompanhar. Abrantes necessita de uma mudança estrutural, feita por novas pessoas com novas mentalidades, que eleve o animo de todo um concelho e de cada uma da suas 19 freguesias.
 
Um Grande Concelho, justo, harmonioso e solidário. Todos os abrantinos ganham.

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Quinta-feira, 08.10.09

LIGA DOS AMIGOS DE ABRANTES

por Manuela Ruivo

 
Quando os nossos autarcas tanto falam de cultura, é, no mínimo, curioso a falta de sensibilidade no tratamento para com determinadas instituições.
 
Como todos sabemos, a Liga dos Amigos de Abrantes aprovou os seus estatutos em Novembro de 1949, ou seja, há praticamente 60 anos. Tendo por lema “Tudo por Abrantes”, direcções sucessivas e membros associados desenvolveram uma acção notável na área social, cultural e promocional do concelho. Já nessa altura as metas a que se propunha eram da maior pertinência e actualidade: “chamar a atenção dos portugueses para as maravilhas que o concelho de Abrantes encerra, quer do ponto de vista paisagístico, quer histórico”. Além da divulgação do concelho de Abrantes e da “Cidade Florida”, contribuíram para o aumento de turistas em Abrantes.
 
Das variadíssimas actividades em que se envolveram em prol de Abrantes, destacam-se: o concurso janela mais florida; a primeira biblioteca ao ar livre; exposições de fotografia e pintura; serões de arte; Feiras; lições de cultura geral com convidados.
 
A sua sede era no antigo edifício Falcão e, por motivos que alguém concerteza saberá explicar, foram convidados a sair. O seu espólio terá ficado em armazéns da câmara municipal, tendo sido levados posteriormente, ao que parece, para arrecadação de um dos amigos da Liga. Sem sede e com o seu espólio maltratado, praticamente desconhece-se o precioso trabalho social/turístico/cultural desenvolvido em benefício do nosso concelho por este grupo de benfeitores.
 
Como é possível que os nossos autarcas, tendo participado activamente no processo de “despejo” da Liga dos Amigos de Abrantes do edifício Falcão e tendo conhecimento do trabalho meritório desenvolvido, se tenham esquecido completamente que esta instituição existe. É que só se podem ter esquecido ou, então, não interessa valorizar as organizações que promovem/promoveram a vertente cultural do nosso concelho gratuita e empenhadamente.
Para quê as encenações megalómanas se as coisas simples e fáceis de concretizar são ignoradas?
 
Se não as tivessem ignorado, deveriam ter tido a elevação, correcção e justiça de, ao exemplo da “simbiose de interesses” entre a câmara municipal e as Associações desportivas para “abrigo” de oito associações/clubes da cidade que não tinham sedes administrativas, de não se esquecer de organizações que tanto contribuíram para engrandecer e projectar Abrantes no contexto Social, Turístico e Cultural.

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Sexta-feira, 02.10.09

ORDENAMENTO E TERRITÓRIO

por Manuela Ruivo

 
O território é um dos atributos essenciais da soberania, do poder soberano. E, ao considerarmos o Município, um dos elementos fundamentais do seu poder soberano é o poder e o dever de tratar do seu território. E, tratar do seu território é saber como organizar de forma a que, quer sobre o ponto de vista material, quer sobre o ponto de vista espiritual, essa mesma organização contribua de forma harmoniosa para a sua equilibrada fruição pelo homem, objecto último de qualquer política.
 
 A forma como em Portugal os vários níveis de poder, e particularmente o autárquico, têm exercido a sua acção sobre a organização e ordenamento do território é pública, manifesta e consensualmente, pelo menos em palavras, desadequada.
 
Este desajustamento reflecte-se a vários níveis, nomeadamente: 
  • Não aproveitamento equilibrado e racional dos recursos naturais (agricultura, florestas), que levou ao abandono pelo elemento humano das aldeias rurais e dos seus respectivos espaços.
  • Urbanização dos espaços de forma não harmoniosa, com incidência grave na qualidade de vida das populações, nomeadamente com reflexos no centro histórico de Abrantes.
  • Custos excessivos de bens essenciais para as populações, como, por ex., distribuição de água, energia, saneamento básico, cuja quantificação a prazo vai levantar com certeza problemas de financiamento.
  • O tipo de urbanização assumida no concelho leva a que não haja propriamente um centro urbano que permita à população fruir de bens considerados essenciais numa cidade média europeia. A excessiva dispersão da ocupação do solo urbano, inviabiliza um núcleo urbano consistente.

Todo este conjunto de questões sumariamente apresentadas poderão reflectir-se, negativamente e de forma acentuada, numa ocupação ainda mais gravosa, inviabilizando, por ex., o aproveitamento de um recurso/actividade hoje considerado em toda a EU de importância estratégica – O Turismo.

 

É um facto iniludível que só haverá turismo sustentável de qualidade, com reflexos em termos económicos, se tivermos uma paisagem, um espaço rural e urbano bem ocupado, em suma um território harmonioso, belo, que atraia, permitindo a fruição e bem estar dos autóctones e de quem nos visita.

Não há qualidade de vida, não há turismo de qualidade sem a preservação dos recursos naturais.O poder autárquico deverá reflectir seriamente sobre estas questões, sob pena de comprometermos o futuro do nosso Município.

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Quarta-feira, 30.09.09

A CAMPANHA EM S. VICENTE

A candidatura do PSD marcou o primeiro dia de campanha oficial, efectuando simbolicamente várias acções de campanha na freguesia de S. Vicente.

A lista candidata à Junta de Freguesia de S. Vicente liderada por Luís Ablú é composta por pessoas modernas, conhecedoras da realidade social e económica da freguesia, com competências técnicas reconhecidas de todos,  que garantem o empenho e a dedicação na defesa dos interesses da freguesia mais populosa do concelho.

  

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