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COLUNA VERTICAL


Domingo, 06.09.09

VISITA A ALDEIA DO MATO

  

 
No passado dia 29 de Agosto, Santana Maia, acompanhado por Belém Coelho (candidatos do PSD à Câmara Municipal), Manuela Ruivo (candidata a Presidente da Assembleia Municipal), deslocaram-se à Freguesia de Aldeia do Mato onde em companhia de José Moreno, candidato a Presidente da Junta de Freguesia de Aldeia do Mato, e ainda de vários elementos da sua lista, tiveram oportunidade de visitar aquela localidade e outras da Freguesia, tais como Bairros, Carreira do Mato e Cabeça Gorda.
 
Durante a visita foram efectuados contactos com a população daquelas localidades, tomando-se conhecimento das suas necessidades mais prementes; a visita terminou com participação nas festas de Cabeça Gorda, um arraial popular já tradicional da zona.

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Terça-feira, 25.08.09

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE ALDEIA DO MATO

 

José Moreno Vaz tem 51 anos, reside em Aldeia do Mato e é actualmente vereador do PSD na Câmara Municipal de Abrantes. Tem o curso de Formação para Gerências do Instituto Formação Bancária e é empregado bancário.
 
Foi presidente da Assembleia de Freguesia de Aldeia do Mato (2001-05), deputado municipal (1993-97), secretário da Junta de Freguesia de S. Vicente (1989-93) e membro da Junta de Freguesia de S. Vicente (1989-2001).
 
EFECTIVOS:
José Antunes Moreno Vaz, Gerente Bancário, 52 anos
Manuel José Tanqueiro Esteves, Empresário, 46 anos
João Maria Lopes, Empresário, 59 anos
António Miguel Custódio Pires, Arquitecto, 37 anos
Álvaro Manuel Paulino, Empresário, 44 anos
Marta Sofia Gomes Pires, Empregada de balcão, 28 anos
António Conceição Florindo, Carpinteiro, 72 anos
Joaquim dos Santos Vicente, Aposentado, 62
 
SUPLENTES:
Jorge Miguel Gama Perdigão, Empresário, 29 anos
Maria Lúcia Antunes Silva, Professora, 45 anos
Bruno Gonçalo Pedro Custódio, Empregado de Balcão, 23 anos
Paulo António Serras Sigalho, Operador de Máquinas Florestais, 34 anos
Álvaro José Rosa da Silva, Motorista, 57 anos
Luís Miguel Brunheta da Silva, electricista, 33 anos
João Maria Perdigão, Empresário de Construção Civil, 57 anos
António do Carmo Nunes, Aposentado, 66 anos

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Sexta-feira, 07.08.09

MORENO VAZ É O CANDIDATO EM ALDEIA DO MATO

 

José Antunes Moreno Vaz foi escolhido, por unanimidade, como candidato social-democrata à Junta de Freguesia de Aldeia do Mato.
 
José Moreno Vaz tem 51 anos, reside em Aldeia do Mato e é actualmente vereador do PSD na Câmara Municipal de Abrantes. Tem o curso de Formação para Gerências do Instituto Formação Bancária e é empregado bancário.
 
Humanista e social democrata de longa data, tem um vasto e rico currículo na área da intervenção política no concelho de Abrantes. Com efeito, para além de ser actualmente vereador (2005-09), foi presidente da Assembleia de Freguesia de Aldeia do Mato (2001-05), deputado municipal (1993-97), secretário da Junta de Freguesia de S. Vicente (1989-93) e membro da Junta de Freguesia de S. Vicente (1989-2001).
 
Inconformado com o esquecimento a que tem sido votado a sua freguesia e o norte do concelho, José Moreno Vaz está firmemente empenhado em contribuir, com a sua experiência, força e dedicação, para inverter esta situação e criar as condições indispensáveis para que a sua freguesia tenha futuro.

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Quinta-feira, 11.12.08

PSD VOTA CONTRA PLANO DE ACTIVIDADES 2009

Declaração de voto dos vereadores do PSD José Moreno Vaz e Pedro Marques

 
Uma vez mais o documento que nos é apresentado para discussão e votação surge na sequência dos objectivos que foram traçados pelo Partido Socialista nas eleições de 2005 e sob os quais foram eleitos os actuais responsáveis autárquicos.
 
Contudo, começa a ser mais visível a inflexão que já vislumbrámos aquando da votação de documento similar para 2008, em 20.11.2007.
 
Porém, há aqui um novo argumento que há um ano atrás, não era possível vislumbrar: a crise financeira mundial e os seus expectáveis impactos na economia internacional e nacional.
 
Ainda assim, esta inflexão de políticas, seguindo agora muitas das opções que o PSD vem reclamando desde há muito, aparece logo sustentada no 2º parágrafo do Plano de Actividades, Investimentos e Orçamentos: “continuaremos a apostar na atracção e acolhimento de investimentos privados, prosseguindo a realização de um conjunto de acções que visam alavancar esta estratégia”.
 
Definitivamente, pelo menos no papel, a maioria socialista, embora tendo demorado a fazê-lo, acaba por vir ao encontro da principal «bandeira» que o PSD levantou em 2005: só com competitividade económica poderemos ter bem estar social, emprego e condições de felicidade, reforçando ainda a saúde das contas municipais.
 
Para que se perceba, reescrevemos os nossos 5 eixos estratégicos de actuação:
 
“- Desenvolver a economia, qualificar o emprego, criar riqueza;
-           Inverter o fluxo de perda acentuada de população;
-           Promover políticas para a inclusão, corrigindo desigualdades, assimetrias e contrastes de desenvolvimento;
-           Apostar no desenvolvimento sustentável e na sociedade do conhecimento como forma de elevar o nível de qualidade de vida das pessoas;
-           Promover o desenvolvimento turístico, cultural e social, de modo a afirmar Abrantes como referência no contexto regional e nacional’.
 
Se o nosso programa e a nossa equipa tivessem sido escolhidos pela população este teria sido o nosso caminho, com a economia, o emprego e a riqueza em primeiro lugar, para se poder avançar para os demais objectivos definidos.
 
Muito gratos ficamos por percebermos que tínhamos razão, mesmo que o modelo proposto pelo PS não contemplasse exactamente esta ordem de prioridades inicial.
 
*
De modo a assumir esta inflexão, embora sem o admitir, o actual executivo de maioria socialista socorre-se do Plano Estratégico da Cidade de Abrantes para, em nome da cidade, modificar a sua estratégia para todo o concelho:
 
 
Qualquer semelhança com as apostas do PSD em 2005 é pura coincidência…
 
*
Prevê-se um aumento das despesas e receitas correntes, as primeiras em cerca de 3% e as segundas em cerca de 6%, reforçando em parte a poupança corrente, sobretudo devido às receitas esperadas do IMT
 
*
Também as despesas de capital se prevêem aumentar em cerca de 10% por via das dotações orçamentais de investimento, em parte previsivelmente coberto pela poupança corrente.
 
*
Nas prioridades políticas continua a figurar o Aquapolis.
 
Depois de gorada a possibilidade de construção de uma barragem, surge uma nova aposta até aqui nunca antes revelada: a criação de um Centro de Conhecimento do Tejo Ibérico. Atente-se na nossa proposta de 2005: “Assumimos como prioritário e obra-âncora a criação de um Parque Temático denominado “O Parque da Vida – o ciclo da água”, instrumento onde serão agregados um Museu de Ciências da Vida, um Centro de Ciência Viva e de Interpretação do Tejo, o Centro de Educação para a Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, Parque Aventura com diversas atracções lúdicas, animações interactivas e diversas actividades outdoor e indoor, infraestruturas para produção e divulgação de artesanato e outros produtos regionais: doçaria, vinho, queijo, mel, enchidos,....”
 
Mais uma vez achamos que o PS está a ir ao encontro do programa que apresentámos. Duvidamos, porém, que seja capaz de o materializar do modo que tínhamos planeado.
 
*
O Tecnopolo continua a dar tímidos passos (apenas isso) no sentido da sua afirmação no domínio das actividades económicas com incorporação de tecnologia e tardam em chegar os seus resultados verdadeiramente impactantes, prévia e pomposamente anunciados.
 
*
A aposta na Educação, que surge como terceiro domínio elencado, tal como no exercício económico anterior, traduz uma linha de continuidade. Reiteramos que todo o investimento neste sector é bem-vindo e curto.
 
*
Ao nível cultural continua a grassar a falta de uma linha de rumo assente em planeamento e política estruturada – já o dissemos e repetimos, constatando a realização de alguns eventos desgarrados. E voltamos a repetir os mesmos argumentos do ano anterior: o exemplo do Cine-Teatro, outrora símbolo da renovação patrimonial e agora praticamente vazio de conteúdos para o grande público, onde a formação existe mas que tende a ser um espaço residual na geração de actividades de fruição e enriquecimento cultural com carácter regular.
 
A grande aposta volta a ser a de 2008: o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte. Damos pró reproduzidas as nossas preocupações expressas no ano passado.
 
*
Poderíamos continuar, porque o resto do documento é a continuidade do que afirmamos. Contudo, estamos em crer que algumas das nossas divergências ficaram demonstradas.
 
Com base no exposto, votamos contra.

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