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COLUNA VERTICAL


Domingo, 13.03.11

À sombra da azinheira

Tonho e Manel.jpg

MANEL    

É tão fácil de enganar

A cidade abrantina

Hotel? RPP Solar?

Esta gente tudo assina

 

TONHO

Do Ofélia nem digo nada

Mais outro grande buraco

Mas de obra em obra adiada

Há sempre alguém que enche o saco

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Quarta-feira, 19.05.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 17/5/10 (extracto I)

O FIM DO PROJECTO OFÉLIA

Declaração dos vereadores do PSD

 

Foi com tristeza e apreensão que tomámos conhecimento, através do Diário de Notícias, numa pequena notícia interior e com pouco destaque, do atestado de óbito ao chamado projecto Ofélia passado pela senhora presidente da câmara, na medida em que aí reconhece que o mesmo já não se irá realizar. Atestado de óbito é, obviamente, uma força de expressão, porque, para morrer, é necessário, antes de mais, ter nascido, o que, neste caso, nunca chegou a acontecer.

 

Nada, aliás, que já não se desconfiasse, mesmo que, no último balanço, efectuado pela senhora presidente, a mesma ainda manifestasse alguma esperança, ainda que o prazo de levantamento do respectivo alvará já tivesse caducado.

 

É evidente que a Autarquia não tem o dever de criar ela própria postos de trabalho nos diversos sectores, mas, antes, o de propiciar as condições para que surjam os investimentos promotores desses mesmos postos de trabalho.

 

Mas, a partir do momento em que a Autarquia tomou este investimento como bandeira política, à semelhança do que tem feito com tantos outros investimentos privados, apresentando-o com pompa e circunstância em sede de Assembleia Municipal e divulgando-o na imprensa regional, reivindicando a paternidade (paternidade afectiva, bem entendido), ficou umbilicalmente ligada a ele, para o bem e para o mal. Quem quer receber os louros políticos pelo sucesso dos investimentos privados, também tem de dar a cara pelo seu fracasso.

 

E como tal, os munícipes mereciam uma explicação, em primeira mão e com o mesmo destaque, das causas e verdadeiras razões que conduziram à não realização deste tão badalado e exaltado investimento e não apenas uma pequena notícia de rodapé num jornal nacional.

 

É que acabámos de ver desaparecer, sem mais, nem menos, a esperança dos prometidos e garantidos 500 postos de trabalho qualificados, para além de tudo o mais: o investimento físico em si e todas as mais valias decorrentes da sua implementação.

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Quinta-feira, 26.02.09

UM EXECUTIVO FALIDO

por Gonçalo Oliveira

 

Num altura em que os efeitos da crise financeira já se fazem sentir na economia real, de uma forma avassaladora, superando largamento as expectativas mais negativas, as notícias de empresas que, em última alternativa, entregam pedidos de insolvência são constantes.
 
Em Abrantes também o executivo do PS, que lidera os destinos da Câmara Municipal há 16 anos, se encontra em pleno processo de insolvência… insolvência de ideias, bem entendido (ou melhor, esperemos que seja só de ideias). Aliás, uma falência total ao nível de uma visão da cidade e do concelho, que deve nortear qualquer câmara municipal. Uma câmara “falida” de ideias e projectos estruturantes, uma câmara que, por cada chamada de atenção ou proposta feita pelo PSD, corre a remediar o problema, sem substância e sem que exista um planeamento cuidado.
 
Sem Ofélia, sem novo Hotel, sem abrantinos no Aquapolis e na Cidade Desportiva, o PS resolveu agora, em fim de ciclo e quando se prepara para entregar a governação da autarquia ao PSD, ir buscar as propostas que este partido apresentou em 2005 para as anunciar como suas.
 
Quer a proposta de revitalização do centro histórico, quer a agenda cultural, apresentada recentemente com pompa e circunstâncias, são a cópia fiel das propostas que constavam do programa do PSD em 2005 e que sempre temos defendido. O problema é que o PS, se é useiro e vezeiro em apropriar-se das boas ideias do PSD, tem-se revelado completamente desastrado a pô-las em prática. É o que em regra sucede aos alunos cábulas… Copiar copiam bem, o pior, depois, é porem em prática o que copiaram…
 
E até os grandes projectos públicos levados a cabo pela autarquia nestes últimos 16 anos ficaram muito aquém das expectativas, mostrando-se incapazes de dinamizar a cidade e o concelho como seria legítimo esperar tendo em conta não só a brutalidade de dinheiro investido neles como os encargos que ficaram.
 
O PS é, hoje, um partido falido de ideias, de pessoas e de projectos. O PS é incapaz de gerar no seu seio qualquer ideia original: ou copia ou encomenda. Pensar é coisa a que é completamente avesso.
 

Falharam e, por isso, faliram.

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