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COLUNA VERTICAL


Segunda-feira, 01.11.10

EXISTIR COMO PESSOA

Extracto do livro “CHOQUE DE ORTODOXIAS” de Robert P. George

 

Na linguagem quotidiana, ‘pessoa’ conota aquilo a que os lógicos chamam “particular de base de uma substância [‘a substance sortal’]”, ou seja, uma propriedade essencial que implica que aquele que a tenha a tenha necessariamente e nunca exista sem ela.

 

Os seres humanos surgem e, ao mesmo tempo, tornam-se pessoas; não se tornam pessoas em determinado momento depois de surgirem (nem cessam de ser pessoas sem cessarem de existir).

 

A pessoa com quarenta anos que é hoje John J. DiIulio, é o mesmo ser (ou, em termos filosóficos, a ‘substância’) que, em fases anteriores da sua vida, foi professor em Princeton aos trinta e dois anos, estudante universitário em Harvard aos vinte e dois anos, adolescente de doze anos, menino de seis anos, criança de um ano de idade, feto de cinco meses, embrião de quatro semanas e ser humano recém-concebido.

 

O Professor DiIulio progrediu, desde a sua concepção, passando pelas fases embrionária, fetal, infantil e da adolescência da sua vida, até à fase de adultez, como organismo distinto, unificado e auto-regulado, sem sofrer uma mudança substancial, ou seja, sem ser uma espécie de ser ou substância (que possui uma espécie de natureza) para passar a ser outra de outro tipo.

 

Claro que houve um tempo que não existia. Nunca ele foi uma célula de espermatozóide ou um óvulo, muito menos um piscar de olhos no rosto de seu pai. Mas, quando passou a existir, passou a existir como pessoa.

 

Do mesmo modo que foi adolescente e, antes disso, criança, foi também, do mesmíssimo modo, feto e, antes disso, embrião.  

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Segunda-feira, 28.09.09

UMA CAMPANHA COM AS PESSOAS

Em Mouriscas:

 

Na Portela, em Fontes:

 

Na Concavada:

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Segunda-feira, 22.06.09

QUANTO ÀS PESSOAS

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 9ª parte)
 
As pessoas, na sua individualidade e enquanto titulares de direitos e de deveres, são a razão de ser da minha candidatura e devem ser o princípio e o fim de toda a actividade política. Até as obras só fazem sentido enquanto encaradas nesta dimensão ética, caso contrário, apenas servem para afagar o ego de quem lá coloca a placa com o seu nome, tornando-se para os munícipes actuais e vindouros uma fonte de encargos que lhes reduz a qualidade de vida e lhes dificulta o emprego.
 
Uma das nossas grandes apostas vai ser o lançamento de um conjunto de medidas, envolvendo as escolas, as instituições de solidariedade social e as associações desportivas, culturais e de pais do concelho, com vista a criar uma cultura cívica que valorize e ajude a interiorizar nos jovens os valores da honra, da solidariedade, da liberdade de opinião, do respeito pelos outros…
 
A partir de Outubro, os apoios às colectividades vão estar dependentes, não dos resultados desportivos, mas da conduta desportiva dos seus atletas e dos seus dirigentes. A Câmara apoiará apenas as associações desportivas e culturais que contribuam para formação integral dos jovens, porque, para nós, mais importante do que ganhar campeonatos, é formar homens e mulheres com letra grande. E, aqui sim, todo o dinheiro é bem gasto. Não há melhor investimento, nem investimento mais reprodutivo, do que nas infra-estruturas humanas. (cont.)

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