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COLUNA VERTICAL


Terça-feira, 29.09.09

CÂMARA MUNICIPAL - PROGRAMA ELEITORAL

 

MENSAGEM DA LISTA CANDIDATA À CÂMARA MUNICIPAL
Abrantes reúne quatro qualidades que a colocam numa posição privilegiada relativamente a qualquer concelho: a história (Castelo e Património Religioso), a água (o rio Tejo e a albufeira do Castelo de Bode), as tradições (gastronomia e culturas locais) e uma localização privilegiada (junto do eixo A1 e A23).
Nos últimos dezasseis anos, fruto dos milhões e milhões de euros de fundos comunitários, a câmara de Abrantes, à semelhança do que aconteceu por todo o país, levou a cabo um grande número de obras de vulto, sobretudo na cidade. O dinheiro está gasto e a obra está aí à vista de todos. No entanto, como todos reconhecem, quer o concelho, quer a cidade, não colheram o benefício esperado que esses investimentos prometiam. Nem de perto, nem de longe.
Queremos, agora, abrir um novo ciclo, assente nos valores da solidariedade social e do serviço público, na participação efectiva das pessoas nas decisões da sua freguesia e do seu concelho, no respeito pelas diferentes correntes de opinião e numa sociedade civil forte e dinâmica, liberta do jugo tutelar do poder político.
As pessoas, na sua individualidade e enquanto titulares de direitos e de deveres, são a razão de ser da nossa candidatura e o princípio e o fim de toda a nossa actividade política.
Com as medidas propostas neste programa, envolvendo as escolas, as instituições de solidariedade social e as associações desportivas, culturais e de pais do concelho, em particular, e a comunidade, em geral, pretendemos criar uma cultura cívica que valorize e ajude a interiorizar nos jovens os valores da honra, da solidariedade, da honestidade, da lealdade, da liberdade de opinião e de expressão e do respeito pelos outros, criando, assim, em conjunto, as condições que permitem qualificar e preparar os nossos jovens para o futuro, melhorando, consequentemente, a qualidade de vida da comunidade.
É o nosso compromisso.
Programa eleitoral do PSD à Câmara Municipal de Abrantes

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Segunda-feira, 28.09.09

A NOSSA PRIMEIRA MEDIDA

 

Quem percorre o concelho, e nós percorremos a pé todas as ruas do concelho, sente que existe uma grande desunião e um sentimento de revolta e de rancor em relação à cidade de Abrantes, em virtude do tratamento absolutamente desigual, como se uns fossem filhos e outros enteados. Mesmo na Chainça isso se verifica esse sentimento.
É importante unir o concelho.
E a nossa primeira medida será precisamente a de instituir todos os meses uma freguesia capital do concelho, com vista a democratizar e unir o concelho.
Nesse mês, pelo menos, uma das reuniões da câmara será realizada na freguesia e serão levadas a cabo iniciativas culturais e desportivas, estimulando-se, assim, o intercâmbio cultural e desportivo entre as freguesias. Eu próprio, comprometo-me, a passar alguns dias nessa freguesia de forma a me inteirar e a sentir os problemas e as dificuldades dos munícipes.
Isso sucederá até ao final do mandato e não apenas nos primeiros dezanove meses até para se poder fazer a avaliação do que foi feito nessa freguesia nos dezanove meses anteriores.

E as reuniões e os eventos não se limitarão apenas à sede da freguesia até para evitar que suceda, ao nível da freguesia o que já sucede no concelho, com a valorização excessiva da sede. Para nós, todos são filhos de Deus, esse é o princípio a seguir, e todos têm direito a viver com um mínimo de qualidade de vida.

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Quinta-feira, 24.09.09

MEUS AMIGOS

 
É por vossa causa que nos candidatamos.
As nossas propostas são sérias e para cumprir. Queremos que os Abrantinos recuperem a esperança há muito perdida e voltem a acreditar que um futuro melhor para os seus filhos é possível.
Queremos um concelho mais solidário para com as pessoas mais necessitadas, devendo a Câmara Municipal, designadamente, comparticipar o pagamento dos medicamentos às pessoas de menores rendimentos e garantir o transporte dos utentes ao Centro de Saúde, nas freguesias onde não exista médico.
Queremos que os nossos jovens se fixem no concelho e, por isso, tudo faremos para incentivar a educação, o emprego e a habitação.
Também queremos um concelho mais seguro, onde os marginais não se sintam donos e senhores, perante a passividade do Presidente da Câmara e das autoridades públicas.
Acreditamos que a educação pode mudar as pessoas. Iremos, por isso, envolver as escolas e as associações nessa tarefa de cimentar valores essenciais para a vida em sociedade.
Abrantes tem também de conseguir federar toda uma região, afirmando-se como uma marca turística, cultural e social de qualidade e com uma identidade própria, tanto ao nível regional como nacional.
 
Mas tudo isto só é possível se concelho de Abrantes crescer e se desenvolver harmoniosamente, sem excluir ou privilegiar pessoas ou localidades.
 
Contem connosco para vos servir com dedicação, humildade, honestidade, justiça e lealdade.   

                                                                  

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Terça-feira, 22.09.09

APRESENTAÇÂO DO PROGRAMA ELEITORAL

Foi perante uma plateia de cerca de 150 pessoas que o PSD apresentou o seu programa eleitoral. 

Esta apresentação contou com a presença do Dr. Pacheco Pereira e do Dr. Vasco Cunha, candidatos a deputados, e que não deixaram de marcar presença nesta iniciativa, que, mais uma vez, mostrou a enorme aceitação e o sentimento de esperança que esta candidatura acarreta junto de todos.

Com intervenções iniciais da Eng. Manuela Ruivo e do Dr. Rui Coelho, coube a Santana Maia a apresentação do programa eleitoral do PSD.

 

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Segunda-feira, 31.08.09

PROGRAMAS

por António Belém Coelho

 
É um dado adquirido que, hoje, poucas ou nenhumas pessoas têm a disponibilidade, vontade e pachorra, passe a expressão, de ler aprofundadamente os programas que cada partido apresenta a sufrágio.
 
Por isso, calhamaços com montes de páginas, para além de terem um efeito imediatamente dissuasor da respectiva leitura, só servem para dar mais trabalho às gráficas, derrubar mais umas quantas árvores e massajar o ego dos respectivos mentores.
 
Acompanhando a vertigem dos tempos, no sentido em que as circunstâncias experimentam mudanças pouco menos que constantes, um programa deverá ser um documento que exprima de forma sintética as metas e objectivos que em cada domínio se pretende atingir.
 
Essas metas e objectivos deverão ser expressas de forma positiva, clara e sucinta, de forma a evitar interpretações dúbias e a desmotivação de quem se pretende informar.
 
Quanto a meios para lá chegar, acções a implementar para tal, só deverão ser mencionadas se efectivamente forem passíveis de suscitar discussão ou polémica importante; caso contrário, dever-se-á poder manter uma flexibilidade no que respeita à prossecução das mesmas, consoante as circunstâncias o aconselhem.
 
A nível nacional, assistimos exatamente a estes dois paradigmas: o partido socialista a apresentar um programa vertido ao que parece em cento e vinte páginas, que obviamente ninguém irá ler até ao fim; o partido social democrata, ao contrário, apresenta as suas propostas num programa muito mais apelativo em termos de leitura, por menos extenso e muito mais claro, sem por isso abdicar de referir todas elas.
 
A forma de um documento não é o mais importante, embora também o seja. O conteúdo continua a ter a primazia. Mas qualquer técnico de marketing reconhece que qualquer produto beneficia muito de uma embalagem mais atrativa.
 
Se, quanto à forma, já alguma coisa dissemos, quanto ao conteúdo, os juízos de valor que têm vindo a público, alguns provenientes de personalidades à partida insuspeitas, por oriundas da área socialista, são positivos relativamente ao programa do PSD.
 
Sobretudo no que respeita à premissa nele contida de que os recursos são sempre escassos (que de sobremaneira o adequa aos tempos correntes) e que é perfeitamente impossível afirmar que tudo se vai fazer. Nesse caso, alguma coisa terá que ficar para trás e está-se efectivamente a faltar à verdade.
 
E este exemplo programático deverá estender-se a outras escalas, nomeadamente ao poder local, onde já não há lugar para programas que mais parecem um longo rol de promessas e intenções, a maioria das vezes ignoradas, esquecidas e não cumpridas.

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Sexta-feira, 10.07.09

CENTRO HISTÓRICO E MUSEU IBÉRICO

 

A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços (e a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação), que obrigavam as pessoas a deslocar-se aqui, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
Ora, para revitalizar o Centro Histórico, é necessário seguir o percurso inverso.
Assim, propomos as seguintes medidas:
A) Mais serviços, mais pessoas
    - Trazer, de novo, para o Centro Histórico serviços que aumentem o fluxo de pessoas, designadamente: o Centro de Saúde, a Loja do Cidadão e a Tesouraria dos SMAS;
(No passado dia 20 de Maio, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes. Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios. Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação).
 - Trazer o Mercado Semanal para o sítio de onde nunca devia ter saído: parque de estacionamento do Convento de S. Domingos;
 - Manter a localização da Câmara Municipal;
 - Recuperar e requalificar o Mercado Diário;
 - Criar condições de conforto para a circulação das pessoas nas ruas do Centro Histórico, independentemente das condições climatéricas (cobertura de ruas e espaços públicos, com estruturas removíveis e recolhíveis, diminuindo assim a sazonalidade - centro comercial a céu aberto -.
  - Revitalizar, de forma gradual, as habitações degradas, iniciando, de imediato, um programa de recuperação de casas de famílias carenciadas, de modo a evitar o seu desenraizamento do meio a que pertencem.
Uma palavra para os comerciantes: criar condições para a redução da derrama dos comerciantes vai ser também uma prioridade.
Uma palavra para os jovens: iremos também criar incentivos para a fixação de jovens na cidade.
Uma palavra para os idosos que devem ser olhados com uma atenção especial: consideramos uma prioridade (a pensar sobretudo nos mais idosos), acentuar a mobilidade no centro histórico, através de passeios, rampas, bancos e sombras verdes.
 
B) Actuar na circulação e parqueamento:
- Abertura ao trânsito da Rua Nossa Senhora da Conceição;     
- Reavaliar, ponderadamente, toda a zona intervencionada no Centro Histórico, tendo por base o interesse dos moradores e comerciantes do Centro Histórico, relativamente à circulação automóvel;
- Implantar com urgência, um sistema de transportes gratuito e contínuo, ligando o Centro Histórico aos eixos e parques adjacentes;
- Construir um parque de estacionamento com dimensão adequada às necessidades e exigências de reanimação do Centro Histórico.
 
C) Quanto ao Museu:
As (poucas) discussões até agora havidas têm-se limitado a aspectos técnicos ligados ao projecto em si.
Ora, a nosso ver, um projecto desta dimensão exige a priori um estudo sério, fundamentado, rigoroso e detalhado sobre as condições do seu funcionamento, em termos de afluência esperada de públicos, receitas daí derivadas e caracterização desse mesmo público com vista a aquilatar dos benefícios ou não que o tecido económico e social da cidade poderá esperar.
Também é fundamental uma estimativa correcta dos custos a suportar com o pessoal (especializado ou não)  que necessariamente terá que ser contratado, bem como dos custos normais de funcionamento, certamente elevados num equipamento com a volumetria projectada e que requer condições próprias para a preservação das obras que se prevêem expor.  
Enfim, uma análise custo/benefício que não se esgota apenas na possível auto-sustentatibilidade do Museu, mas alarga-se aos possíveis impactos (económicos, de circulação, de hábitos culturais, etc) que possa vir a ter na Comunidade onde se irá inserir.
Assim, dada a proximidade das eleições autárquicas e tendo em conta a evidência de que esses estudos (estudos sérios sobre a viabilidade económica do Museu com esta dimensão) não foram efectuados, propomos que as decisões sobre este tema sejam suspensas.
Nós sabemos que um Museu com esta volumetria e impacto visual é a delícia dos políticos, dos arquitectos e das grandes construtoras. Mas, para nós, o Museu só faz sentido se for uma mais valia para a cidade e para os comerciantes.
Após vencermos as eleições, comprometemo-nos a efectuar um estudo sério e rigoroso sobre a viabilidade económica deste projecto, pois só assim é possível uma decisão correcta e acertada que não hipoteque o futuro da cidade e do Centro Histórico.

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Domingo, 05.07.09

MOURISCAS - PROGRAMA ELEITORAL

  

Mouriscas e o turismo sénior 

 

Trata-se de uma das soluções apresentadas no estudo da Universidade de Évora e visa a criação de um pólo de Turismo Ambiental e Rural. Esta solução tem por base a criação de micro empresas, dirigidas por mulheres desempregadas, com formação, e assenta em parcerias com um conjunto de entidades que apoiam os projectos, ajudam na procura de financiamentos, acompanham a sua execução, o acreditam e divulgam.
 
Indústrias tradicionais
Apoiar e divulgar as indústrias existentes, nomeadamente a tapeçaria em cairo. Temos para nós que a SIFAMECA é já o último bastião de fabrico desta indústria artesanal em Portugal, sendo pois um imperativo cultural a sua preservação.
Utilizando a mesma metodologia de parcerias, criar uma marca, recuperar o artesanato de Mouriscas, promover novos produtos e a criação de Espaço – fabrico.
 
Uma aposta de investimento no sector agrícola
Em Mouriscas as pessoas amam a terra, embora ela não pague o esforço e o trabalho. Mas, ao contrário de muitas cidades, vilas e aldeias nós temos uma Escola Profissional, a EPDRA e temos cooperativas e associações viradas para o desenvolvimento.
Com uma parceria entre estas entidades, definem-se os produtos mais apetecíveis ao mercado, se este azeite, ou aquela azeitona, os tipos de figo e os possíveis derivados destes ou outros frutos. Cria-se e delimita-se uma zona ou região de produção e certificação do produto final. Com a EPDRA encontram-se seguramente respostas para todas estas questões e bem assim a formação, porque ela estará seguramente ao lado de Mouriscas numa aposta de desenvolvimento sustentável.
 

Benfeitorias 

No levantamento que efectuámos dos melhoramentos mais necessários, constatámos que existirão obras de custos vultuosos mas, outras haverá, de baixo custo e com conciliação de interesses, que se resolvem com diálogo.
É sabido que a Junta de Freguesia não tem dotação orçamental para realizar grandes obras no seu espaço confinante, mas asseguro-vos que, como seu presidente me imponho pugnar por:
         1.      Promover um saneamento abrangente para Mouriscas por se tratar de um direito de todos. Temos consciência que devido a vários factores, não é viável fazer a ligação do saneamento de todas as casas ao colector da Estação de Tratamento, mas também acreditamos que determinados grupos de casas poderão estar ligados a uma fossa colectiva asséptica. Todos o pagam e evita-se a degradação dos solos e águas. O que Mouriscas não pode suportar é a continuação do actual estado de coisas, em que o colector do centro da aldeia vai desaguar numa ribeira que corre para o Tejo.
         2.      Promover a recuperação da Escola Primária, criando uma centralidade política, de serviços e social. Aqui funcionariam a Junta de Freguesia, a Biblioteca, associações, o museu, centros de formação, dinamização e apoio ao cidadão. Esta escola é, para várias gerações um hino e a sua recuperação um sonho. Esta recuperação será o símbolo de uma Mouriscas nova e esse sonho, seguramente difícil de concretizar, ao tornar-se realidade, ajudará também os mourisquenses a transformarem os seus sonhos em realidades.
        3.      Promover a criação de uma centralidade de lazer tendo por base um jardim com um pequeno circuito de manutenção, espaços de lazer e de tempos livres para juniores e seniores.
        4.      Promover a construção de um espaço coberto para actividades desportivas, suportado por uma parceria entre o Ministério da Educação, Câmara Municipal, Junta de Freguesia e associações, dirigido durante o dia a actividades escolares e no restante tempo adstrito a actividades das associações. Mouriscas tem durante o ano lectivo cerca de duzentos e cinquenta estudantes sendo que, mais de cento e setenta, são alunos da Escola Profissional. É da responsabilidade política do governo uma formação educativa com uma componente desportiva, não se podendo também alhear do acompanhamento extra horário lectivo.
Estamos a falar de alunos deslocados do seu habitat natural, alguns deles de países estrangeiros que, se estiverem a praticar desporto, não usarão o tempo em actividades menos sãs ou mesmo perniciosas.
        5.      Promover a recuperação do Largo do Espírito Santo, em Ferrarias.
        6.      O arranjo e a manutenção de ruas e caminhos estarão dependentes do saneamento, não fazendo qualquer sentido arranjar hoje uma estrada para partir no dia seguinte. Aliás, entendemos que a implantação da rede de saneamento é a oportunidade para rever a rede de distribuição de água.
        7.      Melhorar as acessibilidades para o Rio Tejo, o caminho ao longo do rio e colocação de caixotes de lixo.
        8.      Acordar com o Município o aproveitamento da água residual, aquela que agora vemos desperdiçada, da Fonte dos Amores, que daria entrada na rede, com a contrapartida da ligação a determinados fontanários, sem pôr em causa o abastecimento por parte da população. Seguramente, o caudal de água potável que entraria na rede, é muito superior ao consumido nos fontanários. Acreditamos que este acordo, também ele benéfico para todos, onde incluímos primeiramente o aproveitamento de água potável, só não foi ainda celebrado por manifesta má vontade de ambas as partes.
 
A Junta de Freguesia, o Presidente da Junta e a Comunidade
Aqui chegados, vou abordar o que entendemos ser a postura e desempenho da Junta de Freguesia e do seu Presidente para com a Comunidade.
A Lei não é redutora na definição das suas competências, limitando-se a enumerar aquilo que obrigatoriamente lhes cabe. Não poderemos vir a dizer que a Junta de Freguesia não disponibilizará um determinado serviço de apoio aos cidadãos, porque não cabe nas suas atribuições. A Junta de Freguesia tem que se moldar às necessidades dos fregueses e obriga-se a disponibilizar um conjunto de serviços, que dêem resposta às necessidades das pessoas e que agora são tratados noutros locais. Isto é um imperativo porque temos uma população envelhecida e dispersa numa terra onde quase não existem transportes públicos.  
Relativamente à relação com a Comunidade, assumimos uma postura de equidistância, onde todos os cidadãos serão vistos da mesma forma, quer no que toca aos direitos quer no que respeita aos deveres.
Como ainda não abordámos alguns dos objectivos desta candidatura, irei reproduzi-los sucintamente, uma vez que esta exposição vai demasiado longa:
         -        Constituir uma “Comissão para o Levantamento do Património Imobiliário a Recuperar”. Não faz sentido estar a debater o PDM sem este levantamento.
-        Proagir permanentemente junto do Poder Local (Município) e do Poder Central (Governo e Institutos públicos) na busca permanente das melhores soluções para o desenvolvimento de Mouriscas, a preservação da sua memória e identidade e a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes
         -        Criação de um espaço/centro de apoio ao cidadão (encaminhamento/facilitamento de assuntos relativos a segurança social, serviços centrais, pagamento de serviços, etc;
         -        Promover um protocolo com a ACATIM e o Centro de saúde visando a facilitação de pequenas necessidades de saúde dos idosos;
         -        Colaborar com a Câmara no sentido de se resolver a questão da mobilidade e transportes públicos dentro da freguesia e acessos ao Município, tanto no horário escolar como fora dele;
         -        Procurar articular os vários esforços associativos, eventualmente dispersos, no sentido da sua integração e complementaridade para a viabilização de projectos de interesse comum e sua rentabilização.
         -        Criar uma página na Internet. Numa sociedade de informação, em que a nossa terra pode chegar a casa de cada mourisquense, residam em que parte do mundo residirem, numa terra com tamanha capacidade cultural, nada foi feito pelos últimos executivos, para que os oriundos de Mouriscas pudessem partilhar os acontecimentos que aqui se registam. Por outro lado, este será, com outras formas de divulgação o meio preferencial de dar a conhecer o que de bom Mouriscas tem para oferecer.
         -        Colaborar com a Câmara na feitura de um folheto de divulgação da Freguesia de Mouriscas.

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Sábado, 04.07.09

APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS A MOURISCAS

  

No passado dia 20 de Junho, teve lugar o jantar de apresentação da lista concorrente à Junta de Freguesia de Mouriscas, no Restaurante “O Castiço”, em Mouriscas.
 
Com a presença de mais de 100 militantes e simpatizantes que encheram por completo a sala em clima de confraternização e grande animação, decorreu a apresentação dos elementos da lista concorrente à Junta de Freguesia de Mouriscas, pela candidatura AmarAbrantes.
 
De salientar as intervenções da mandatária da Juventude para a Freguesia de Mouriscas, Sofia Pita, do cabeça de lista Manuel Catarino, do Dr. Santana Maia, onde para além das linhas de força das respectivas candidaturas, foi efectuado um diagnóstico e apontadas linhas de actuação relativos aos problemas existentes na Freguesia, e de uma mensagem de apoio a esta candidatura do Dr. Carlos Alberto Santana Maia, que por motivos de saúde não pôde estar presente e do candidato à Câmara Municipal de Abrantes,
 
A mandatária da Juventude, Sofia Pita, na sua intervenção, apelou a uma maior participação dos jovens na definição, implementação e concretização de projectos na Freguesia, lamentando a falta de condições verificada até agora nos mais diversos domínios que levam a juventude de Mouriscas a procurar outras paragens e salientando que a candidatura AmarAbrantes, protagonizada localmente por Manuel Catarino, tem a virtude de chamar os jovens à participação, construindo assim o futuro.
 
O cabeça de lista Manuel Catarino a partir do seu diagnóstico sobre a situação da Freguesia, lamentando o abandono a que Mouriscas tem sido votada pela governação local socialista, apresentou uma série de propostas que se propõe implementar e que não poderão certamente deixar indiferentes todos os Mourisquenses que ama a sua terra.
 
Salientamos entre outras:
-   a criação de um pólo de turismo, Ambiental e Rural;
- a protecção e recuperação de indústrias tradicionais e artesanais da Freguesia;
- a criação de condições a nível local para o investimento no sector agrícola que tantas e tão profundas raízes tem em Mouriscas;
- a implementação de um saneamento abrangente para Mouriscas;
- a construção de um espaço coberto para actividades desportivas;
 
Da leitura da mensagem do Dr. Carlos Alberto Santana Maia, ex-bastonário da Ordem dos Médicos, ex-Governador Civil de Coimbra e ex-deputado do Partido Socialista, destacamos, pela importância que reveste, o seguinte excerto:
 
«Como militante do Partido Socialista, tenho pena de não poder contar com o António no meu partido, mas aceito perfeitamente a sua opção, aliás igual à de meu Pai, que tem a sua fotografia na Sede do PSD, em Abrantes, descerrada em cerimónia pública, à qual assisti (…).
Seria, certamente, uma grande alegria para o meu Pai participar nesse jantar. Estou certo que o António saberá tudo fazer para o desenvolvimento do Concelho de Abrantes, que tem enormes potencialidades e que nunca esquecerá Mouriscas, onde tem raízes familiares de que se orgulha. (…)
Por isso, não posso ficar indiferente à sua candidatura à Presidência da Câmara Municipal de Abrantes, não tendo qualquer dúvida em nele votar, se estivesse recenseado em Mouriscas, onde nasci, pois, para além dos Partidos, estão as Pessoas e, ainda mais, quando nos são queridas.»
 
Por fim, o candidato à Presidência da Câmara de Abrantes, na sua intervenção, para além do recordar e reafirmar as raízes profundas que o ligam à Freguesia, em particular e ao Concelho em geral, traçou as linhas de força da sua candidatura, que assentam fundamentalmente num espírito de serviço e de missão relativamente a todos os Munícipes do Concelho.
 
A lista concorrente à Junta é composta pelos seguintes elementos:
 
Lista Junta de Freguesia de Mouriscas- 2009
Manuel Catarino
Inspector P.J. aposentado
Manuela Alves
Engenheira
Amadeu Lopes
Engenheiro
Anabela Crispim
Professora
Isidro Pires
Empresário
Maria Helena Pita
Animadora Socio Cultural
Abel Correia
Reformado
Susana Filipe
Socióloga
Manuel Duarte
Motorista
Preciosa Branco
Doméstica
José Chambel
Funcionário Público
Patrícia Grilo
Professora
Luís Reis
Professor
Sofia Pita
Finalista de Direito
Carlos Grilo
Técnico cortador de carnes
Augusta Agudo
Empresária
Salustiniano Sério
Reformado
Elisa Matos
Auxiliar de Acção Educativa
Francisco Filipe
Electricista rebobinador
Joaquim Pita
Agricultor
Paulo Leitão
Electricista
Orlando Alpalhão
Empresário
Sofia Serrano
Arqueóloga

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Domingo, 28.06.09

DISCURSO DE DORA CALDEIRA EM ALFERRAREDE

 

No ano em que a freguesia de Alferrarede celebra as suas Bodas de Ouro, é com muita tristeza e revolta que constatamos, em pleno século XXI, a falta de saneamento básico em Alferrarede Velha, Barca do Pego e Casal das Mansas (onde os esgotos correm a céu aberto para ribeiras), a falta de iluminação em locais como a estrada de acesso ao CRIA e à Zona Industrial, valas com maus cheiros mesmo ao lado das residências no Tapadão… Isto para já não falar em Casais de Revelhos onde o avistamento da placa indicativa da terra convive com o cheiro da ETAR instalada à entrada da povoação.
 
Por outro lado, o abandono do centro de Alferrarede, o encerramento da estação dos Correios e as paragens praticamente inexistentes dos comboios na estação de Alferrarede são o testemunho da falta de empenho e de dinamismo do actual executivo da Junta de Freguesia na representação e defesa dos legítimos interesses da segunda maior freguesia do concelho de Abrantes.
 
A Alferrarede, como todos reconhecem, falta hoje, sobretudo, liderança. Isto é, quem não se conforme com a actual situação e seja capaz de liderar um projecto que torne o presente mais feliz para os idosos e o futuro mais risonho para os jovens, criando as condições necessárias para que aqui se possam estabelecer e investir, quer no plano pessoal, quer profissional.
 
Desde muito jovem que tenho sentido um grande apelo a assumir responsabilidades e dinâmicas dentro da freguesia de Alferrarede. Esta minha candidatura vem, de certa forma, dar continuidade e reforçar a minha intervenção e podem ter a certeza que, como em projectos que já assumi, me empenharei a tempo inteiro de alma e coração.
 
Esta é, aliás, a única razão pela qual me decidi candidatar a presidente da Junta de Freguesia de Alferrarede pelo Partido Social Democrata.
 
Gostaria agora de apresentar as pessoas que comigo se tem empenhado neste projecto comum, passo a chama-las:
 
João Luís Dias, José Seixas, Conceição Amaro, João Luís da Conceição (actual presidente do Centro Cívico de Alferrarede Velha e que não pôde estar hoje aqui presente), Lídia Dias, Hélder Marques, António Clemente, José Ângelo Costa, Susana Amaro, Jorge Jacinto, Marta Dias, Cremildo Lopes, João Miguel Salvador, David Pombo, Maria João ramos (não pode estar presente por motivo de doença) e Carlos Nascimento.
 
Se vencermos as próximas eleições, como esperamos, e Alferrarede necessita, iremos propor as seguintes medidas:
 
Quanto à Saúde/Acção Social:
 
Melhorar as acessibilidades do Centro de Saúde, acompanhar as IPSS da freguesia e profissionalizar a Rede Social da Freguesia (isto é, colocar lá uma técnica a tempo inteiro).
Fomentar o alargamento do apoio domiciliário à terceira idade com a introdução de brigadas móveis de apoio (saúde, social, …)
 
Quanto à Segurança:
 
Denunciar todas a situações de insegurança conhecidas, às forças de segurança, Câmara Municipal, Governo Civil e tutela. O aumento de população, o que vai acontecer inevitavelmente com a vinda da ESTA para a freguesia deve ser acompanhado pelo aumento do policiamento, especialmente, o de proximidade. Há que rever a problemática do trânsito (sinalização e estacionamento)
 
Quanto à Educação:
 
Iremos levar a cabo a articulação entre o Novo Centro Escolar de Alferrarede e a sociedade civil. Criaremos uma comissão para acompanhar a instalação da ESTA na freguesia, que forneça um mapa com todos os serviços à disposição na freguesia, desde o alojamento à restauração local. Evitar a dispersão é um dos nossos objectivos, para potenciar o novo fluxo de jovens. Apoiaremos as escolas do 1º ciclo, nomeadamente com actividades lúdicas, educacionais, desportivas e bens de primeira necessidade, tal como sentimos como essencial a existência de um transporte escolar para as crianças transportadas.
 
Quanto ao Desenvolvimento Económico/ Turismo/ Desemprego:
 
O potencial de turismo local, de vertente museológica/arqueológica é enorme:
-     A história da indústria do Azeite em Alferrarede já merece um pequeno Museu do Lagar;
-      Os fornos na Barca do Pego;
-      Os achados arqueológicos nas margens do Tejo; etc.
 
Pela via do nosso potencial turístico, não só se poderá desenvolver a freguesia num campo que, até agora, está completamente esquecido e ignorado, também se poderão criar novos postos de trabalho, onde se deve de dar uma especial prevalência aos jovens da terra, porque, quem melhor do que eles, conhece Alferrarede.
Criar um site da Junta de Freguesia de Alferrarede, assim como um panfleto alusivo ao turismo e história da freguesia, serão instrumentos valiosos na divulgação da Alferrarede.
 
Sabemos que não é fácil concretizar algumas destas medidas, mas por acreditarmos nos elevados benefícios que dai advêm para a freguesia, tudo faremos para torna-las uma realidade. Para isso contamos com a nossa tenacidade e com o nosso espírito de perseverança.
 
Urbanismo:
 
Criar espaços verdes nos maiores núcleos da freguesia.
Criar zonas de lazer na ribeira de Alferrarede Velha e no futuro Museu do Lagar.
Valorizar o centro histórico de Alferrarede, onde pensamos, inclusive, na construção de sanitários e balneários públicos.
 
Quanto ao Desporto/ OTL/ Associativismo:
 
Estabelecer protocolos com a CM para a cedência das escolas que vão deixar de ser utilizadas.
Dinamizar as Associações da freguesia, dando apoio na elaboração das candidaturas a apresentar no âmbito dos vários programas concelhios e distritais de apoio a eventos e ao funcionamento.
Promover o bom relacionamento entre todas as entidades (desportivas, religiosas e de cariz social) – reactivar festas, desporto e outras iniciativas culturais – angariar fundos para benefícios sociais, com a programação de reuniões com os responsáveis das associações para, entre os intervenientes, se criarem sinergias que visem relançamento de actividades comuns (reunir duas vezes no ano para conciliar ou programar actividades).
 
Estas serão apenas algumas das linhas programáticas que farão parte deste projecto de candidatura à junta de Alferrarede.
 
Sendo Alferrarede, hoje em dia, uma freguesia perfeitamente integrada na malha urbana da cidade de Abrantes, deve procurar acompanhar o desenvolvimento da cidade, sem esquecer as raízes daquela que foi, em tempos, a freguesia mais pujante do concelho, e umas das mais importantes do distrito, facto, infelizmente, pouco acentuado, nas actuais comemorações do cinquentenário.
 
A componente Industrial, discordando ou não da forma como está implantada na nossa freguesia, a verdade é que Alferrarede foi uma das principais vítimas do impacto de um crescimento que de forma alguma foi sustentado.
 
Para a candidatura do Dr. Santana Maia, Alferrarede não pode continuar a ser uma freguesia de escombros e de subúrbio, mas tem de fazer parte, obrigatoriamente, de um anel de qualidade em torno da cidade: um local em que a simbiose com o verde da nossa paisagem seja uma realidade e qualidade de vida seja uma certeza.
 
A herança de Alferrarede, que nos foi deixada pelos nossos antepassados, alguns deles ainda entre nós e de quem muito nos orgulhamos, sendo o fruto da visão de alguns e do suor e trabalho de muitos, é algo a que seremos sempre fiéis na construção do futuro.
 
Alferrarede pode contar connosco e, contando connosco, Alferrarede também sabe com o que pode contar. Ou seja, com seriedade, lealdade, rigor, dedicação, devoção, empenho e, essencialmente, muito trabalho.
 
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Terça-feira, 23.06.09

POR QUE ME CANDIDATO

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 10ª parte)

 
Para terminar, gostaria de dizer o seguinte: o nome Santana Maia, mais do que um nome de família, é uma árvore com raízes bem fundas no concelho de Abrantes.
 
A corrupção, como disse recentemente a Procuradora Maria José Morgado, é o imposto mais caro que pagamos e o urbanismo é uma área de enriquecimento ilícito incontrolável. Este é um problema que é necessário ter coragem para enfrentar. E nós temo-la.
 
Como sabem, não me candidato à Câmara de Abrantes nem para dar emprego à minha família ou aos meus amigos, nem para resolver o problema da minha rua ou do meu bairro, nem para ser o candidato da minha freguesia.
 
Candidato-me em nome das dezanove freguesias do concelho de Abrantes e para continuar a cumprir o destino que o meu tio João Santana Maia me disse um dia ser o nosso: servir com a máxima dedicação e humildade as pessoas deste concelho.

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Domingo, 21.06.09

QUANTO À MARCA «ABRANTES»

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 7ª parte)
 
Abrantes tem de se concentrar naquilo que tem de bom para oferecer a quem vem de fora, e criar um marca, de âmbito nacional. A marca “ABRANTES”.
  
Abrantes tem de voltar a ser a Cidade Florida. E este vai ser um dos grandes objectivos deste mandato.
 
O potencial turístico do concelho é enorme e só é pena que a autarquia demonstre tanta incapacidade para o aproveitar. Urge criar pólos turísticos um pouco por todo o concelho, atendendo à diversidade da oferta: albufeira do Castelo de Bode; castelo e todo o património histórico da cidade; o Tejo em toda a sua extensão concelhia, desde Alvega a Rio de Moinhos; a planície do sul do concelho, etc.
 
O potencial é enorme e o que se fez nestes anos é muito pouco, tendo sobretudo em conta os enorme recursos financeiros que a autarquia teve ao seu dispor, o que só vem demonstrar falta de visão e de competência. (cont.)

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Sábado, 20.06.09

QUANTO AOS SERVIÇOS

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 8ª parte)

  

Qualquer Câmara Municipal é, antes de mais, uma prestadora de serviços. E o que eu não posso deixar de estranhar é que, num país, onde a burocracia asfixia totalmente a actividade das empresas e paciência dos munícipes, nenhum candidato se preocupe com esse aspecto.
  
Aliás, conheço poucas câmaras em que os presidentes e os vereadores não atirem para cima dos funcionários, dos gabinetes técnicos e das leis a responsabilidade última pela ineficiência dos serviços.
 
Isto vai acabar em Outubro, se vencermos as eleições, porque, a partir desse dia, vai passar a haver uma pessoa a quem os munícipes poderão pedir contas se as coisas não correrem bem. Essa pessoa será o presidente da Câmara. (cont.)

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Sexta-feira, 19.06.09

QUANTO À CIDADE E AO CENTRO HISTÓRICO

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 6ª parte) 

 
A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
 
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços, que obrigavam as pessoas a deslocar-se ali, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
 
Acresce que a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação. E se a Câmara, então, sair dali, como é vontade expressa dos socialistas, o centro histórico passará a ser um centro fantasma.
 
A construção de um grande parque de estacionamento de apoio ao centro histórico é uma prioridade, mas não é suficiente. Porque, se não houver uma razão que obrigue um grande fluxo de pessoas a deslocarem-se ali, diariamente, o parque de estacionamento apenas servirá de poiso aos indigentes e marginais.
 
No passado dia 20 de Maio, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes. Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
 
Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação (existem, pelo menos, três que reúnem essas condições). (cont.)

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Quinta-feira, 18.06.09

CULTURA E DESPORTO

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 5ª parte)
 
Nós não aceitamos que a Câmara gaste mais em programas culturais que servem apenas uma pequena clientela do que em promover os artistas e os grupos da região. A partir de Outubro, Abrantes irá passar a ser o ponto de encontro e de divulgação dos artistas e dos grupos não só do nosso concelho mas também de toda a uma região que Abrantes aspira a liderar e federar.
 
Como apaixonado do desporto e praticante desportivo, não posso calar a minha indignação e revolta pelo facto de o concelho de Abrantes ter tantos campos de relva sintética como campos de basebol. Os autarcas não têm de nos impingir os seus gostos desportivos, à custa do dinheiro dos contribuintes.
 
Se o futebol é o desporto com maior número de praticantes, os campos de relva sintética, no ano 2000, deveriam ser proporcionais ao número de praticantes. Campos de relva sintética ao serviço das associações desportivas, das escolas e de todos os cidadãos, em geral, que gostam de praticar a modalidade.
 
Se o futebol é o desporto nacional, por que razão continua a existir este complexo de esquerda de negar ao povo, em geral, e aos jovens, em particular, nas escolas e nas suas freguesias, a prática do seu desporto favorito, em campos com as condições adequadas? (cont.)

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Quarta-feira, 17.06.09

QUANTO À SEGURANÇA

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 4ª parte)
 
Todos sabemos que o município não se pode substituir ao Estado no seu papel de garante da segurança pública. No entanto, deve utilizar todos os meios para pressionar a tutela a intervir no sentido de garantir a segurança dos cidadãos: alterando a legislação criminal, fazendo o acompanhamento e a fiscalização dos programas de reinserção social, reforçando o policiamento nas zonas de maior conflito e agilizando o sistema de justiça para que o crime não continue a ser uma actividade altamente compensadora.
 
Assobiar para o ar, à espera que a tempestade passe, ou enterrar a cabeça na areia é que não pode continuar a ser a solução. Garantir a segurança nos pequenos e médios estabelecimentos é uma das vertentes da segurança pública que, se não funcionar, acarreta sérios prejuízos para a economia local e nacional. Os pequenos comerciantes não podem servir apenas para pagar impostos e pagar multas.
 
Por outro lado, não aceitamos que o Governo continue a financiar o crime e a marginalidade. Quem recebe apoios sociais tem de saber que também tem deveres para com aqueles que pagam impostos para que eles possam continuar a receber esses apoios. (cont.) 

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