Artur Lalanda Abrantes, 6 de Janeiro de 2011 (11 horas) De passagem, acidental, pela Praça Raimundo Soares, constatei a chegada dos miúdos da escola dos Quinchosos, acompanhados pelas professoras e auxiliares, que se alinhavam frente ao Palácio Falcão, enfeitados com coroas improvisadas. Foram recebidos pela vereadora Celeste Simão, que cumprimentou as professoras e alguns miúdos. A cerimónia, previamente encomendada aos reporteres e fotógrafos, foi devidamente registada. (como (...)
por Dora Caldeira Diz o dicionário que o significado de Banco é uma instituição que serve para guardar ou conceder empréstimos. Ora, guardar é um verbo que não denota grande iniciativa ou movimento e quem concede empréstimos, geralmente quer à posteriori reaver mais do que aquilo que emprestou. Por isso, quando leio as noticias na imprensa regional sobre os vários Bancos que a Câmara (...)
por Manuel Catarino Armado em tonto, a cantarolar logo de manhã, porque só pode ser tonto quem cantarola com esta crise, meto a chave na caixa do correio e sai de lá de dentro uma molhada de papel. Umas poucas contas e um montão de publicidade de produtos que eram um regalo para os olhos e uma asfixia para a carteira. No meio deste embrulho vejo uma revista com um papel de superior qualidade e (...)
Para ouvir a opinião de Medina Carreira sobre o Magalhães e no que se está a transformar a política em Portugal, clique sobre a imagem. (Duração:apenas 4m e 20s)
Eurico Heitor Consciência Caro Presidente, Cá me tem outra vez. Disse-lhe na carta anterior que os seus serviços de propaganda deverão ser exterminados. Vou dizer porquê: são caros, caríssimos e ineficazes ou contraproducentes e de todo dispensáveis, porque, com proveito para todos, podem ser substituídos por meios que não custarão um tostão à Câmara, que o mesmo é dizer que me não custarão nada a mim nem aos outros contribuintes. Actualmente, os contribuintes estarão a (...)
Eurico Heitor Consciência Meu caro Presidente, Prometi por duas ou três vezes falar dos seus serviços de propaganda mas ainda não cumpri. Estou como os políticos: generosos e prontos nas promessas, mas lentos e avaros ou esquecidosno cumprimento das mesmas. Mas tarde é o que nunca chega e hoje vou finalmente falar dos seus serviços de propaganda. Mas, antes de apontar ao âmago da questão, há que fazer duas ou três advertências, e apresso-me a fazê-las, porque sei que alguns (...)
por António Belém Coelho
Uma das poucas pessoas que não terá dado pelo facto de estarmos numa crise, classificada por quase todos os especialistas como sendo a mais grave desde a grande depressão, ou mesmo equivalente, e que prolongará ainda durante mais algum tempo (medido em anos), é certamente o nosso Primeiro Ministro.
Que um Primeiro-ministro tenha que ser optimista dentro dos limites e tenha que procurar incutir confiança nos agentes económicos e cidadãos em geral, (...)
por António Belém Coelho Vem hoje publicado num dos principais jornais diários do País. Quando do Dia Mundial da SIDA, e com a pompa e circunstâncias habituais que os nossos governantes Socialistas tanto gostam, a Ministra da Saúde e a Ministra da Educação foram a uma cerimónia de apresentação e divulgação das acções sobre prevenção e informação deste assunto, nas Escolas. Quando (...)
in Público de 6/12/08 - artigo de Eduardo Cintra Torres Para a queda da SIC, poderá ter contribuído a reorientação da sua informação a favor do poder, o que não estava de acordo com a imagem que criou ao longo dos anos. Nos últimos meses, a SIC e a SICNcomeçaram a alinhar com os interesses informativos do Governo, a ponto de se verificar uns sistemáticos alinhamento e servidão nos (...)
in Público de 6/12/08 - artigo de Eduardo Cintra Torres
Para o poder político, as “agências” de comunicação” têm a vantagem de diluir o destino do dinheiro destinado à sua propaganda. Como um governo não pode “comprar” jornalistas, arranjou-se o processo de pagar a “agências”, sendo estas que usam o nosso dinheiro de formas que dificilmente viremos a conhecer. (…)
Este quadro é particularmente gravoso na actualidade porque o (...)