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COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

COLUNA VERTICAL

"Barcelona respira liberdade e harmonia por todos os poros."

Artur Lalanda Abrantes, 6 de Janeiro de 2011 (11 horas) De passagem, acidental, pela Praça Raimundo Soares, constatei a chegada dos miúdos da escola dos Quinchosos, acompanhados pelas professoras e auxiliares, que se alinhavam frente ao Palácio Falcão, enfeitados com coroas improvisadas. Foram recebidos pela vereadora Celeste Simão, que cumprimentou as professoras e alguns miúdos. A cerimónia, previamente encomendada aos reporteres e fotógrafos, foi devidamente registada. (como (...)
por Dora Caldeira   Diz o dicionário que o significado de Banco é uma instituição que serve para guardar ou conceder empréstimos. Ora, guardar é um verbo que não denota grande iniciativa ou movimento e quem concede empréstimos, geralmente quer à posteriori reaver mais do que aquilo que emprestou.  Por isso, quando leio as noticias na imprensa regional sobre os vários Bancos que a Câmara (...)
08 Fev, 2009

O MONÓLITO

 por Manuel Catarino  Armado em tonto, a cantarolar logo de manhã, porque só pode ser tonto quem cantarola com esta crise, meto a chave na caixa do correio e sai de lá de dentro uma molhada de papel. Umas poucas contas e um montão de publicidade de produtos que eram um regalo para os olhos e uma asfixia para a carteira. No meio deste embrulho vejo uma revista com um papel de superior qualidade e (...)
Eurico Heitor Consciência Caro Presidente, Cá me tem outra vez. Disse-lhe na carta anterior que os seus serviços de propaganda deverão ser exterminados. Vou dizer porquê: são caros, caríssimos e ineficazes ou contraproducentes e de todo dispensáveis, porque, com proveito para todos, podem ser substituídos por meios que não custarão um tostão à Câmara, que o mesmo é dizer que me não custarão nada a mim nem aos outros contribuintes. Actualmente, os contribuintes estarão a (...)
Eurico Heitor Consciência Meu caro Presidente, Prometi por duas ou três vezes falar dos seus serviços de propaganda mas ainda não cumpri. Estou como os políticos: generosos e prontos nas promessas, mas lentos e avaros ou esquecidos no cumprimento das mesmas. Mas tarde é o que nunca chega e hoje vou finalmente falar dos seus serviços de propaganda. Mas, antes de apontar ao âmago da questão, há que fazer duas ou três advertências, e apresso-me a fazê-las, porque sei que alguns (...)
21 Dez, 2008

O LEGADO

por António Belém Coelho   Uma das poucas pessoas que não terá dado pelo facto de estarmos numa crise, classificada por quase todos os especialistas como sendo a mais grave desde a grande depressão, ou mesmo equivalente, e que prolongará ainda durante mais algum tempo (medido em anos), é certamente o nosso Primeiro Ministro.   Que um Primeiro-ministro tenha que ser optimista dentro dos limites e tenha que procurar incutir confiança nos agentes económicos e cidadãos em geral, (...)
12 Dez, 2008

O BIG BROTHER

por António Belém Coelho  Vem hoje publicado num dos principais jornais diários do País. Quando do Dia Mundial da SIDA, e com a pompa e circunstâncias habituais que os nossos governantes Socialistas tanto gostam, a Ministra da Saúde e a Ministra da Educação foram a uma cerimónia de apresentação e divulgação das acções sobre prevenção e informação deste assunto, nas Escolas. Quando (...)
09 Dez, 2008

A SIC E O PODER

in Público de 6/12/08 - artigo de Eduardo Cintra Torres   Para a queda da SIC, poderá ter contribuído a reorientação da sua informação a favor do poder, o que não estava de acordo com a imagem que criou ao longo dos anos. Nos últimos meses, a SIC e a SICN começaram a alinhar com os interesses informativos do Governo, a ponto de se verificar uns sistemáticos alinhamento e servidão nos (...)
in Público de 6/12/08 - artigo de Eduardo Cintra Torres   Para o poder político, as “agências” de comunicação” têm a vantagem de diluir o destino do dinheiro destinado à sua propaganda. Como um governo não pode “comprar” jornalistas, arranjou-se o processo de pagar a “agências”, sendo estas que usam o nosso dinheiro de formas que dificilmente viremos a conhecer. (…)   Este quadro é particularmente gravoso na actualidade porque o (...)