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COLUNA VERTICAL


Segunda-feira, 08.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/11/10 (extracto I)

(IN)SEGURANÇA EM ABRANTES 

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

 

Em menos de uma semana, num raio de cem metros em volta da Câmara, foram assaltados a Farmácia Silva, o café Chave d'Ouro, uma loja de roupa, a Assembleia  e foi agredido o senhor Cortez, por um grupo de jovens, em plena praça Barão da Batalha e em pleno dia.

Nada disto, aliás, nos espanta.

 

Abrantes está apenas a colher aquilo que o Partido Socialista, através da sua governação, andou a semear.

 

Só a senhora presidente e o senhor comandante da PSP se recusam a ver o óbvio, continuando a afirmar, perante a evidência, que o que se tem passado em Abrantes está dentro dos parâmetros da normalidade.

 

No entanto, perante esta onda de assaltos e agressões nas barbas da Câmara, os vereadores do PSD gostariam de saber se a senhora presidente ainda continua a considerar Abrantes uma cidade segura ou se já consciencializou, finalmente, da grande insegurança em que os comerciantes, em particular, e os cidadãos, em geral, vivem em Abrantes.

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Domingo, 24.10.10

INSEGURANÇA EM ABRANTES

Júlia Ramira R. da Silva Ruivo - in Diário de Notícias de 21/10/10

  

Depois de passar o Parque Urbano da Cidade de Abrantes, na Direcção de S. Jerónimo, numa Estrada à esquerda sem saída, mas ainda dentro do perímetro da Cidade, encontram-se 2 quintas, uma bem visível e outra mais isolada, composta por 3 casas e barracões, que se encontram para venda, com um letreiro de uma Agência imobiliária.

 

Duas das casas são propriedade de uma senhora de 99 anos, sem filhos, residente em Lar. A outra pertence a seu irmão de 89 anos, residente noutro Lar, e de sua mulher de 86, que vive em Lisboa, com a mais velha das duas filhas do casal. Esta é a responsável em ambos os Lares pelos idosos e tem a seu cargo a mãe. Também possui uma Procuração, com poderes especiais para venda e tudo o que se relacione com as propriedades e as referidas casas. As 2 filhas residem em Lisboa e deslocam-se a Abrantes regularmente, a fim de visitarem os idosos e as habitações.

 

Desde que as casas ficaram desabitadas, que têm sido alvo de sucessivos assaltos. O primeiro assalto ocorreu, pelo tecto das mesmas, limitando-se os assaltantes a revistar cómodas e gavetas, procurando valores que não existiam. Num segundo e terceiro momento, desmontaram esquentadores e levaram alguns outros electrodomésticos.

 

Perante isso, os proprietários retiraram o recheio das habitações, deixando-as vazias.

 

Na sexta-feira, dia 15 de Outubro, um amigo da família verificou que duas das casas tinham sido novamente assaltadas, e os larápios, desta vez, tinham desmontado e levado integralmente, 12 janelas de alumínio e vidro duplo de abrir, e forçado as portas, igualmente de alumínio, num prejuízo que rondará os 5.000.00 euros.

 

De imediato, telefonou à mais velha das filhas, que de Lisboa, solicitou a um familiar que se deslocasse à PSP e levasse um agente ao local. Assim aconteceu, entre as 19h e as 20h de dia 15 de Outubro. O mesmo agente informou, que no dia seguinte, sábado, as filhas deveriam apresentar queixa na Esquadra e um cálculo dos prejuízos.

 

No sábado dia 16 de Outubro, o proprietário de uma das casas fazia 89 anos. As filhas receando que a mãe de 86, pudesse ser vítima de ataque cardíaco, ao ver o fruto do seu trabalho e da sua vida destruído, decidiram não a informar do sucedido e levaram-na para junto do seu marido. De seguida, por volta das 12 horas, dirigiram-se à Esquadra da PSP de Abrantes, a fim de formalizarem a queixa.

 

O agente que as recebeu não tinha conhecimento do que se tinha passado. No Livro de Ocorrências, na noite anterior não constava a saída do 1º agente. Apareceu outro agente seguido dum outro, que presumiram tratar-se do Chefe da Esquadra. Este procurou saber se as presentes eram as proprietárias. Quando lhes foi dito, que os proprietários eram os pais e a tia, disse, que, tratando-se de um crime semi-público, só os proprietários poderiam apresentar Queixa. Foi-lhe explicado que tinham 99, 89 e 86 anos. Que dois deles residiam em Lares, e que mesmo que lá fossem, não estavam em condições físicas e psíquicas de prestar declarações. E que, não queriam informar a mãe de 86 anos, porque morreria, certamente! Foi ainda explicado, que uma das filhas tinha uma Procuração com poderes especiais para venda e tudo o que se relacionasse com as ditas habitações.

 

Que não, a Procuração não servia, tinha de ser uma declaração específica para apresentação de queixa-crime, porque a Lei assim determinava. E que tinham 6 meses para o poder fazer.

 

Embora a Procuração que atribui poderes para venda dos Artºs não especifique casos de Crime ou roubo, consultada posteriormente a Notária, esta pensa não ser lógico, que se possa vender, registar, e dispor sobre um bem, e não se possa apresentar uma queixa-crime do mesmo bem.

 

O Sr. Chefe da PSP, não procurou sequer saber o que tinha acontecido em concreto, nem quando, nem onde.

 

O que ocorre na Cidade, não deve interessar à PSP, a menos que a queixa seja apresentada de acordo com a Lei.

 

Como é possível que aconteça uma coisa destas? Que País é este, com uma Polícia desumanizada, que trata os Cidadãos como inimigos, não defende nem compreende a situação particular em que se encontram os idosos, preferindo ignorar as queixas, mesmos tratando-se de um crime semi-público, premiando assim, os Ladrões, que podem continuar a roubar livremente?

 

Chamo-me Júlia Ruivo, sou a mais velha das filhas e posso provar tudo o que afirmo.

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Quinta-feira, 19.08.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 28/6/10 (acta fls.21)

COLOCAÇÃO DA SINALÉTICA DO POSTO DA PSP

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD

 

N° 25 - Proposta de Deliberação dos vereadores eleitos pelo PSD, referente à colocação de sinalética do posto do PSP e nos principais cruzamentos e rotundas, apresentada em 31 de Maio de 2010, que abaixo se transcreve:

 

"Várias pessoas se nos têm queixado de não conseguir dar com o posto da PSP, uma vez que o mesmo não está sinalizado.

 

Tendo percorrido as várias rotundas e cruzamentos da cidade, pudemos constatar que, efectivamente, o posto da PSP não está sinalizado, criando dificuldades aos cidadãos que aí se pretendem dirigir.

 

Ora, não é admissível que uma cidade como Abrantes não tenha sinalética indicando a localização do posto da PSP nos principais cruzamentos e rotundas.

 

Face ao exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação:

 

Deverá ser colocada, com a máxima urgência, nos principais cruzamentos e rotundas da cidade sinalética adequada, indicando a localização do posto da PSP." (...)

 

Deliberação: Por unanimidade aceitar formalmente a proposta, a título de recomendação, e remeter aos serviços para junção ao processo em desenvolvimento.

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Segunda-feira, 05.07.10

Reunião da Câmara de 5/7/10 (extracto I)

A MORTE SAIU À RUA

Declaração dos vereadores do PSD

Capa Frente.jpg

O recente homicídio, a sangue frio e de forma absolutamente gratuita, do motorista Nelson Silva, de 37 anos, na área de serviço de Abrantes da A23 era tão escusado como previsível. E se os autores materiais do crime já estão presos (se bem que por pouco tempo, face à nossa legislação criminosa), os autores morais continuam à solta.

O que era de esperar de três jovens criados numa comunidade que tem por referências morais indivíduos que se dedicam à criminalidade, que não têm o mínimo respeito pelas autoridades, que desprezam a vida humana, que aterrorizam a cidade, que vivem na mais absoluta impunidade, que apresentam sinais exteriores de riqueza sem trabalhar e que ainda são premiados pelo Estado com casa e rendimento social de inserção?

Se os três jovens foram os autores materiais deste hediondo crime, bem revelador da falta de valores em que foram criados e da comunidade onde estão inseridos, o Estado português é o seu autor moral, nas suas diferentes vertentes:

         -        a Escola, porque se demitiu de educar estes jovens, sendo a escolaridade obrigatória;

         -        a Segurança Social, porque continua a fechar os olhos aos sinais exteriores de riqueza que apresentam e às actividades ilícitas a que se dedicam;

         -        o Governo e a Assembleia da República porque criaram uma legislação criminosa que protege e financia os criminosos, promove o crime e desprotege completamente as vítimas e as testemunhas honestas;

         -        os Tribunais porque preferem refugiar-se na justiça formal, feita de testemunhas e de vítimas que, para salvarem as suas vidas e dos seus familiares, têm de negar ou calar o que sabem e o que viram, a enfrentar a dura realidade de uma cidade "sem rei, nem roque";

         -        a Autoridade Pública, totalmente desautorizada, que só é forte perante os fracos e que treme perante uma comunidade de delinquentes que, à vista de todos, conduz sem carta, se passeia armada pelas ruas, ofende e agride a autoridade, assalta e agride quem lhe apetece e aparece pela frente, sem que nada lhes aconteça;

         -        e, finalmente, a Câmara Municipal que assiste, impávida e serena, ao lavrar do incêndio pela cidade sem um gesto público de indignação e sem ser capaz de liderar a comunidade abrantina que clama pelo direito de viver em paz e em segurança.

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Quarta-feira, 02.06.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 31/5/10 (extracto III)

POSTO DA PSP - SINALÉTICA

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD 

 

Várias pessoas se nos têm queixado de não conseguir dar com o posto da PSP, uma vez que o mesmo não está sinalizado.

 

Tendo percorrido as várias rotundas e cruzamentos da cidade, pudemos constatar que, efectivamente, o posto da PSP não está sinalizado, criando dificuldades aos cidadãos que aí se pretendem dirigir.

 

Ora, não é admissível que uma cidade como Abrantes não tenha sinalética indicando a localização do posto da PSP nos principais cruzamentos e rotundas.

 

Face a exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação: 

Deverá ser colocada, com a máxima urgência, nos principais cruzamentos e rotundas da cidade, sinalética adequada, indicando a localização do posto da PSP.

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