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COLUNA VERTICAL


Domingo, 19.06.11

BALANÇO 18 MESES DE MANDATO (VI)

Vídeo que serviu de base à intervenção de Rui André

Dossiê IX - Um Concelho Solidário 

 

  

Ver DOSSIÊ IX: Um Concelho Solidário

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Domingo, 03.04.11

NESTA DEMOCRACIA TENHO DE ESTAR CALADO...

Rui André um político independente feliz por dizer aquilo que pensa… 

 

Nesta Democracia posso falar mas tenho de estar calado ...

 

Nem sempre estou bem disposto e motivado para escrever e reflectir sobre a vida política. Mas hoje estou perplexo e bastante ansioso depois de ter lido o texto do Dr. Santana Maia "A minha intervenção no Plenário do PSD".

 

Como cidadão livre de qualquer intenção de progredir na política, penso que tenho o dever de mostrar as minhas sensibilidades e aquilo em que eu realmente acredito. Talvez não tenha nascido para a política, mas tenho a certeza de que nasci para viver num mundo melhor e mais justo.

 

Neste momento, estou cansado de ouvir pensamentos desonestos, humilhantes e irritantes que denotam falta de inteligência e falta de visão estratégica para o concelho de Abrantes. Ninguém é dono da verdade nem mesmo à minha pessoa.

 

Nasci num berço de dificuldades e pertenço à uma casta especial: a casta do povo, simples, trabalhador e honesto. Este estatuto permite-me opinar sem complexo e sem medo de represálias.

 

Gostei muito da forma como o Dr. Santana Maia abordou o problema do PSD de Abrantes. Tenho lido as suas intervenções e as suas opiniões sobre a política em Portugal e concordo em grande parte com ele. Como ele refere num dos seus textos: Na vida há dois tipos de pessoas: as que nascem para comer os frutos e as que nascem para plantar as árvores.

 

Também eu nasci para plantar as árvores e tenho trabalhado nestes últimos anos em prol do desenvolvimento da freguesia de Rio de Moinhos, na política como Presidente da Assembleia de Freguesia e como Presidente da Junta de Freguesia e a nível associativo, como fundador da APEOCA (Associação de Pais e Encarregado de Educação dos Estabelecimentos de Ensino do Oeste do Concelho de Abrantes); como fundador da Associação Juvenil Remoinhos d´Água; como Presidente da Assembleia Geral da Filarmónica Riomoinhense; como fundador e Presidente da Comissão Social de Freguesia de Rio de Moinhos; actualmente pertenço a Direcção da Conferência S. Vicente de Paul da Freguesia de Rio de Moinhos; Faço parte da Comissão alargada da CPCJ entre outras...

 

Durante o meu mandato na Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, recebi vários convites para os quatro maiores partidos políticos do concelho de Abrantes, sempre recusei e sei que se tivesse aceite, não estaria hoje a escrever este artigo desadequado para os formalismos políticos habituais e gastos de tanta hipocrisia. Gosto sempre de dizer aquilo que penso e com total liberdade.

 

A freguesia de Rio de Moinhos sempre foi tencialmente de esquerda mas, nestes últimos 12 anos, o PSD ganhou com 3 maiorias absolutas (2001, 2005 e 2009) não por mérito do PSD local mas, sim, por mérito dos representantes das listas que nela trabalharam e trabalham, ou seja, sem interesses pessoais mas com muito trabalho, dedicação e Amor pela Freguesia de Rio de Moinhos.

 

Os membros das três listas vencedoras sempre tiveram total liberdade para votar de livre consciência nas Assembleias de Freguesia. Sei de alguns companheiros que votam, a nível nacional, no Partido Socialista e continuam nas listas do PSD como amigos de luta pelo desenvolvimento da freguesia de Rio de Moinhos. Por isso, a minha admiração e simpatia por eles.

 

Tenho as minhas próprias opiniões e quero partilhar, melhorar, corrigir com outros pensadores honestos que não se importam se a minha cor preferida é o laranja, rosa, azul ou o vermelho. A gente humilde e séria compreende estas minhas palavras e concorda comigo: a política precisa urgentemente de uma reforma, de uma grande reforma de pessoas.

 

Muitos independentes, assim como simpatizantes e militantes de quase todos os partidos, estão cansados de ver os nossos políticos, os mesmos políticos de sempre, fechados no seu conservadorismo e resistentes às mudanças necessárias.

 

Fica aqui a minha opinião com o intuito de despertar a mente dos militantes e simpatizantes de Abrantes do Partido Social Democrata. Todos os militantes e simpatizantes devem reflectir e não ter medo de agir,  discutir e de enfrentar o futuro com optimismo.

 

Existem tantas pessoas capazes de fazer um bom trabalho e que poderiam ajudar a endereitar o caminho da liberdade...  

http://rmvandre.skyrock.com

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Quarta-feira, 08.12.10

UM ANO DE TRABALHO... UM BOM TRABALHO

Rui André

*Presidente da Assembleia de Freguesia de Rio de Moinhos (2001-2005) da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos (2005-2009)  

 

Santana Maia e Belém Coelho já cumpriram um ano de mandato como vereadores da oposição da Câmara Municipal de Abrantes. Um trabalho desenvolvido à sombra de tudo e de todos que tem um propósito: acompanhar, fiscalizar, apresentar soluções ao executivo da Câmara Municipal.  

 

Depois das eleições de Outubro de 2009, estes dois vereadores poderiam estar mais desanimados ou simplesmente mais afastados do desenvolvimento do concelho. Poderia ter sido assim, mas não ... aconteceu precisamente o contrário, Santana Maia e Belém Coelho nunca faltaram as reuniões de Câmara e, quando não podiam, estavam lá os outros elementos da lista, incluindo a minha pessoa, para poder substituí-los e dar continuidade ao trabalho.

 

O trabalho desenvolvido ao longo deste ano passado mostra uma verdadeira dedicação, um empenho digno de realçar. A experiência política de Santana Maia veio, para mim, demonstrar que, se tivesse ganho as eleições, teria sido um bom presidente de câmara. Por isso, decidi deixar aqui o meu testemunho pelo trabalho desenvolvido até a data e desejar outro ano igual ou melhor daquele que já findou.

 

Já fui presidente de uma junta de freguesia e nem sempre as minhas decisões eram consensuais e, muitas vezes, foram criticadas por muitas pessoas mas nunca perdi a fé e a razão destas minhas decisões. Senti, sofri e lutei por aquilo que eu acreditava como acredito nestes dois grandes companheiros e amigos, dois grandes Homens pela causa nobre de servir os outros.

 

Em todas as reuniões apresentam sugestões, críticas, alternativas sempre de acordo com o prometido e com os ideiais defendidos durante a nossa campanha eleitoral. Este trabalho é moroso e necessita de muitas horas de leituras, interpretações e discussões.

 

O PSD de Abrantes está a mudar e para melhor.

 

Pessoalmente acompanhei o trabalho destes vereadores, assim como o trabalho dos outros vereadores durante os anos de 2005-2009 e facilmente concluo que Santana Maia e Belém Coelho estão a fazer um trabalho digno de se realçar. Basta ver e ler as intervenções nas actas para preceber as minhas palavras.

 

Um bem haja para eles!

 

Boas Festas a todos os militantes e simpatizantes do PSD.

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Quarta-feira, 06.01.10

DESABAFO PESSOAL

Rui André 

 

Aprendi durante os 4 anos quando fui Presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos que as informações devem ser publicadas na internet e nas actas das reuniões para que nada seja esquecido. Todas as reuniões, telefonemas e conversas que fiz pessoalmente, muita coisa me foi prometida mas muito pouco se fez.
 
Por isso, nesta Democracia quer ajudar a melhorar o sistema de transparência de informação e que as desculpas não sejam frequentes cada vez que perguntamos pela 3ª, 4ª ou 5ª vez a mesma questão.
 
Infelizmente, aprendi que a palavra não é tudo e que as coisas têm de ficar registadas no papel para que não haja desentendimentos ou falhas na comunicação.
 
Se alguém tem medo de assinar aquilo que diz é porque está a mentir ou diz as coisas por dizer.
 
Eu não sou assim. Comigo, este PSD não será assim.
 

Um bem-haja a todos aqueles que procuram a essência de uma verdadeira Política de transparência e de igualdade onde todos podem e devem participar.

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Quinta-feira, 10.09.09

FESTA PAROQUIAL DE RIO DE MOINHOS (5 Setembro)

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Quarta-feira, 13.05.09

GRANDE NOITE DO FADO

por Rui André

 
No sábado 9 de Maio, assisti a uma grande noite de fados na Casa do Povo de Rio de Moinhos. Pelas 20.30h, serviu-se o jantar composto por migas com bacalhau ou febras (com bom vinho e sobremesa). Com início pelas 22h começaram os Fados com a actuação de vários fadistas: Nélson Lemos, Mário Santos, Lena Lemos, Emanuel Figueiredo, Manuela Ribeiro, Victor Lemos, acompanhados à guitarra portuguesa por João Chita e à viola por Francisco do Carmo.
 
Um serão agradável que contou com a presença de 120 pessoas, incluindo o candidato à Junta de Freguesia e também associado da Casa do Povo de Rio de Moinhos, João Paulo Rosado, que mostrou o seu apoio a actual direcção que tem feito um trabalho meritório e que tem dinamizado desde da sua eleição, várias iniciativas culturais. O associativismo deve ser partilhado por todos e com todos.

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Sexta-feira, 10.04.09

FREGUESIAS: DELEGAÇÃO DE COMPADRICES

por Rui André

 

Durante os últimos 16 anos, a Câmara Municipal de Abrantes elaborou vários protocolos de delegação de competências também chamados protocolos ordinários com todas as Juntas de Freguesia do concelho. Os critérios de atribuição foram alterados em 2006 e têm como factores o número de habitantes e a área geográfica da freguesia.
 
No entanto, existem outros protocolos também chamados extraordinários que são directamente negociados sem que haja qualquer critério justo e transparente, ou seja, os chamados Protocolos de Compadrices.
 
Estes últimos, têm duas vertentes:
            a) A Junta de Freguesia recebe da Câmara Municipal o dinheiro e realiza as obras;
            b)  A Câmara Municipal faz directamente as obras ou lança concurso público.
 
Assim, durante os últimos os mandatos de Nélson de Carvalho (PS), as obras, nas freguesias, foram escolhidas a dedo e para alguns amiguinhos de luta. Depois de somar os valores retirados nas actas disponíveis no site da Câmara Municipal de Abrantes de 2001 a 2005 e verificar que a freguesia de Fontes passou para o PS em 2005, a conclusão não deixa margem para qualquer dúvida.
 
PROTOCOLOS EXTRAORDINÁRIOS
REALIZADOS ENTRE A CMA E AS FREGUESIAS - 2001 a 2005
Protocolos Freguesias
 
TOTAIS – em euros
 
 
Aldeia do Mato
34.577
15
Alferrarede
97.331
7
Alvega
162.029
4
Bemposta
271.219
3
Carvalhal
94.742
8
Concavada
69.917
9
Fontes
98.863
6
Martinchel
63.122
10
Mouriscas
50.258
12
Pego
19.519
16
Rio de Moinhos
13.814
18
Rossio Sul Tejo
529.973
1
São Facundo
137.882
5
São João
39.611
14
S. Miguel R Torto
0
19
São Vicente
450.552
2
Souto
18.869
17
Tramagal
56.388
11
Vale das Mós
42.592
13
Totais
2.251.258
 
 
 
 
 
  
 
 
Nota: A freguesia de Alvega foi em 2001 do PS e as freguesias de São Miguel do Rio Torto e Fontes foram PSD em 2001
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Segunda-feira, 12.01.09

LUTA CONTRA A POBREZA (e os parasitas)

 por Rui André

 
«Apelo  aos  representantes  da  comunidade  internacional  ao mais  alto nível... para que adoptem um objectivo que vise diminuir para metade o número de pessoas que vivem na pobreza absoluta, até 2015.» 
Kofi Annan, Relatório do Milénio 
 
A luta contra a Pobreza e a exclusão social deve ser uma das prioridades de qualquer governo. No entanto, as regras devem estar bem definidas. Um contrato de inserção social deve estar presente e deve ser cumprido na íntegra. Muitas pessoas vivem em condições de pobreza extrema e precisam de ser ajudadas. A exclusão social está cada vez mais patente nos nossos dias e infelizmente vai aumentar.
 
Concordo com os apoios sociais na sua generalidade mas não se pode dar de qualquer maneira e de mão beijada sem que o individuo seja responsabilizado. Quem não quer ser ajudado ou não quiser cumprir um programa de inserção social onde possa melhorar as suas atitudes e responsabilidades e que pretende usufruir de regalias sociais, não pode nem deve receber uma migalha.
Como estão definidas os actuais apoios sociais do RSI, as pessoas já não estão motivadas para criar o seu próprio negócio nem para trabalhar por conta de outrem porque o apoio social é "suficiente" para ele sobreviver. O governo tem de alterar e rapidamente essa grande injustiça.
 
Há quem necessita de ajuda e é esquecido no seu quarto, abandonado e a mercê da ajuda dos seus vizinhos e outros que morem sozinhos em casa totalmente abandonados pelos seus familiares e pela sociedade. Em contrapartida,  há outros e muitos outros que são jovens em plena força de poder trabalhar e que estão simplesmente no café ou em casa sem fazer rigorosamente nada. São livres de não quererem fazer nada mas não podem nem devem receber o RSI dos contribuintes trabalhadores que fazem tudo para sobreviver, que pagam os seus impostos para que o país possa avançar.
 
A vida mudou e mudou muito. As pessoas já sabem como receber no final do mês sem produzir NADA. É um ciclo vicioso que vai continuar a agravar-se nas próximas gerações se nada for alterado. Na disciplina de Formação Cívica que eu lecciono, na minha Direcção de Turma do 6º ano de escolaridade,  a maioria dos meus alunos dizem-me que, mais tarde, querem ser desempregados. Dizem que o trabalho é para os outros. Em 13 anos de ensino foi a primeira vez que eu ouvi isso. Fiquei chocado e durante alguns dias pensei sobre isso e desabafo agora as minhas conclusões.  
 
Essa injustiça não pode continuar para aqueles que cumprem e que se sentem traídos por um sistema errada e injusto. Dá-se dinheiro para aqueles que não querem trabalhar e pede-se cada vez mais dinheiro aos outros que pagam para alimentar o sistema -  BASTA.
 
Os portugueses têm o seu coração aberto para ajudar os outros. Muitas pessoas precisam de ajuda mas não vamos cair na injustiça de alimentar, durante anos e anos, talvez décadas, pessoas que tomam o pequeno-almoço no café, que fumam e que consomem álcool todo o dia. É injusto para quem cumpre com os seus deveres.
  
Se todas as pessoas pensassem assim nenhum sistema de Segurança Social conseguiria sobreviver. Se não houver uma grande volta na forma como ajudar as pessoas que merecem na realidade, então o sistema da Segurança Social vai entrar em colapso financeiro e ficar sem um tostão daqui meia dúzias de anos.
 
Espero que o Ano de 2009 traga mais juízo e justiça aos políticos e que as políticas sociais sejam orientadas para um contrato entre o Estado e o cidadão e que consigam diminuir a verdadeira pobreza. Espero que as famílias possam ser ajudadas na realidade e que possamos responsabilizar os pais pela educação dos seus filhos. Sem esquecer a ajuda obrigatória que os filhos devem dar aos seus pais e avós que, no adiantar da sua idade, são esquecidos, abandonados e muitas vezes agredidos na sua própria casa.
 
A sociedade tem o dever de ajudar os mais necessitados mas os familiares directos não podem estar isentos de culpa por esse problema, bem pelo contrário.  

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Domingo, 23.11.08

FREGUESIAS COM FINANCIAMENTOS REDUZIDOS

por Rui André

 

Muitos políticos opinam sobre eventuais projectos que poderiam ser realizados nesta ou naquela freguesia. O financiamento do Estado é bastante reduzido e deixa aos órgãos eleitos sem qualquer fundo de maneio para realizar algumas obras de melhorias.
 
As freguesias lutam no dia a dia com os seus recursos humanos e materiais insuficientes para fazer face às limpezas e algumas obras de conservação. O dinheiro que o Estado entrega às freguesias é relativo ao montante proporcional entre o número de eleitores e a área geográfica.
 
Para o ano de 2009, as freguesias do concelho de Abrantes vão receber, de uma forma faseada as seguintes quantias monetária:
 
Abrantes (São João) - 33 773 euros
Abrantes (São Vicente) - 127 578 euros
Aldeia do Mato - 37 633 euros
Alferrarede - 62 901 euros
Alvega - 59 220 euros
Bemposta - 136 538 euros
Carvalhal - 33 858 euros
Concavada - 32 902 euros
Fontes - 40 172 euros
Martinchel - 29 635 euros
Mouriscas - 50 372 euros
Pego - 56 946 euros
Rio de Moinhos - 39 365 euros
Rossio ao Sul do Tejo - 40 319 euros
São Facundo - 66 426 euros
São Miguel do Rio Torto - 74 255 euros
Souto - 26 726 euros
Tramagal - 65 321euros
Vale das Mós - 35 385 euros
 
ABRANTES (Total município) - 1 049 325 euros *
 
Nestas condições financeiras, torna-se muito difícil fazer um bom trabalho, sendo necessária muita imaginação, criatividade e persistência do executivo para conseguir fazer algo de positivo nas freguesias.
 
Outra forma de conseguir mais apoio material ou financeiro é através de protocolos de delegações de competências entre a Câmara Municipal e as freguesias. Embora existem os habituais protocolos com todas as Juntas de Freguesia, em diversas áreas de intervenção, existem outros pontuais que podem ser negociados entre ambos.
 
Aqui é que está o problema. Nem todas são tratadas de igual forma.
 
Urge uma política diferente e mais justa para com todas as freguesias do concelho. Todas elas merecem ser tratadas de forma equitativa independentemente da sua cor partidária.
 
*Fonte: http://www.anafre.pt/informacoes_gerais_in.asp?id=260

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