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COLUNA VERTICAL


Sábado, 23.04.11

DOSSIÊ VII: SAÚDE

Todas as intervenções (da mais recente para a mais antiga) dos vereadores eleitos pelo PSD sobre o tema «SAÚDE»:  

 

Reunião da câmara de 16/5/11 (acta fls.4-5)

Reunião da câmara de 4/4/11 (IV) 

Reunião da câmara de 15/11/10 (acta fls.4)

Reunião da câmara de 28/6/10 (fls.14-15)

Reunião da câmara de 28/6/10 (acta fls.10-11)

Reunião da câmara de 19/4/10 (I)

Reunião da câmara de 8/3/10 (V)

Assembleia Municipal de 26/2/10 (IV)

Conferência de imprensa de 29/1/10 

Centro Histórico: Proposta de Deliberação

Centro de saúde

Quantos aos Idosos

Pela Sua Saúde e do Centro Histórico 

Reunião e propostas para a saúde

Saúde 

Encerramento do Hospital de Dia

Palavra de Honra

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Terça-feira, 28.12.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 27/12/10 (III)

BANCO SOCIAL

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD

 

Existindo uma fractura tão grande, no actual executivo, sobre a bondade e utilidade do programa Banco Social (os vereadores do PSD, recorde-se, por duas vezes, defenderam a anulação e substituição deste programa), é altura de fazer o balanço e a sua avaliação.

 

Assim, os vereadores do PSD gostariam de saber:

 

     1.  Quantas são as pessoas que estão, neste momento, a ser apoiadas pelo programa do Banco Social?

 

     2.  Quantas pessoas foram apoiadas durante o ano de 2010?

 

     3.  Que entidade pública ou projecto social adianta o dinheiro ao senhor Luís para pagamento das despesas de transportes para deslocações a consultas e tratamentos, tendo em conta, por um lado, que o respectivo reembolso, por parte da saúde, poderá levar meses e, por outro, que este munícipe não tem quaisquer rendimentos e vive, exclusivamente, da parca reforma da sua mãe?

 

     4.  Finalmente, e uma vez que a senhora vereadora Celeste garantiu, na reunião de 22/11/10, que este programa não contava apenas com dinheiros públicos da câmara, qual o montante depositado pelos privados, até esta data, na conta bancária que indicou, ou seja, nº 200 101 46 23 430 da Caixa Geral de Depósitos?

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Terça-feira, 26.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 25/10/10 (extracto II)

SERVIÇOS DE ACÇÃO SOCIAL E SAÚDE 

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

 

Em relação aos Serviços da Acção Social, como já todos pudemos constatar, vai uma grande distância entre o discurso oficial (sempre de lágrima no olho pelos excluídos e marginalizados) e a realidade nua e crua, onde se revela, até nos mais pequenos pormenores, a mais absoluta indiferença pelos mais fragilizados.

 

Com efeito, como explica a senhora presidente que os Serviços de Acção Social e Saúde, onde recorrem os cidadãos que apresentam uma mobilidade reduzida (tais como idosos, deficientes motores, mães com cadeiras de bebé, entre outros) ainda não tenham sido transferidos para um espaço  sem barreiras arquitectónicas, quando é certo que já foram mudados de instalações diversos serviços?

 

Para os vereadores do PSD, os serviços da Acção Social e Saúde, pelas razões apontadas, deveriam ser não só os primeiros a mudar de instalações como deveria ser essa uma das principais preocupações da senhora presidente.

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Quinta-feira, 06.05.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 3/5/10 (extracto III)

AGENDAMENTO DAS PROPOSTAS DOS VEREADORES DO PSD

Requerimento dos vereadores do PSD 

 

Os vereadores do PSD vêm requerer o agendamento das suas propostas de deliberação sobre:

 

(1) encerramento da Escola EB 2,3 de Alvega;

(2) segurança de peões em zonas críticas do centro histórico;

(3) abertura das comportas do açude e fiscalização da zona envolvente;

(4) observância do princípio do pluralismo no boletim "Passos do Concelho" e no portal da Câmara de Abrantes;

(5) transporte e atendimento dos doentes das localidades sem médico e apoio domiciliário dos acamados.

 

Trata-se de propostas que não requerem estudos especiais, nem encargos elevados para o município, sendo, no entanto, essenciais e urgentes para a qualidade de vida e da democracia no concelho.

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Terça-feira, 20.04.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 19/4/10 (extracto I)

LOCALIDADES SEM MÉDICO

Proposta de deliberação dos vereadores do PSD

 

Numa recente visita à localidade de Bicas, fomos confrontados com a situação de os moradores das localidades sem médico não só serem obrigados a deslocar-se pelos seus próprios meios ao centro de saúde de Abrantes ou a outra extensão de saúde, a maioria das vezes apenas para passagem de novas receitas médicas, como não terem sequer garantido o atendimento.

 

Ora, isto parece-nos de todo intolerável e por duas razões: por um lado, por se tratarem de pessoas idosas, doentes e, em regra, pouco abonadas e residentes nas localidades mais carenciadas e esquecidas do concelho; por outro lado, por se tratar de uma violação grosseira do princípio constitucional da igualdade e da protecção à saúde.

 

Basta dizer que uma pessoa da mesma condição social que viva na cidade tem médico todos os dias, enquanto uma pessoa que viva numa localidade sem médico não tem garantido o atendimento sequer no dia em que conseguir transporte para vir ao centro ou à extensão de saúde.

 

Face ao exposto, vimos apresentar a seguinte proposta de deliberação:

 

            1.         garantir o atendimento e assegurar o transporte dos doentes das localidades sem médico, em especial dos idosos e mais carenciados, ao centro ou extensão de saúde mais próximos;

 

            2.         providenciar, junto dos centros de saúde e das entidades competentes, para que seja garantido por médico o apoio domiciliário a todos os doentes carenciados que se encontrem acamados.

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Quinta-feira, 11.03.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/3/10 (V)

RÉS-DO-CHÃO E ESGOTO DO BLOCO C10 EM VALE DE RÃS

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD
        
Da nossa visita ao Bloco C10, em Vale de Rãs, pudemos constatar que, no rés-do-chão, deste prédio existe uma fracção devoluta, totalmente vandalizada, permitindo-se ver, através do buraco existente na porta, uma séria de detritos: seringas, excrementos, limões, plásticos, baratas e outros bichos rastejantes.
De acordo com os relatos dos moradores, já foram enviados, em 2006, abaixo-assinados para a Câmara que, até ao momento, nada fez.
Sendo certo que a situação configura um problema de saúde pública e de segurança pública de extrema gravidade que perdura já há vários anos, perante a total indiferença da Câmara Municipal.
E não se venha com a desculpa esfarrapada de que já se notificou o proprietário mas que não o conseguem localizar.
Com efeito, a Câmara, como toda a gente sabe, tem mecanismos legais para providenciar para que o local, no mínimo, seja vedado e limpo, o que ainda não foi feito.
Das conversas tidas com os moradores, os mesmos sentem-se indignados porque, num local onde moram muitas pessoas (crianças incluídas), a referida fracção funciona, designadamente, como refúgio de toxicodependentes e “escritório” para negócios ilícitos, saindo da mesma um cheiro nauseabundo.
Na mesma situação, se encontra o esgoto do mesmo prédio, de onde sai um cheiro insuportável, e a água que corre do mesmo dá origem a um lago onde os proliferam insectos e outros bichos.
Acresce que a Câmara há mais de 2 anos que sabe da situação e, até agora, ainda não encontrou uma solução, apesar dos apelos mais do que justificados dos residentes.
Pelo exposto, pretendem os vereadores do PSD saber quando pensa a Câmara Municipal resolver estes dois assuntos urgentes: o rés-do-chão e o esgoto?

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Quarta-feira, 10.03.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 8/3/10 (IV)

CASA DA CÂMARA EM VALE DE RÃS

Declaração dos vereadores do PSD

 

Os vereadores do PSD querem manifestar a sua indignação pelo facto de ter sido necessário a sua deslocação a casa da munícipe residente no Bloco C10, em Vale de Rãs, na passada 4ª feira, para que a Câmara Municipal se dispusesse a resolver uma situação absolutamente escandalosa. 
Com efeito, não é admissível que uma munícipe, carenciada e mãe de uma menor com graves problemas de saúde, seja obrigada a permanecer, desde há meses, numa casa propriedade da Câmara Municipal em condições tão degradantes.
Casa esta, aliás, que foi considerada insalubre e inabitável, por técnicos da Câmara que aí se deslocaram para a avaliar.
Sendo certo que a situação não era difícil de resolver pois bastou a senhora vereadora ter conhecimento da nossa visita para, em menos de 48 horas, resolver o problema.
Os vereadores do PSD irão, no entanto, acompanhar este processo, esperando que a situação provisória da munícipe não se arraste indefinidamente, até porque a sua filha menor necessita de cuidados especiais e de tranquilidade que não encontra na casa onde se encontra actualmente.

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Sábado, 30.01.10

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA DE 29/1/2010

A comissão política da secção de Abrantes do PSD, na sequência dos gravosos acontecimentos que afectam de forma lamentável o quotidiano da população, pretende com esta conferência, tornar público e co-responsabilizar o actual executivo, pela passividade com que tem tratado estas questões.

 

Estamos certos que a comunicação social aqui presente, irá fazer eco das nossas preocupações e, deste modo, contribuir de forma activa para melhorar o bem-estar e qualidade de vida da população.
  
SEGURANÇA
 
Como é do conhecimento de todos, o programa eleitoral do Partido Social Democrata nas últimas autárquicas, preconizava um “Concelho mais Seguro”. O nosso alerta para o crescimento desordenado e desequilibrado da cidade de Abrantes, e a grave crise económica com que nos deparamos criaram situações de exclusão social e elevada precariedade, originando situações reais de criminalidade e mendicidade (como todos temos assistido na cidade de Abrantes), conferindo um sentimento de insegurança na população.
 
Sabemos que o Município não pode, nem deve, substituir o Estado, no seu papel de garante da segurança pública, mas deve utilizar todos os meios, como temos defendido, para pressionar a tutela a intervir no sentido de garantir a segurança dos cidadãos: fazendo o acompanhamento e a fiscalização dos programas de reinserção social, reforçando o policiamento nas zonas de maior conflito e agilizando o sistema de justiça, para que o crime seja punido com eficácia.
 
Convêm salientar que estes índices de criminalidade ultrapassam o limite da cidade, fazendo-se sentir por todo o concelho.
 
Foram assaltadas as escolas de Arreciadas, Bemposta, Abrançalha, Pego; casas particulares em Alvega e Chainça; a sede dos escuteiros na Chainça e a Associação do Paúl; e vários estabelecimentos comerciais no centro da cidade, bem como, algumas igrejas.
O Tráfico e consumo de drogas são evidentes na envolvente da Sopadel, Centro Comercial Millenium. Os carros são sistematicamente vandalizados, nomeadamente rua de Angola, calçada de S. José, rua 5 de Outubro, av. 25 de Abril. As agressões e desacatos repetem-se na zona de S. Lourenço, no centro comercial Millenium, no centro da cidade e na calçada de S. José, onde ainda recentemente foram brutalmente agredidos dois residentes.
  
SAÚDE
 
Em relação a esta matéria, o PSD foi bem claro no seu programa eleitoral, aliás, uma das nossas prioridades.
 
Com o lema “Mais e melhor saúde” para toda a comunidade e com o grande objectivo de resolver a situação de falta de médicos, nomeadamente nos centros de saúde e nas extensões, elencámos um conjunto de medidas que podem ser consultadas no programa eleitoral em http://www.slideshare.net/rmvandre/programa-psd-abrantes-2009-definitivo.
 
De acordo com o veiculado na comunicação social, as urgências do Centro Hospitalar de Abrantes, entraram literalmente em ruptura devido ao facto do Centro de Saúde ter retirado os seus médicos do SAP.
De acordo com o que pudemos apurar, este Centro Hospitalar foi informado atempadamente, no entanto não conseguiu reagir em conformidade, revelando falta de planeamento e levando ao “entupimento” das urgências.
 
Pensamos que é chegada a hora deste Centro ter instalações condignas, de preferência no centro da cidade, como consta da proposta recentemente apresentada pelos nossos vereadores na Câmara Municipal e que consta, aliás, do nosso programa eleitoral, para que com esta acção concreta, possamos também revitalizar este centro, que definha dia a dia.
 
Aguardamos as diligências a desenvolver pelo actual executivo, agora com responsabilidade acrescida visto a senhora presidente acumular o cargo de presidente do conselho da comunidade do ACES – Agrupamento de centros de saúde do Zêzere.

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Quarta-feira, 22.07.09

MORTE ANUNCIADA DO HOSPITAL DE DIA

por António Belém Coelho

 

Tem circulado em Abrantes um pequeno texto/petição sobre a situação do Hospital de Dia da Unidade de Abrantes do Centro Hospitalar do Médio Tejo. Com efeito, as raízes deste caso específico já vêm de há cerca de um ano, quando na área oncológica daqueles serviços, área que representa a maior fatia de tratamentos, um profissional já em situação de aposentação, comunicou que deixaria de efectuar isoladamente as primeiras consultas ou avaliações mas continuaria a acompanhar os doentes que já frequentavam esses serviços.
 
O tempo foi passando e de quem de direito se esperaria acção concreta, nada; e pela informação que circula, mesmo esta situação de morte lenta do Hospital de Dia, com total indefinição do seu futuro, poderá ter termo já a breve prazo, dentro de dois ou três meses.
 
Se o fim deste serviço acontecer, tendo os doentes já existentes e aqueles que vierem a surgir, de procurar consulta e tratamento em serviços similares de outras Unidades do Centro Hospitalar do Médio Tejo, ou mesmo noutras unidades, tal acarretará custos e sofrimentos acrescidos para as nossas populações.
 
Mas este episódio, ao contrário de ser visto isoladamente, deverá ser colocado num contexto de situações que ao longo dos últimos anos tem vindo a acontecer, com Abrantes a perder continuamente serviços diversos e valências daqueles que ainda por cá se mantêm, a favor de outrem.
 
Todos sabemos como estas coisas funcionam e outra conclusão não poderemos tirar senão a de que efectivamente Abrantes tem perdido importância e peso a nível regional tendo por responsáveis últimos quem tem dirigido o Concelho.
 
Há que exigir a continuidade do Hospital de Dia em Abrantes, com profissionais suficientes para um correcto funcionamento, em nome não só daqueles que o frequentam, mas no fundo em nome de toda a população do Concelho. Porque a saúde, sobretudo a daqueles mais atingidos e sacrificados pela doença, é sempre um direito, pelo qual todos devemos lutar.
 
Os Abrantinos prezam-se de ser cordatos e pacíficos de forma geral. Mas chega a altura em que há que dizer basta e dar largas à indignação! E esta pode ser efectivamente a gota de água que faz extravasar o copo; porque a todos no futuro pode atingir sem excepção.

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Sexta-feira, 17.07.09

ENCERRAMENTO DO HOSPITAL DE DIA

 

A candidatura do PSD à Câmara Municipal de Abrantes vê com grande preocupação a situação actualmente vivida no Hospital de Dia da Unidade de Abrantes, integrada no Centro Hospitalar do Médio Tejo.
 
Actualmente, na área de oncologia, responsável pela maior fatia de trabalho nesta vertente hospitalar, apenas se faz o acompanhamento dos doentes que já a frequentavam anteriormente. E mesmo essa situação está em risco de continuar a partir de Agosto.
 
Desde há um ano para cá que o Hospital de Dia da nossa Unidade tem vindo paulatinamente a esvaziar-se, com perda de serviços desviados para as outras Unidades do Centro Hospitalar, correndo-se agora um risco real de encerramento dos poucos serviços que restam por falta de decisão clara e atempada do respectivo Conselho de Administração.
 
Com esta situação e com os seus possíveis nefastos desenvolvimentos, sofrem, em primeiro lugar, as nossas populações e famílias respectivas, e, em segundo lugar, os profissionais que nele prestam os seus serviços, na medida em que vêem a sua situação indefinida, com o consequente desgaste que em nada os beneficia, nem à Instituição.
 
Esta situação, observada na área da Saúde, tal como acontece em diversas outras áreas, é a demonstração da diminuição da importância de Abrantes a nível regional, o que vem acontecendo nos últimos quinze anos por força da inacção dos sucessivos executivos socialistas e que se tem traduzido por uma contínua perda de competências e serviços a favor de outros concelhos.
 
O Partido Social Democrata de Abrantes, para quem as pessoas são o princípio e o fim de toda a acção política, vem solidarizar-se com todos os doentes que frequentam o Hospital de Dia e suas famílias, assim como com os respectivos profissionais e reiterar com veemência a necessidade de este serviço ser plenamente reactivado e estar ao serviço das populações.
 
O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo deve decidir e assumir claramente o que pretende para esta área e essa decisão não poderá ser outra senão a de dotar o serviço com profissionais que o possam assegurar em termos de médio/longo prazo.
 
É o que o Concelho de Abrantes exige, merece e espera.

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Terça-feira, 16.06.09

QUANTO AOS IDOSOS

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 3ª parte)
 
Abrantes é hoje um concelho envelhecido, sem que existam, no entanto, quaisquer perspectivas de rejuvenescimento, a não ser que seja feita uma inflexão na orientação das políticas sociais levadas a cabo pela autarquia.
 
A solidariedade social tem de ser encarada, cada vez mais, e agora em especial, fruto da conjuntura actual, como uma pedra basilar no desenvolvimento da nossa sociedade. Neste momento, temos a obrigação de intervir em matérias que não são da competência da autarquia, mas que, face à demissão do Governo e à total falência das suas políticas, cabe-nos nós encontrar soluções para os problemas da exclusão social, da pobreza e da terceira idade.
 
Agora o que também não é aceitável por parte de uma autarquia que ainda por cima tem o descaramento de se auto-denominar de socialista é que prefira gastar dezenas de milhares euros num escultura à beira Tejo do que gastar uns trocos na conclusão das obras do centro de dia das Fontes, uma freguesia que tão necessitada está de uma infra-estrutura deste tipo.  
 
No que diz respeito à Saúde, a falta de médicos nas extensões de saúde de todo o concelho é um problema que se vai agravar e que irá atingir, sobretudo, as pessoas e as freguesias do concelho mais desfavorecidas e envelhecidas. Temos, por isso, a obrigação de ajudar a encontrar soluções para minorar este grave problema.
 
Defendemos, por conseguinte, a criação, de imediato, de uma rede de transportes, municipais ou contratados pelo município, para transportar e acompanhar os mais idosos nas deslocações extraordinárias que terão de fazer enquanto o problema perdurar. Esta é uma prioridade. (cont.)

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Quarta-feira, 03.06.09

PELA SUA SAÚDE E DO CENTRO HISTÓRICO

 

A requalificação do centro histórico, levada a cabo pelo executivo socialista nos últimos dezasseis anos, teve este efeito perverso e contraditório: tornou o espaço mais bonito e aprazível, sem qualquer sombra de dúvida, mas afugentou as pessoas, condenando a prazo a viabilidade económica do comércio tradicional.
E não é preciso ser muito inteligente para perceber a razão da desertificação do centro histórico. Com efeito, ao retirarem-se praticamente todos os serviços, que obrigavam as pessoas a deslocar-se aqui, e ao dificultar-se ainda mais o já difícil acesso e o estacionamento, este resultado era inevitável.
Acresce que a saída da ESTA ainda vai agravar mais a situação. E se a Câmara, então, sair daqui, como é vontade expressa dos socialistas, o centro histórico passará a ser um centro fantasma.
A construção de um grande parque de estacionamento de apoio ao centro histórico é uma prioridade, mas não é suficiente. Porque, se não houver uma razão que obrigue uma grande fluxo de pessoas a deslocarem-se aqui, diariamente, o parque de estacionamento apenas servirá de poiso aos indigentes e marginais.
No passado dia 20, tive uma reunião com o Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do Zêzere, para me inteirar da situação que se vive nalgumas extensões de saúde de Abrantes.
Dessa reunião resultou claro que é urgente encontrar novas instalações para o centro de saúde de Abrantes que funciona, a título provisório, no Hospital. Fui também informado que a tutela é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
Face a esta informação, quero, desde já, dar a minha palavra aos comerciantes do centro histórico que me irei empenhar, pessoalmente, assim como toda a minha equipa, para que seja construído no centro histórico o novo centro de saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício com boa acessibilidade para a sua instalação (existem, pelo menos, três que reúnem essas condições).
Um abraço deste vosso sincero e leal amigo

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Terça-feira, 02.06.09

SAÚDE

Não nos iludamos: a falta de médicos é um problema que vai agravar-se, uma vez que não existe no mercado médicos para substituir os que se vão reformar. Por outro lado, torna-se imperioso e urgente encontrar novas instalações para os Centros de Saúde do Rossio e de Abrantes, uma vez que as condições onde os actuais funcionam não são satisfatórias.
 Como resposta à situação actual e com vista a evitar o agravamento da situação, que se traduz num grave atentado à qualidade de vida das populações mais afastadas dos grandes centros urbanos (em regra, populações mais idosas, com menos escolaridade, menos mobilidade e mais pobres), propomos as seguintes medidas, a adoptar pelo município e pela tutela, em duas vertentes:
 
Medidas para os profissionais de saúde 

·        Criar um conjunto de incentivos para que médicos (nacionais ou estrangeiros) e enfermeiros se fixem no concelho, de imediato: incentivos de ordem financeira, habitacional e de apoio à educação dos descendentes.
·        Propor aos órgãos da tutela, através dos deputados do distrito, o aumento do número de enfermeiros e das suas competências, em número suficiente para garantir, em todas a extensões de saúde existentes nas freguesias, profissionais capazes de atender e assistir as pessoas, muito em especial, as mais idosas, e que permita um alargamento dos horários de atendimento.
·        Propor a reorganização dos serviços, de forma a que, por um lado, todas as extensões de saúde tenham enfermeiros para dar o primeiro apoio às populações que servem e, por outro, sejam criados “centros de saúde integrados” com médicos todo o dia para dar apoio a uma área territorial abrangendo várias extensões de saúde, devendo, no entanto, continuar a ser garantido por médico o apoio domiciliário aos acamados.
·        Para colmatar a situação actual, que só se prevê resolvida daqui a 10 anos, protocolar com a tutela, a contratação de uma empresa especializada no fornecimento de cuidados de saúde, através de médicos contratados.
 
Medidas ao nível das infraestruturas de saúde
 
·        Garantir a manutenção de todas as extensões de saúde do concelho.
·        Construir um novo Centro de Saúde em Rossio ao Sul do Tejo.
·        Garantir a construção no centro histórico (com vista, também, a revitalizá-lo, compensando, assim, a perda da ESTA) de um novo Centro de Saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício, com boa acessibilidade, para a sua instalação, sendo certo que o Director do Centro de Saúde garantiu que o ministério é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
·        Criar uma rede transportes entre as extensões de saúde que não tem médicos de família e os “centros de saúde” para onde são reencaminhados os doentes.
 
Com estas medidas pretende-se garantir um serviço de saúde de qualidade a todos munícipes, independentemente do local em que vivem, garantindo, desta forma, o princípio constitucional de que todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e o direito à protecção da saúde.

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Terça-feira, 02.06.09

Reunião e propostas para a saúde

No passado dia 20, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara Municipal de Abrantes, foi recebido pelo Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere, que integra o Centro de Saúde Abrantes, em resposta à solicitação da candidatura, com o objectivo de obter esclarecimentos sobre a situação que se vive em algumas extensões de saúde do concelho de Abrantes.

Esta reunião, que correu num clima bastante cordial, deixou Santana Maia bastante preocupado com o futuro dos cuidados de saúde nas freguesias do concelho, uma vez que, como já era do conhecimento geral, a falta de médicos é um problema que vai agravar-se, uma vez que não existe no mercado médicos para substituir os que vão passar à reforma.

Sem esquecer, a escandalosa, degradante e preocupante falta de condições em que funcionam os Centros de Saúde do Rossio e de Abrantes.

Como resposta à situação actual e com vista a evitar o agravamento da situação, que se traduz num grave atentado à qualidade de vida das populações mais afastadas dos grandes centros urbanos (em regra, populações mais idosas, com menos escolaridade, menos mobilidade e mais pobres), a candidatura encabeçada por Santana Maia propõe as seguintes medidas, a adoptar pelo município e pela tutela, em duas vertentes:

 
Medidas para os profissionais de saúde
 
·        Criar um conjunto de incentivos para que médicos (nacionais ou estrangeiros) e enfermeiros se fixem no concelho, de imediato: incentivos de ordem financeira, habitacional e de apoio à educação dos descendentes.
·        Propor aos órgãos da tutela, através dos deputados do distrito, o aumento do número de enfermeiros e das suas competências, em número suficiente para garantir, em todas a extensões de saúde existentes nas freguesias, profissionais capazes de atender e assistir as pessoas, muito em especial, as mais idosas, e que permita um alargamento dos horários de atendimento.
·        Propor a reorganização dos serviços, de forma a que, por um lado, todas as extensões de saúde tenham enfermeiros para dar o primeiro apoio às populações que servem e, por outro, sejam criados “centros de saúde integrados” com médicos todo o dia para dar apoio a uma área territorial abrangendo várias extensões de saúde, devendo, no entanto, continuar a ser garantido por médico o apoio domiciliário aos acamados.
·        Para colmatar a situação actual, que só se prevê resolvida daqui a 10 anos, protocolar com a tutela, a contratação de uma empresa especializada no fornecimento de cuidados de saúde, através de médicos contratados.
 
Medidas ao nível das infraestruturas de saúde
 
·        Garantir a manutenção de todas as extensões de saúde do concelho.
·        Construir um novo Centro de Saúde em Rossio ao Sul do Tejo.
·        Garantir a construção no centro histórico (com vista, também, a revitalizá-lo, compensando, assim, a perda da ESTA) de um novo Centro de Saúde de Abrantes, devendo o município ceder um edifício, com boa acessibilidade, para a sua instalação, sendo certo que o Director do Centro de Saúde garantiu que o ministério é sensível ao financiamento de projectos de adaptação de edifícios.
·        Criar uma rede transportes entre as extensões de saúde que não tem médicos de família e os “centros de saúde” para onde são reencaminhados os doentes.
 
Com estas medidas pretende-se garantir um serviço de saúde de qualidade a todos munícipes, independentemente do local em que vivem, garantindo, desta forma, o princípio constitucional de que todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e o direito à protecção da saúde. 
Esta candidatura não compreende a indiferença com que o actual executivo tem lidado com esta matéria, o que, aliás, foi reconhecido expressamente pelo Director Executivo do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Zêzere.
De facto, não se compreende como pode o executivo socialista manter-se absolutamente indiferente ao sofrimento das pessoas que têm necessidade de ser assistidas no centro de saúde do Rossio, que funciona numas instalações sem as mínimas condições (num 1º andar, sem acesso a deficientes???!!!...), quando, na outra margem do Tejo, se entretem a gastar o dinheiro dos contribuintes (mais de 400 mil euros) numa escultura absolutamente desnecessária.
Sem desmerecer a escultura, a verdade é que se trata de uma questão de prioridades e de sentido de dever público. Para a candidatura de Santana Maia, a construção do Centro de Saúde do Rossio e de Abrantes são prioritárias.

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Quarta-feira, 06.05.09

FALTA DE MÉDICOS NO CONCELHO

 

A situação que se começa viver na área dos cuidados de saúde prestados no Centro de Saúde de Abrantes preocupa demasiado o PSD. Nesse sentido, e porque a candidatura encabeçada por Santana Maia sempre se tem pautado por uma actuação séria, rigorosa e ponderada, foi solicitado ao senhor director do ACES do Zêzere, de que faz parte o Centro de Saúde de Abrantes, que engloba todas as extensões de saúde existentes nas freguesias do concelho, uma reunião para esclarecimentos.
 
Lamentavelmente e até à data, o senhor director do ACES ainda não se mostrou disponível para receber o PSD, o que alimenta e permite todas as especulações que era precisamente o que a candidatura de Santana Maia pretendia evitar. O PSD espera ainda que o senhor director reconsidere, o que os abrantinos com certeza agradeceriam.
 
De qualquer modo, este facto não impediu que o candidato do PSD à Câmara Municipal de Abrantes, Santana Maia, acompanhado por Belém Coelho, membro da Assembleia Municipal, e por Emídio Direito, vice-presidente da Comissão Política, se deslocasse ao Centro de Saúde Abrantes, onde tiveram a oportunidade de ver e ouvir as queixas das pessoas afectadas directamente pela situação.
 
Sobre este assunto, não deixa de ser estranho não só as poucas notícias que vêm a lume na comunicação social como também que as mesmas sejam contraditórias. Com efeito, o senhor director diz que o problema tem tendência a agravar-se no imediato e que, só por volta de 2013, o mesmo tenderá a melhorar. Acontece que o presidente da Associação de Médicos de Clínica Geral diz precisamente o contrário, ou seja, que será em 2013 que o problema se começará a agravar substancialmente, com a passagem à reforma de um grande número de médicos. Por sua vez, o Governador Civil pede calma e desdramatiza a questão, dizendo que o problema está ser devidamente combatido. Afinal, em que é que ficamos?
 
O PSD considera que a comunidade tem o direito de ser esclarecida com rigor, objectividade e seriedade e que o senhor director tem o dever de prestar esse esclarecimento, uma vez que se trata de um problema grave que a todos diz respeito e afecta, especialmente se tivermos em conta o envelhecimento da população no concelho e a elevada dependência verificada em relação a este serviço do SNS.
 
O PSD acredita que algumas das soluções já apresentadas poderão ajudar a atamancar o problema. No entanto, tais medidas, como a contratação de empresas de prestação de serviços médicos e o aumento da disponibilização dos actuais médicos ao SNS, terão de ser encaradas numa perspectiva de âmbito temporário.
 
A raiz do problema está, no entanto, bem identificada: falta de atractividade que os concelhos do interior oferecem aos médicos; uma política de formação destes profissionais da saúde completamente errada; e, por último, a má gestão de que tem sido alvo o sector da saúde por parte da maioria dos governantes e dos seus subordinados nos últimos anos.
 
Quanto à falta de atractividade dos concelhos do interior, em Abrantes a questão é premente, uma vez que é notória a falta de capacidade de atracção, seja de médicos, seja de qualquer profissional com qualificações superiores ou mesmo médias. Esta situação contraria o slogan do actual executivo, quando diz que Abrantes é uma terra boa para trabalhar. Abrantes necessita de se elevar a um patamar superior, situação só atingível com políticas devidamente pensadas e estruturadas e que tenham nas pessoas o principal destinatário das decisões.
 
No que à política de formação diz respeito, é notório o falhanço de décadas de “numero clausus” na medicina em que se sacrificou um país inteiro em benefício de um pequeno número. A saúde é, como facilmente se reconhece, a área que mais preocupa os portugueses. Como tal, a Câmara Municipal deve actuar de forma a minorar o problema causado pela falta de médicos de família. Nesse sentido, o PSD propõe que seja, de imediato, constituída uma rede de transportes municipais ou contratados pelo município para transportar e acompanhar os mais idosos nas deslocações extraordinárias que terão de fazer enquanto o problema perdurar. Esta é a prioridade das prioridades.
 
Combater a insegurança vivida nalgumas zonas do concelho, como já propusemos, diminuir os enormes prejuízos provenientes da falta de médico de família e combater a exclusão social que possa advir do elevado número de desempregados do concelho são objectivos centrais da candidatura de Santana Maia, em prol de um concelho mais justo, solidário, equilibrado e a caminho do desejado desenvolvimento.

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