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COLUNA VERTICAL


Domingo, 12.06.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 9/6/11 (X)

SEGURANÇA

Proposta dos vereadores eleitos pelo PSD 

 

Proposta de Deliberação dos Vereadores do PSD, Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho, referente a segurança, que por ser extensa, se anexa à presente acta e se dá por transcrita.

 

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DELIBERAÇÃO: Face ao entendimento, por parte do executivo, de não ser esta matéria da competência da CMA, foi decidido reencaminhar a proposta, como contributo, para o Conselho Municipal de Segurança.

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Ver DOSSIÊ: SEGURANÇA

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Segunda-feira, 30.05.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 30/5/11 (I)

SEGURANÇA

Proposta dos vereadores eleitos pelo PSD 

Em Janeiro do corrente ano, só por milagre dois cidadãos espanhóis não foram mortos num bar da nossa cidade nas mesmas circunstâncias em que foi morto, a sangue frio e de forma absolutamente gratuita, o motorista Nelson Silva, de 37 anos, na área de serviço de Abrantes da A23.

E os autores materiais do crime foram igualmente três jovens oriundos da mesma comunidade abrantina.

Voltamos a repetir o que dissemos na reunião de 5 de Julho de 2010 a propósito do assassínio de Nelson Silva: o que era de esperar de três jovens criados numa comunidade que tem por referências morais indivíduos que se dedicam à criminalidade, que não têm o mínimo respeito pelas autoridades, que desprezam a vida humana, que aterrorizam a cidade, que vivem na mais absoluta impunidade, que apresentam sinais exteriores de riqueza sem trabalhar e que ainda são premiados pelo Estado com casa e rendimento social de inserção?

Seis meses depois a situação repetiu-se, sem que nada tivesse sido, entretanto, feito para o evitar.

E o que é se poderia ter feito?

Se se tiver vontade política, pode-se fazer muita coisa.

A este propósito transcrevemos o seguinte texto explicativo da célebre "Teoria das Janelas Partidas", aplicada pelo presidente da câmara de Nova Iorque Rudolph Giuliani e que foi responsável pela redução drástica de todos os índices de criminalidade na cidade:

«Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York, e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipa de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada sítio.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as jantes, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito. Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras (da direita e esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto. O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.  

Por que razão o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro é capaz de disparar todo um processo delituoso? Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como que vale tudo. Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de actos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que, de um ponto de vista criminalístico, conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujidade, a desordem e o maltrato são maiores.

Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar-se em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves.

Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor aos gangs), estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A 'Teoria das Janelas Partidas' foi aplicada pela primeira vez, em meados da década de 80, no metro de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade.

Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujidade das estacões, ebriedade entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metro um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, mayor de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metro, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'. A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia. De facto, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.»

O problema da segurança e da autoridade não se resolve de um dia para o outro, como é óbvio.

Nem se resolve com mais polícia, nem à bordoada.

Nós estamos apenas a colher aquilo que pais, professores, presidentes de câmara, governantes e cidadãos, em geral, andaram a semear durante os últimos 40 anos.

Não nos podemos, pois, queixar.

Agora se queremos viver numa sociedade diferente, mais justa, mais solidária, mais segura, onde as pessoas se respeitem e se ajudem, então temos de começar a construi-la.

E se queremos viver numa cidade mais segura, só há uma política com resultados garantidos: a politica de "Tolerância Zero", baseada na teoria das "Janelas Partidas".

A estratégia é muito simples: consiste em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana.

Isto é um trabalho que tem de envolver a câmara, as escolas, as instituições, as autoridades e os cidadãos, em geral, e impõe, obrigatoriamente, que o exemplo venha de cima.

O exemplo é a única forma de ensinar.

Com efeito, não adianta a Câmara e a PSP andarem a pedir aos cidadãos para não terem medo e apresentarem queixa, quando são assaltados, violentados e agredidos, se depois a Câmara demora uma eternidade (mais de um ano) para demolir um simples muro em alvenaria, construído no limite da faixa de rodagem nas Arreciadas, que constitui um perigo evidente para a segurança, quer de veículos, quer de peões.

O mesmo se diga relativamente à remoção de veículos abandonados e a lotes de terreno, edifícios degradados e espaços públicos deixados completamente ao abandono e que são ocupados territorialmente por marginais.

Não pode haver na cidade zonas onde as pessoas tenham medo de circular, de dia ou de noite.

Não pode haver tolerância para quem viola descaradamente princípios fundamentais da nossa constituição e da união europeia, como é o caso da igualdade género, designadamente proibindo as mulheres de frequentar escolas mistas e impondo uniões matrimoniais com menores.

Por sua vez, a polícia tem de fazer um esforço para ser rápida a chegar ao local, ao primeiro sinal de que o mal está para acontecer.

Não é preciso ser bruxo para perceber que, quando certos indivíduos aparecem em certos locais, a probabilidade de as coisas darem para o torto é enorme.

Por outro lado, a escola também não se pode demitir da sua acção formadora.

A autoridade (não confundir com autoritarismo) não se dá por decreto, é construída ao longo de uma vida, através do exemplo, e assenta, essencialmente, no respeito mútuo.

Também aqui deve haver "tolerância zero": eu respeito, logo, tenho o direito de ser respeitado.

As regras de boa educação, os seus rituais e formalismos, que a escola e os intelectuais pós-modernistas ridicularizaram e destruíram ao longo dos últimos 40 anos, servem precisamente para cultivar o respeito pelo outro e pelas funções que cada um exerce.

Quando o advogado, o arguido e o público se levantam quando o juiz entra na sala de audiências ou os crentes quando o padre entra para celebrar a missa, não o fazem por respeito à pessoa mas à função que eles representam naquele momento.

Ora, quando vejo alguns professores queixarem-se da falta de autoridade e de respeito e depois assisto à entrada do Presidente da República numa sala de aula e todos os alunos permanecerem sentados, vejo salas de aulas onde os alunos têm o boné na cabeça, as cuecas à mostra e estão equipados como estivessem numa discoteca ou fossem jogar futebol, das duas ou uma: ou esses professores são muito pouco perspicazes, pelo que deviam mudar de profissão, ou estão a gozar connosco e com os sues colegas.

Além disso, quem quer ser respeitado tem de se dar ao respeito.

Isso impõe, necessariamente, regras de condutas que têm de começar a ser cumpridas pelos próprios, qualquer que seja a classe social ou profissional.

Um professor, assim como qualquer dirigente do sector público ou privado, não pode exigir pontualidade, rigor e assiduidade, se ele não é assíduo, nem rigoroso, nem pontual.

Um professor não pode exigir que um aluno respeite os colegas e o respeite a si, enquanto professor, se ele não respeita os seus colegas, nem as funções que cada um dos seus colegas desempenha em cada momento: director de turma, director de departamento e director da escola.

Isto é extensível a todas as carreiras profissionais.

Também a forma como nos vestimos e apresentamos reflecte o respeito e a consideração que temos pelo serviço que prestamos e pelas pessoas que servimos.

Ninguém recebe em sua casa, em chinelos e calções, uma visita que considera; ninguém vai à missa em cuecas e tronco nu; ninguém vai a um casamento com um fato de macaco cheio de óleo; ninguém presta serviço de mecânico ou de pedreiro de fato e gravata;  ninguém vai a um baile de gala de pijama e pantufas; ninguém disputa um jogo de basquete de vestido comprido e sapatos altos...

Toda a gente sabe como se deve vestir, consoante as circunstâncias, sem ser preciso fazer qualquer regulamento.

Consequentemente, se a escola é um local de trabalho, quem o frequenta (seja professor, pai, funcionário ou aluno) deve vir vestido de forma adequada, ou seja, de forma discreta e limpa, respeitando os preceitos de higiene e boa educação que devem existir em qualquer serviço público.

Por outro lado, se todas as salas de aulas têm um professor e funcionários auxiliares, não se compreende por que razão ninguém é responsabilizado por haver carteiras riscadas e salas sujas.

O professor que entra na sala devia assegurar-se que a sala estava em condições e, caso não estivesse, devia participar imediatamente.

A partir dali, a sala ficava à sua responsabilidade e qualquer ocorrência anormal que acontecesse nesse período cabia ao professor identificar o responsável ou assumir a responsabilidade.

É precisamente para isso que é professor.

Por outro lado, ninguém se pode queixar de falta de autoridade e, depois, não a exercer quando deve, fingindo que não vê o que tinha a obrigação de ver para evitar agir quando tinha a obrigação de agir.

A cidade é uma entidade pela qual todos, sem excepção, somos responsáveis.

Também relativamente a estes aspectos, cabe à Câmara, enquanto entidade membro dos Conselhos Gerais, diligenciar para que as escolas assumam e implementem as medidas que a maioria dos professores, pais, funcionários e alunos sabem ser essenciais para a formação integral do aluno, enquanto cidadão, livre e responsável, das chamadas sociedades abertas.

Como ensinava Edmund Burke, «ninguém cometeu maior erro do que aquele que nada fez só porque podia fazer muito pouco».

Se queremos uma cidade mais segura, só há um caminho: cada um de nós fazer o muito pouco que lhe compete, enquanto cidadão, na administração da cidade.

Pelo exposto, os vereadores do PSD vêm apresentar a seguinte proposta, requerendo, desde já, o seu agendamento:

Criação, em estreita ligação com as forças da ordem, de comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana, devendo, para tal, efectuar-se uma campanha de sensibilização com vista à mobilização da população, das instituições e das escolas para o cumprimento desta estratégia de combate à criminalidade.

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Domingo, 29.05.11

ALGUÉM ME PODE EXPLICAR?

 

Alguém me pode explicar por que razão a corrupção não é um problema a levar à campanha e que parece não interessar nenhum dos grandes partidos? Na verdade, vindos de anos e anos de "casos" de corrupção que envolvem políticos, a começar pelo BCP e a acabar nas sucatas do senhor Godinho, numa altura em que existe a convicção popular generalizada de que existe muita corrupção no sistema político e análises técnicas, académicas e policiais apontam no mesmo sentido, a indiferença que PS e PSD mostram perante o tema é inadmissível. Para não ir mais longe. (...)

Alguém me pode explicar por que razão a justiça e a segurança estão ainda mais ausentes nesta campanha do que nas anteriores? (...)

 

Alguém me pode explicar como é que se "emagrece" o Estado (estamos na época das metáforas orgânicas) sem despedimentos na função pública? Alguém me explica como é que se extinguem centenas de organismos, institutos, empresas públicas nacionais e municipais sem se saber para onde é que vão as dezenas de milhares de pessoas que nelas trabalham? Ou será que se pensa que só há cargos de direcção e administração nesses organismos e não há contínuos, secretárias, pessoal auxiliar, técnicos, motoristas, pessoal de manutenção, etc.? Vai-se alimentar o desemprego ou o subemprego?
 

Pacheco Pereira in Público de 28/5/2011

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Quinta-feira, 26.05.11

AFINAL SEMPRE HÁ INSEGURANÇA!

in Sic Notícias on-line de 25/5/2011

 

Abrantes: População preocupada com aumento

de assaltos e tiroteios na via pública

 

Abrantes, Santarém, 25 mai (Lusa) -Assaltos e tiroteios na via pública registados esta semana em Abrantes estão a mobilizar a população a reclamar mais segurança através de uma petição pública, lançada na internet.

 

Denominada «Por uma Abrantes segura como dantes», a petição dirigida à Câmara de Abrantes e ao Governo Civil de Santarém reclama por mais segurança, tendo já recolhido cerca de 300 assinaturas.

 

Os cidadãos afirmam-se "cansados" de viver numa cidade "controlada por uma comunidade de marginais que semeia o terror a seu bel-prazer, sobretudo quem frequenta espaços comerciais e de lazer e as zonas próximas do pólo universitário e das escolas".

 

O documento, iniciativa de um grupo de estudantes da Escola Superior de Tecnologia (ESTA), defende ainda que a área de intervenção no perímetro urbano da cidade de Abrantes seja retirada da PSP e entregue à GNR, tendo em conta a sua estrutura militarizada, devendo o posto de Abrantes ser reforçado com pessoal e equipamento.

 

O furto de fios de cobre em cabos de telecomunicações, que tem deixado as comunidades rurais do concelho sem telefone, internet e televisão, e os assaltos e agressões a habitantes associados a recorrentes atos de vandalismo tem revoltado a população, tendo o assunto dominado as conversas no dia a dia.

 

Contactada pela Lusa, a presidente da câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, afirmou estar a efetuar "todas as diligências" para a criação do "Conselho Municipal de Segurança (CMS), cujo diagnóstico "já foi aprovado" pela tutela, aguardando a sua concretização pelo Governo que resulte das eleições de 5 de junho.

 

O documento elenca e avança com medidas concretas e é considerado um instrumento "fundamental" para combater os fenómenos da criminalidade e da delinquência no concelho.

 

Céu Albuquerque afirmou que um grupo de jovens, "alguns com menos de 16 anos", está identificado como sendo o "responsável pelo clima de medo e de insegurança" que se sente em "determinados pontos" da cidade.

 

Fontes policiais relataram à Lusa que esta semana registaram-se vários casos de assaltos entre os quais à residência da presidente da câmara.

 

Segundo as mesmas fontes, esta noite registaram-se desavenças com perseguições de automóveis que incluíram disparos com armas de fogo na via pública, alegadamente entre elementos de gangues rivais.

 

A presidente da câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), confirmou hoje à agência Lusa ter sido alvo de um assalto em sua casa, tendo-lhe sido furtado um automóvel, um computador, e vários outros objetos.

 

A autarca assegurou que, "enquanto cidadã", formalizou a queixa junto das autoridades, tendo adiantado que o automóvel furtado "já foi recuperado" e os assaltantes identificados.

 

Ver DOSSIÊ: Segurança

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Quinta-feira, 05.05.11

PETIÇÃO RECLAMA MAIS SEGURANÇA (Carta)

In Mirante de 21/4/11

 

Eu pessoalmente já fiz denúncia por escrito para o Governo Civil; para o Comando da P.S.P do Distrito de Santarém; para a Associação Comercial de Abrantes e para a junta de freguesia de S. João em Abrantes.

 

Fui obrigado a fechar o meu estabelecimento, por falta de clientes devido à situação vivida na noite de Abrantes. Não fui o único a fechar as portas!

 

As pessoas não saem ao fim de semana à noite porque têm medo de andar na rua. Os jovens fizeram constar, há um ano no facebook, em forma de comunicado, que não iam sair durante a noite.

 

Após as minhas cartas as autoridades acima mencionadas nada fizeram na prática para acabar com esta situação de desmando e intimidação que existe na cidade de Abrantes.

 

Na Câmara desvalorizaram a situação dizendo que não não têm conhecimento de queixas. É o que a P.S.P. local transmite. Mas toda a gente sabe que não é assim.

 

João Margarido

 

Ver posts relacionados: 

Petição na internet reclama mais segurança em Abrantes  

Petição: «Por uma Abrantes segura como dantes»

 

Ver dossiê: Segurança

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Sábado, 23.04.11

DOSSIÊ VIII: SEGURANÇA

Todas as intervenções (da mais recente para a mais antiga) dos vereadores eleitos pelo PSD sobre o tema "SEGURANÇA":

 

Reunião da câmara de 9/6/11 (X)

Reunião da câmara de 30/5/11 (I)

Reunião da câmara de 16/5/11 (VI)

Petição na internet reclama mais segurança em Abrantes 

Petição: «Por uma Abrantes segura como dantes»

A teoria das janelas partidas

No gueto judeu de Abrantes 

Reunião da câmara de 7/2/11 (acta fls.4) 

Reunião da câmara de 7/2/11 (V) 

Reunião da câmara de 15/11/10 (acta fls.4)

Insegurança em Abrantes

Reunião da câmara de 8/11/10 (extracto I)

Reunião da câmara - 25/10/10 (acta fls.6 e 9-11)

Insegurança denunciada na Assembleia

Há máfias a intimidar os comerciantes

Reunião da câmara de 20/9/10 (extracto I)

Reunião da câmara de 8/3/10 (V)

Reunião da câmara de 1/2/10 (extracto I)

PSD/Abrantes e a insegurança

Conferência de imprensa de 9/1/10

Abrantes insegura

Quanto à segurança

Insegurança: visita ao Millenium

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Quinta-feira, 21.04.11

PETIÇÃO RECLAMA MAIS SEGURANÇA

In Mirante on-line de 14/4/11 

 

Quase duzentas pessoas já assinaram a petição na Internet “Por uma Abrantes segura como dantes”, dirigida à Câmara de Abrantes e ao Governo Civil de Santarém, que reclama mais segurança na cidade. “Os abrantinos estão cansados de viver numa cidade controlada por uma comunidade de marginais que semeia o terror a seu bel-prazer perante a inoperância e a complacência das autoridades”, lê-se no texto que suporta a petição, onde se pede “que o Estado assuma as suas responsabilidades e obrigações, relativamente à cidade de Abrantes, libertando-a da tutela do grupo de marginais que a controla e domina, através do terror”.

 

Os peticionários exigem ainda que “a área de intervenção no perímetro urbano da cidade de Abrantes seja retirada da Polícia de Segurança Pública e entregue à Guarda Nacional Republicana, tendo em conta a sua estrutura militarizada, devendo o posto de Abrantes ser reforçado com pessoal e equipamento”.

 

O vereador do PSD Santana-Maia Leonardo é o segundo subscritor da petição e tem intervindo regularmente sobre a temática em reuniões do executivo. “Essa para nós tem sido uma questão vital. Aqui em Abrantes existe uma situação em que uma comunidade de delinquentes tomou como refém a própria cidade”, afirmou ao nosso jornal.

 

O autarca diz que “a câmara tem de dar a voz e dar a cara” e admite que já tem sido ameaçado pelas posições que tem tomado. “Dizem que não sou de Abrantes, mas a verdade é que, não sendo, tenho dado a cara onde as pessoas de Abrantes têm tido medo de a dar. E tenho corrido riscos, mas como sou vereador tenho obrigação de fazer isso”.

 

A petição terá tido origem em alguns estudantes da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes que lhe pediram para dar ajuda nessa causa. Santana-Maia refere que apesar de haver cada vez mais pessoas a reclamar mais segurança em Abrantes, as coisas não têm mudado muito. Garante que têm continuado as ameaças e a coacção a comerciantes e afirma que a acção da PSP não é a adequada. “A GNR como é uma força militarizada tem um sentido do dever e de missão mais do que a própria Polícia”.  

 

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Insegurança denunciada na Assembleia 

Há máfias a intimidar os comerciantes 

Reunião da câmara de 20/9/10 (extracto I) 

Reunião da câmara de 1/2/10 (extracto I) 

PSD/Abrantes e a insegurança 

Conferência de imprensa de 9/1/10 

Abrantes insegura 

Quanto à segurança 

Insegurança: visita ao Millenium

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Segunda-feira, 04.04.11

PETIÇÃO: «POR UMA ABRANTES SEGURA»

«POR UMA ABRANTES SEGURA COMO DANTES»

Assine a petição clicando AQUI

 

Os abrantinos estão cansados de viver numa cidade controlada por uma comunidade de marginais que semeia o terror a seu bel-prazer perante a inoperância e a complacência das autoridades.

 

A Justiça e a Segurança dos cidadãos são tarefas que incubem ao Estado.

 

Exigimos, por isso, que o Estado assuma as suas responsabilidades e obrigações, relativamente à cidade de Abrantes, libertando-a da tutela do grupo de marginais que a controla e domina, através do terror.

 

Exigimos, paralelamente, que a área de intervenção no perímetro urbano da cidade de Abrantes seja retirada da Polícia de Segurança Pública e entregue à Guarda Nacional Republicana, tendo em conta a sua estrutura militarizada, devendo o posto de Abrantes ser reforçado com pessoal e equipamento.

 

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Insegurança denunciada na Assembleia

Há máfias a intimidar os comerciantes

Reunião da câmara de 20/9/10 (extracto I)

Reunião da câmara de 1/2/10 (extracto I)

PSD/Abrantes e a insegurança

Conferência de imprensa de 9/1/10

Abrantes insegura

Quanto à segurança

Insegurança: visita ao Millenium

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Quinta-feira, 24.03.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 21/3/11 (extracto VI)

PAVILHÕES (ABRANTES E PEGO) E INSTALAÇÕES DESPORTIVAS

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

 

Na penúltima Assembleia Municipal, a senhora presidente informou que o pavilhão de Abrantes estaria pronto em Janeiro de 2011, o que, pelos vistos, ainda não aconteceu.

 

Por outro lado, fomos informados por utentes do Pavilhão do Pego que este não está equipado com extintores.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD gostariam de saber:

 

            (1)       quando estará em funcionamento o Pavilhão de Abrantes?

 

            (2)       se já está prevista a data para a colocação dos extintores no Pavilhão do Pego?

 

            (3)       qual foi a última vez que as instalações desportivas do concelho e os seus aparelhos foram inspeccionadas por uma firma externa credenciada e quais os resultados das mesmas?

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Quarta-feira, 23.03.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 21/3/11 (extracto V)

PASSADEIRA DA AV. 25 DE ABRIL - ABRANTES

Proposta dos vereadores do PSD 

 

Na avenida 25 de Abril, na passadeira a que se refere a Foto 1, ocorreu mais um acidente grave. 

 

  

 

A visibilidade de quem desce é muito reduzida, principalmente se o peão já iniciou a travessia.

 

Por outro lado, a passadeira está muito perto da curva e se vier uma camioneta a subir a visibilidade da passadeira é nula.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD vêm apresentar a seguinte proposta, com vista a aumentar a segurança dos peões que utilizam a referida passadeira, requerendo, desde já, o seu agendamento:

 

     Mudança da passadeira mais para baixo, por forma a melhorar a sua visibilidade, quer para os carros que descem, quer para os peões que iniciem a travessia do lado direito de quem sobe.

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Terça-feira, 22.03.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 21/3/11 (extracto III)

TAPADA DO CHAFARIZ - PARQUE DE ESTACIONAMENTO E PASSADEIRA

Proposta dos vereadores do PSD 

 

Nas traseiras da Tapada do Chafariz, junto ao Tribunal de Trabalho, funciona há vários anos um dos parques de estacionamento mais procurados e concorridos de Abrantes, que dá apoio não só ao Tribunal de Trabalho como também ao comércio e serviços da Tapada do Chafariz e da Rua de Angola.

 

O local encontra-se, no entanto, em estado da mais absoluta degradação, com valas cavadas pela passagem das águas da chuva e dos carros, o que dificulta a circulação automóvel.

 

Na reunião de 26 de Julho de 2010, em que apresentámos este assunto e sugerimos a intervenção da câmara, a senhora presidente respondeu que a falta de estacionamentos na Tapada do Chafariz seria resolvido com a construção do parque de estacionamento subterrâneo no Largo 1º de Maio.

 

Acontece que a Tapada do Chafariz é uma zona comercial bastante frequentada e que não pode dispensar a utilização do referido parque de estacionamento.

 

Por outro lado, tal como também chamámos a atenção na referida reunião da câmara, na entrada da Tapada do Chafariz (entroncamento com a Avenida 25 de Abril), não existe qualquer passadeira de peões, o que põe em risco a sua segurança, uma vez que são obrigados a atravessar a estrada numa zona de grande movimento de trânsito.

 

Por outro lado, existe no passeio, antes deste entroncamento, tendo em conta o sentido de quem desce pelo lado esquerdo a Avenida 25 de Abril, um mupi de publicidade, que retira a visibilidade aos peões e automobilistas, e dois pequenos degraus que impedem a circulação dos peões que se desloquem em cadeira de rodas ou com um carrinho de bebés.

 

A senhora presidente respondeu, na altura, que esta situação seria resolvida com intervenção, a executar por empreitada, na envolvente da zona do Vale da Fontinha.

 

Acontece que, nas últimas duas semanas, precisamente na zona referida dos mupi’s e dos gradeamentos, assistiu-se a três quedas (duas pessoas de idade e uma senhora com carrinho de bebé) que poderiam ter tido consequências fatais para os dois idosos.

 

Também aqui a segurança dos peões não pode esperar pela empreitada da zona do Vale da Fontinha, exigindo-se uma intervenção pontual, ainda que provisória.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD vêm apresentar a seguinte proposta, requerendo, desde já, o seu agendamento:

 

     (1)   Intervenção urgente no parque de estacionamento da Tapada do Chafariz com vista a dotá-lo das condições indispensáveis para funcionar como parque de estacionamento.

 

     (2)   Colocação da passadeira e retirada do mupi de publicidade e dos degraus existentes no entroncamento da Tapada do Chafariz com a Avenida 25 de Abril.

 

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Reunião da câmara de 26/7/10 (acta fls.6)

Reunião da Câmara de 26/7/10 (acta fls.6 e 7)

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Domingo, 20.02.11

NO GUETO JUDEU DE ABRANTES

Santana-Maia Leonardo - in Nova Aliança 

 

A criminalidade na cidade de Abrantes atingiu um tal estatuto de impunidade que os delinquentes tomaram literalmente conta da cidade, espalhando o terror por onde passam com a plena certeza de que os poucos que ousarem queixar-se às autoridades não só acabarão por desistir da queixa como se arrependerão para o resto da vida de o ter feito.

  

Mas se a passividade cúmplice das autoridades é, sem qualquer sombra de dúvida, a principal causa da implantação do reino de terror na cidade pelas bem conhecidas comunidades de delinquentes, não é, no entanto, a única causa.

  

Com efeito, os cidadãos de Abrantes também não se podem eximir das suas responsabilidades pelo facto de, durante anos, por medo, cobardia e falta de solidariedade, fecharem os olhos ao que se vai passando à sua volta, provavelmente na esperança de que os delinquentes não lhes batam à porta.

  

A este propósito não me posso esquecer daquela garota violada na Avenida da Igreja, em Lisboa, às 22H, que se fartou de gritar por socorro sem que ninguém a socorresse. Aqueles que, por ali passaram e ouviram os gritos, deviam ter pensado que um dia podia suceder o mesmo a uma das suas filhas... e certamente não gostariam que quem ouvisse os gritos agisse com a mesma cobardia com que eles agiram.

  

De certeza absoluta que a violação não teria sido consumada se por ali tivesse passado, naquela hora, a senhora idosa vestida de vermelho que recentemente vimos na televisão evitar um assalto a uma loja de Londres, enfrentando sozinha seis assaltantes munidos de marretas. 

 

A segurança e a qualidade de vida nas cidades também depende muito da qualidade dos seus cidadãos, da sua coragem, da sua solidariedade e da sua verticalidade.

 

A este propósito recordo mais uma vez o poema de Martin Niemöller que toda a gente da cidade de Abrantes devia ser obrigada a saber de cor: «Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu./Como não sou judeu, não me incomodei./ No dia seguinte vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista./ Como não sou comunista, não me incomodei./ No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico./ Como não sou católico, não me incomodei./ No quarto dia, vieram e me levaram;/ já não havia mais ninguém para reclamar.»

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Sexta-feira, 04.02.11

REUNIÃO DA CÂMARA - 24/1/11 (acta fls.7)

EUCALIPTO DA AV. D. JOÃO I - ABRANTES

Informação dos vereadores do PSD

 

O vereador Belém Coelho deu conta que na Av. D. João I, em Abrantes, depois de uma intervenção ali feita, ainda subsiste um eucalipto com dimensão razoável em risco de oscilar devido ao mau tempo.

 

A presidente da câmara remeteu o assunto ao Serviço de Protecção Civil.

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Quinta-feira, 18.11.10

INSEGURANÇA EM ABRANTES

in Mirante on-line de 10/11/10

 

(...) O assunto da insegurança em Abrantes voltou a ser introduzido pelos vereadores do Partido Social Democrata (PSD), Santana Maia e António Belém Coelho, relembrando que «em menos de uma semana, num raio de cem metros em volta da câmara, foram assaltados a Farmácia Silva, o café Chave d' Ouro e uma loja de roupa», registando-se ainda a agressão a um munícipe na Praça Barão da Batalha. «Só a senhora presidente e o senhor comandante da PSP se recusam a ver o óbvio, continuando a afirmar, perante a evidência, que o que se tem passado em Abrantes está dentro dos parâmetros da normalidade», criticam os vereadores da oposição. Santana Maia é da opinião que a autarquia deveria assumir uma postura diferente em relação a este tema, lançado, inclusive, um alarme público da situação. (...)

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Sexta-feira, 12.11.10

REUNIÃO DA CÂMARA 25/10/10 (acta fls.6-11)

REUNIÃO DA PRESIDENTE DA CÂMARA COM A PASTORAL DOS CIGANOS

Informação da vereadora Celeste Simão

 

A vereadora Celeste Simão, na sequência do que foi anteriormente referido pela Presidente da Câmara, e porque as questões de segurança também se prendem com pessoas de etnia cigana, informou que a presidente da câmara reuniu com a Pastoral dos Ciganos, mais concretamente com o Dr. Francisco Monteiro. Nessa reunião, foi informada a autarquia que nos dias 21 e 22 de Outubro, iria decorrer uma conferência em Idanha-a-Nova sobre estas temáticas: Cultura e arte cigana na Europa. Da autarquia esteve presente uma técnica superior, mas também estiveram algumas pessoas ligadas às associações de Abrantes. Foram apontadas algumas estratégias de inclusão na sociedade, várias delas já em decurso no Município de Abrantes, que são prova de que tem vindo a ser desenvolvido trabalho nesta área. (...)

 

Em seguida, o vereador Santana Maia disse que os vereadores do PSD recusam terminantemente que se faça a abordagem do problema da segurança em Abrantes como se tratasse de um caso de incompatibilidade entre duas culturas diferentes: a portuguesa e a cigana. O que está aqui apenas em causa é a delinquência juvenil e a criminalidade organizada, praticada por cidadãos portugueses e em território português, devendo a lei ser cumprida e aplicada sem outras considerações. (...)

 

Na sequência da anterior intervenção do vereador Santana Maia relativamente a indivíduos de etnia cigana, a presidente da câmara tomou novamente a palavra para referir que, a propósito do pedido de esclarecimentos apresentado pelos vereadores do PSD na última reunião, relativamente à existência de construção ilegal em Arreciadas, veio a Câmara a constatar que esse pedido incidia sobre construções de obras levadas a efeito por indivíduos de etnia cigana.

 

Nesse sentido, aproveitou para apresentar os esclarecimentos solicitados, dando conta dos trâmites dos processos que já decorriam na autarquia relativamente a esta questão.

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