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COLUNA VERTICAL


Terça-feira, 31.05.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 30/5/11 (II)

ABRANTES - AV. DEFENSORES DE CHAVE

Pedido de esclarecimento dos vereadores eleitos pelo PSD 

 

Fomos hoje contactados pelo cidadão que, em reunião de Câmara, apresentou a questão relativa ao trânsito na Av. Defensores de Chaves, em nome dos moradores naquela artéria, que permite a alguns moradores acesso directo ao seu domicílio, mas que, a outros, obriga a efectuar uma volta que implica despesa e desgaste em termos de meios de transporte.

 

O referido cidadão pretendia saber qual o motivo por que, passados quase três meses e apesar de ter deixado o seu contacto por solicitação dos serviços, ainda não obteve qualquer tipo de resposta.

 

Mais informou que, nos últimos dias, à semelhança do que já aconteceu outras vezes, o sinal de proibição excepto a moradores, na embocadura da rua que sobe para o edifício Pirâmide foi vandalizado e derrubado, se bem que já hoje, da parte da manhã, este problema tivesse sido resolvido.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD gostariam de saber qual o ponto de situação referente à exposição efectuada por aquele cidadão e qual o motivo da falta de resposta até ao momento.

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Quinta-feira, 07.04.11

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/4/11 (VIII)

PONTO Nº6 - RETIRADA DO PINO DA ENTRADA DA RUA DE SANTA ISABEL - ABRANTES

Proposta dos vereadores do PSD 

 

Proposta de Deliberação dos vereadores eleitos pelo PSD, Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho, para retirada do pino da entrada da Rua de Santa Isabel, em Abrantes, que a seguir se transcreve:

 

“Foi recentemente trancada, com a colocação de um pino na entrada da rua, a Rua de Santa Isabel, ou seja, uma das poucas ruas do centro histórico que ainda estava aberta ao trânsito, agravando ainda mais a já insuportável vida dos residentes desta zona da cidade.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD vêm apresentar a seguinte proposta, requerendo, desde já, o seu agendamento:

 

Retirada do referido pino da pino da entrada da Rua de Santa Isabel, mantendo-a aberta ao trânsito como até aqui.” 

 

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Deliberação: A proposta foi rejeitada com os votos contra dos vereadores eleitos pelo PS e pelo ICA.

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Segunda-feira, 18.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 18/10/10 (extracto I)

ARRECIADAS - LICENCIAMENTO DE MURO JUNTO À ESTRADA 

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

Foi construído há cerca de quatro meses, na estrada que liga Arrifana a Arreciadas, a 100m do cruzamento, um muro em alvenaria no limite da faixa de rodagem o que constitui um manifesto perigo para a segurança, quer de veículos, quer de peões.

A situação é tão visível e mantém-se há já tantos meses que é impossível que o mesmo tivesse sido construído sem estar licenciado.

Pelo exposto, gostaríamos de saber qual o fundamento para o licenciamento da referida construção.

E, no caso de o mesmo, por absurdo, não estar licenciado:

1.   por que razão ainda não foi demolido?

2.   quando foi dada a ordem de demolição?

3.   se já foi levantado o competente auto de contra-ordenação?

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Sexta-feira, 15.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/10/10 (acta fls.15)

Nº 20 - Proposta de Deliberação do Vereador e Vice-Presidente Rui Serrano, referente à Informação Nº 414 da Divisão de Serviços Urbanos, datada de 22 de Setembro de 2010, acerca do ordenamento do trânsito na Rua da Lagoa, em Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes.

 

Deliberação: Por maioria, com a abstenção dos vereadores do PSD António Belém Coelho e Elsa Cardoso, aprovar o ordenamento do trânsito na Rua da Lagoa, em Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, nos termos da Informação Nº 414 do Serviço de Trânsito e Transportes Públicos da Divisão de Serviços Urbanos, que se dá por transcrita.

 

O Vereador Belém Coelho alertou para o facto de na informação técnica ser referida a fraca visibilidade que resultará da adopção desta solução.

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Segunda-feira, 11.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 11/10/10 (extracto I)

ALTERAÇÕES DO TRÂNSITO - METODOLOGIA A SEGUIR 

Declaração dos vereadores do PSD 

 

Tendo em conta que, nos últimos tempos, têm vindo a reuniões da câmara sucessivas propostas de alteração da sinalização de trânsito, queremos aqui deixar claro a nossa posição sobre esta matéria.

 

Antes de mais, rejeitamos todo e qualquer experimentalismo nesta área.

 

O princípio da confiança é um princípio fundamental na segurança da circulação rodoviária que deve ser respeitado.

 

Como todos sabemos, qualquer condutor que habitualmente faça determinados percursos cria inevitavelmente rotinas que interioriza e que o levam a reagir mecanicamente perante situações que conhece bem.

 

Ora, basta uma pessoa passar agora na Rua de Angola para constatar, de imediato, que este princípio não foi respeitado aquando da recente alteração de trânsito.

 

Com efeito, apesar de a rua ter agora apenas um sentido, continua a ser utilizada por muitos condutores como se mantivesse os dois sentidos de trânsito. 

 

Por outro lado, não nos podemos esquecer que as diferentes artérias de uma localidade vivem numa relação de interdependência pelo que qualquer alteração tem de partir sempre da perspectiva e do interesse geral e nunca do interesse particular dos moradores de uma determinada rua.

 

Do que atrás ficou dito, podemos extrair, então, as regras que um município prudente deverá seguir nesta matéria:

 

        1ª) Qualquer alteração do sentido de trânsito numa simples rua de uma cidade como Abrantes deverá assentar sempre numa análise do mapa rodoviário da cidade e das implicações que essa alteração acarretará para o todo;  

 

        2ª) Só se deve alterar o sentido de trânsito de qualquer rua se isso trouxer grandes benefícios;

 

        3ª) Decidida a alteração, dentro dos pressupostos anteriores, deverá fixar-se uma data nunca inferior a 60 dias para a executar com vista, por um lado, a permitir a informação e preparação dos condutores para a alteração (através de publicação de editais, informação nos jornais, mailing e afixação de placards nas ruas intervencionadas) e, por outro, permitir reclamações dos cidadãos para evitar que a sua entrada em vigor possa trazer qualquer surpresa que não tivesse sido devidamente ponderada.

 

Ora, é precisamente esta metodologia que nós defendemos e que gostaríamos de ver seguida pela Câmara Municipal.

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Segunda-feira, 04.10.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 4/10/10 (extracto I)

ALTERAÇÃO DO TRÂNSITO NA RUA DE ANGOLA 

Proposta /Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

 

Na reunião do passado dia 12 de Julho, os vereadores do PSD, por sinal os que hoje aqui estão (António Belém Coelho e Elsa Cardoso), aprovaram a proposta de deliberação de alteração da sinalização do trânsito na Rua de Angola.

 

Apesar de, na altura, a alteração proposta não nos parecer muito razoável, confiámos, no entanto, que a mesma assentasse num estudo técnico sério sobre o trânsito na cidade e não apenas num “parece que assim fica melhor”, próprio do amadorismo que tantas vezes caracteriza quem governa.

 

Com efeito, depois de os vereadores do PSD terem proposto um estudo de trânsito para toda a envolvente do centro histórico e a senhora presidente ter votado contra a nossa proposta sobre o Centro Histórico porque esse estudo se estava a fazer, os vereadores do PSD convenceram-se de que esta alteração de trânsito já teria alguma coisa a ver com esse estudo.

 

Afinal, a Junta de Freguesia de S. Vicente (pasme-se) não foi sequer ouvida, segundo foi garantido na última Assembleia de Freguesia.

 

Ora, como todos sabemos, a ordenação do trânsito numa cidade não pode ser feita nem à la carte, nem para agradar a alguns moradores conhecidos, nem a olho.

 

Caso contrário, em vez de ordenação de trânsito, temos, antes, uma desordenação de trânsito que lança o caos na cidade e afugenta dela quem tiver o azar de lá passar.

 

Para mais, uma cidade com os condicionalismos de Abrantes.

 

Na verdade, sem um estudo técnico que envolva toda a zona alta da cidade, não é sensato levar a cabo alterações pontuais da sinalização de trânsito, sob pena de romper equilíbrios, quando é certo que todas as artérias estão interligadas entre si e devem formar um todo coerente.

 

Acontece que basta passar agora na Rua de Angola para se constatar, de imediato, que esta alteração não foi nada racional.

 

Em primeiro lugar, porque escoa o trânsito precisamente para uma das zonas mais congestionadas e difíceis de manobrar do centro histórico, tornando esta zona ainda mais crítica.

 

Em segundo lugar, sendo a Rua de Angola uma das poucas ruas habitadas na zona alta da cidade, obriga os seus moradores, para chegarem à Avenida 25 de Abril que lhes passa à porta, a terem de dar uma volta enorme, sendo obrigados a vencer, todos os dias, o inferno labiríntico das ruas estreitas e congestionadas do centro histórico, onde o trânsito, durante o dia, quase sempre está obstruído e parado.

 

Em terceiro lugar, porque a Rua de Angola não ganhou nada com a alteração, nem escoamento de tráfego (que, nesta rua, nunca foi problema), nem em estacionamento.

 

Pelo exposto, os vereadores do PSD vêm apelar ao bom senso da Câmara Municipal para que a Rua de Angola volte a dispor, novamente, de dois sentidos de trânsito e da sinalização que tinha anteriormente.

 

Pior do que cometer um erro é, perante a constatação do erro, permanecer no mesmo só para não dar o braço a torcer, como sói dizer-se.      

 

Finalmente, pretendem os vereadores do PSD ser esclarecidos se efectivamente a Câmara Municipal sempre está a proceder ao estudo técnico do trânsito na zona alta da cidade e, em caso afirmativo, ser informados de quais são os técnicos com formação específica para o efeito que estão a levar a cabo esse estudo.

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Sexta-feira, 10.09.10

Reunião da câmara de 30/8/10 (acta fls.4)

MARTINCHEL - SEGURANÇA DE ALUNOS, PEÕES E VEÍCULOS 

Resposta da presidente da câmara 

ao pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

O vereador Santana-Maia Leonardo apresentou um outro um pedido de esclarecimentos subscrito pelos vereadores eleitos pelo PSD sobre a segurança de alunos, peões e veículos, também na freguesia de Martinchel, conforme abaixo se transcreve:

“Encontra-se há vários meses, em risco de derrocada, o morro de terra situado entre o edifício da Junta de Freguesia de Martinchel e a Associação ACLAMA, pondo em risco a segurança de peões e veículos. Situação que se irá agravar necessariamente com a chegada das primeiras chuvas. Acresce que a zona não está sequer sinalizada.

Por sua vez, a escola de Martinchel está para iniciar o ano lectivo e a rede continua por substituir, pondo em risco a segurança dos alunos. 

Por outro lado, as valetas da freguesia estão cheias de mato, o que irá provocar inevitavelmente inundações se as mesmas não forem limpas, em devido tempo. Ou seja, antes das chuvas. 

Tratando-se de uma situação a requerer intervenção urgente, os vereadores do PSD gostariam de saber: 1. Quando tenciona a Câmara Municipal construir o muro de sustentação das terras para evitar a derrocada que se adivinha?; 2. Por que razão ainda não sinalizou a zona ou será que está à espera do primeiro acidente para o fazer?; 3. Quando tenciona substituir a rede da escola e começar o trabalho de limpeza das valetas da freguesia?” 

A presidente da câmara respondeu que a estrada que os vereadores referem é nacional, pelo que a autarquia não terá competência para nela intervir. No entanto, caber-lhe-á avaliar a situação e solicitar à Estradas de Portugal, EPE., a intervenção necessária se for o caso, e, eventualmente, sinalizar o local. 

Acrescentou que a limpeza das valetas é uma competência delegada nas juntas de freguesia que, como os vereadores sabem, têm os seus recursos limitados. As juntas habitualmente recorrem a protocolos com o Centro de Emprego para colocação de trabalhadores para a execução destas tarefas. Porém, recentemente as candidaturas a estes protocolos estiveram suspensas. Espera que a situação volte à normalidade muito em breve. 

Por fim, e quanto à rede da escola, a presidente da câmara disse que a manutenção das escolas está também delegada na Junta de Freguesia, que deverá estar ao corrente desta situação. 

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Segunda-feira, 30.08.10

Reunião da câmara de 30/8/10 (extracto I)

MARTINCHEL - SEGURANÇA DE ALUNOS, PEÕES E VEÍCULOS

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD 

Encontra-se há vários meses, em risco de derrocada, o morro de terra situado entre o edifício da Junta de Freguesia de Martinchel e a Associação ACLAMA, pondo em risco a segurança de peões e veículos.

Situação que se irá agravar necessariamente com a chegada das primeiras chuvas.

Acresce que a zona não está sequer sinalizada.

Por sua vez, a escola de Martinchel está para iniciar o ano lectivo e a rede continua por substituir, pondo em risco a segurança dos alunos.

Por outro lado, as valetas da freguesia estão cheias de mato, o que irá provocar inevitavelmente inundações se as mesmas não forem limpas, em devido tempo.

Ou seja, antes das chuvas.

Tratando-se de uma situação a requerer intervenção urgente, os vereadores do PSD gostariam de saber:

1. Quando tenciona a Câmara Municipal construir o muro de sustentação das terras para evitar a derrocada que se adivinha?

2.  Por que razão ainda não sinalizou a zona ou será que está à espera do primeiro acidente para o fazer?

3.  Quando tenciona substituir a rede da escola e começar o trabalho de limpeza das valetas da freguesia?

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Sexta-feira, 13.08.10

REUNIÃO DA CÂMARA - 26/7/10 (acta fls.6)

TAPADA DO CHAFARIZ - SEGURANÇA DE PEÕES

Resposta presidente da câmara ao pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD

 

A vereadora Elsa Cardoso apresentou um pedido de esclarecimentos subscrito pelos vereadores do PSD presentes relativo à segurança dos peões na Tapada do Chafariz, em Abrantes, conforme abaixo se transcreve:

 

“Na entrada da Tapada do Chafariz (entroncamento com a Avenida 25 de Abril), não existe qualquer passadeira de peões, o que põe em risco a sua segurança, uma vez que são obrigados a atravessar a estrada numa zona de grande movimento de trânsito.

 

Por outro lado, existe no passeio, antes deste entroncamento, tendo em conta o sentido de quem desce pelo lado esquerdo a Avenida 25 de Abril, um mupi de publicidade, que retira a visibilidade aos peões e automobilistas, e dois pequenos degraus que impedem a circulação dos peões que se desloquem em cadeira de rodas ou com um carrinho de bebés.

 

Pelo exposto e uma vez que é manifesto que a falta de passadeira e a existência do mupi de publicidade, assim como os degraus, põem em risco a segurança dos peões, vimos solicitar que nos informe se já estão agendadas a colocação da passadeira, a retirada do mupi de publicidade e a retirada dos degraus.”

 

A presidente da câmara informou que está em elaboração um projecto cuja intervenção, a executar por empreitada, envolverá toda a zona do Vale da Fontinha. Desse projecto, resultará a necessidade de ser intervencionada também a entrada para a Tapada do Chafariz.

 

Assim, aguarda-se pela sua apresentação, uma vez que, provavelmente, definirá a forma mais adequada para a colmatar o que os vereadores referem o que, aliás, já é uma preocupação sentida há bastante tempo.

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Terça-feira, 27.07.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 26 DE JULHO (II)

TAPADA DO CHAFARIZ - SEGURANÇA DOS PEÕES

Pedido de esclarecimento dos vereadores do PSD

 

Na entrada da Tapada do Chafariz (entroncamento com a Avenida 25 de Abril), não existe qualquer passadeira de peões, o que põe em risco a sua segurança, uma vez que são obrigados a atravessar a estrada numa zona de grande movimento de trânsito.

 

Por outro lado, existe no passeio, antes deste entroncamento, tendo em conta o sentido de quem desce pelo lado esquerdo a Avenida 25 de Abril, um mupi de publicidade, que retira a visibilidade aos peões e automobilistas, e dois pequenos degraus que impedem a circulação dos peões que se desloquem em cadeira de rodas ou com um carinho de bebés.

 

Pelo exposto e uma vez que é manifesto que a falta de passadeira e a existência do mupi de publicidade, assim como os degraus, põem em risco a segurança dos peões, vimos solicitar que nos informe se já estão agendadas a colocação da passadeira, a retirada do mupi de publicidade e a retirada dos degraus.

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Terça-feira, 12.01.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 11/1/10 (extracto)

TROÇO ARRIFANA – ROSSIO AO SUL DO TEJO          

 

Tendo em conta a importância que reveste, para a cidade de Abrantes, a via que atravessa o Rossio ao Sul do Tejo e a Arrifana (EN2), e que se traduz num grande afluxo de trânsito diário, quer de ligeiros, quer de pesados (passageiros e mercadorias), não podemos deixar de alertar este executivo para o estado extremamente degradado do piso, sobretudo no troço que começa no entroncamento com a rua da estação de caminhos-de-ferro e tem o seu terminus no final de Arrifana, o que já tem, aliás, provocado prejuízos materiais em diversas viaturas.
 
Acresce que a sinalização luminosa (semáforos) encontra-se praticamente inoperacional e bastante danificada.
 
Face à urgência da situação, que se vem agravando e repetindo todos os anos, gostaríamos de saber se existe uma data definida para substituição ou reparação do piso e dos semáforos e quais as diligências que a Câmara já efectuou para resolver este grave problema.
 
Sendo certo que, tratando-se de uma das principais portas de entrada na cidade de Abrantes, a presente situação constitui um péssimo cartão-de-visita para a cidade e para o concelho, na medida em que revela um grande desleixo e desmazelo.

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Terça-feira, 05.01.10

REUNIÃO DA CÂMARA DE 28/12/09 (extracto II)

INTERVENÇÃO DO VEREADOR RUI ANDRÉ

 
1.      Visto que este executivo pretende apostar na Praia Fluvial de Aldeia do Mato e que uma das estradas de ligação passa pela Freguesia de Rio de Moinhos, informo o executivo que deverá proceder a uma solução alternativa e de carácter urgente na passagem pelo centro urbano de Rio de Moinhos.
Uma estrada por fora do centro de Rio de Moinhos poderia ser uma alternativa adequada mas tem de ser equacionada uma solução rápida para que não tenhamos um problema de fluidez de trânsito na aldeia.
O trânsito na aldeia de Rio de Moinhos mudou há mais de um ano e achamos e merece que seja feita uma melhoria no actual tráfego rodoviário.
A rua dr. João de Deus assim como a Rua do Canto deveria ter um só sentido. Foi dito, pelo dr. Pina da Costa, vereador na altura, que esta decisão seria provisória até encontrar uma solução.
A solução é simples e vem colmatar a única excepção de sentido único existente em Rio de Moinhos: a abertura da Rua do Canto, passando pelo campo de futebol até ao cruzamento do restaurante da Cristina Mota é inevitável. Outro factor é a construção do novo Centro Escolar de Rio de Moinhos que ficará situada na Rua do Canto. 
Fica o alerta do PSD a estes dois problemas da freguesia de Rio de Moinhos.
 
2.      Outra preocupação do PSD visa a melhoria da iluminação pública nas estradas em terra batida ou por asfaltar.
Muitos condutores se queixam das estradas em mau estado de conservação e ainda por cima com falta de iluminação ou com iluminação insuficiente, o que prejudica em demasia os condutores que por ali passam.
 
3.      O executivo da Câmara Municipal de Abrantes deveria rever/melhorar o regulamento dos empréstimos dos autocarros da Câmara Municipal com isenção de pagamentos de taxas às Juntas de Freguesia do concelho no sentido de dar oportunidades a todas as Juntas de Freguesia o empréstimo de uma forma equitativa e de acordo com as áreas geográficas, número de população e número de associações de cada freguesia.
O PSD defende que deveria existir um crédito de quilómetros por freguesia de acordo com os critérios atrás mencionados.
 
4.      Por fim, o PSD sugere que as reuniões públicas deveriam ser acompanhadas online por qualquer cibernauta interessado no desenvolvimento do concelho e respectivas freguesias que, por derivadas situações, não pode deslocar-se naquele dia e aquela hora.
Nesta Democracia, é fundamental a participação activa dos cidadãos e que se possa proporcionar uma alternativa tecnológica simples e com poucos custos para a Câmara Municipal de Abrantes.

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Quarta-feira, 16.12.09

REUNIÃO DA CÂMARA DE 14/12/09 (extracto II)

(II)             SEMÁFOROS EM MOURISCAS        

           
           Há oito/nove anos, aquando da construção da auto-estrada A 23, foi construída a então denominada variante (este novo troço de estrada posteriormente adoptou a designação da então N 358) que estabelecia a ligação à Nacional 118, junto a Alvega.
           Porque era previsível um elevado fluxo de trânsito, numa via que atravessava um aglomerado populacional, após várias manifestações populares, foram implantados semáforos em dois cruzamentos mais críticos: estrada que ligava à Estação da CP e estrada que ligava ao Apeadeiro da CP.
           Acontece que os semáforos, que eram accionados por sensores de velocidade, estiveram apenas ligados uns meses, muito embora ali tenham ocorrido vários acidentes de assinalável gravidade.
          Publicamente ainda nada foi transmitido à população de Mouriscas durante todos estes anos, constando-se que a Junta de Freguesia já terá feito várias tentativas junto da Câmara e das Estradas de Portugal, com vista à reactivação dos semáforos.
          Gostaríamos, por isso, de saber quais as diligências que a Câmara já levou a cabo e quando prevê que os semáforos sejam reactivados.

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