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COLUNA VERTICAL


Domingo, 21.06.09

QUANTO À MARCA «ABRANTES»

(Discurso de Santana Maia na apresentação dos candidatos do PSD à Câmara Municipal de Abrantes - 7ª parte)
 
Abrantes tem de se concentrar naquilo que tem de bom para oferecer a quem vem de fora, e criar um marca, de âmbito nacional. A marca “ABRANTES”.
  
Abrantes tem de voltar a ser a Cidade Florida. E este vai ser um dos grandes objectivos deste mandato.
 
O potencial turístico do concelho é enorme e só é pena que a autarquia demonstre tanta incapacidade para o aproveitar. Urge criar pólos turísticos um pouco por todo o concelho, atendendo à diversidade da oferta: albufeira do Castelo de Bode; castelo e todo o património histórico da cidade; o Tejo em toda a sua extensão concelhia, desde Alvega a Rio de Moinhos; a planície do sul do concelho, etc.
 
O potencial é enorme e o que se fez nestes anos é muito pouco, tendo sobretudo em conta os enorme recursos financeiros que a autarquia teve ao seu dispor, o que só vem demonstrar falta de visão e de competência. (cont.)

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Quinta-feira, 04.06.09

VISITA ÀS FONTES

 

No dia 20 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado de Tânia Alves, candidata a presidente da Junta de Freguesia de Fontes, Rui André e Hugo Silva, visitou Fontes, Portela e Maxial. Nas Fontes, visitaram todos os estabelecimentos comerciais, assim como o centro de dia, em fase de construção, da Associação de Solidariedade de Fontes, e o pavilhão desportivo, cuja construção foi iniciada pelo Gruderec (Grupo Desportivo e Recreativo).
 

Como se constatou, é essencial que as obras do centro cia sejam terminadas o mais brevemente possível, pois, sendo a maioria da população idosa, este será um grande apoio para estas pessoas. Por outro lado, é também urgente concluir a construção do pavilhão, infra-estrutura fundamental para ocupação dos tempos livres dos jovens e dos menos jovens da freguesia.
 
Finalmente, no Maxial, visitaram a Associação Unimaxial, que tem prestado um excelente trabalho na dinamização desta localidade. Esta associação já havia sido visitada por Santana Maia no dia 7 de Fevereiro, tendo, na altura, a visita sido conduzida por Luís Lopes, antigo presidente da Associação.
 
Não nos podemos esquecer, também, do potencial turístico da Portela. Este local possui condições naturais para oferecer um turismo de natureza de excelência, faltando apenas as infra-estruturas essenciais de apoio da responsabilidade do município.
 
O isolamento e esquecimento a que está votado esta freguesia pelo município salta aos olhos de quem a visita. O pavilhão e o centro de dia, que ainda se encontram em esqueleto, são bem o exemplo disso, assim como a estrada totalmente esburacada e remendada para o Maxial.

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Terça-feira, 26.05.09

VISITA À E.P.D.R.A. (MOURISCAS)

 

No dia 16 de Maio, Santana Maia, candidato do PSD à Câmara de Abrantes, acompanhado por Manuel Catarino, candidato à Junta de Freguesia de Mouriscas, e Amadeu Lopes, visitou a EPDRA, Escola Profissional de Desenvolvimento Rural de Abrantes, mais conhecida por Escola Agrícola e situada na Herdade da Murteira, em Mouriscas.
 
Ali foram recebidos com uma amabilidade e profissionalismo inexcedíveis pelo Exmo. Senhor Engenheiro Simão Pita que deu uma panorâmica desta unidade de ensino com uma visão formativa profissionalizante e dirigida à preparação de técnicos aptos a entrar no mercado de trabalho.
 
Foi criada em 1989, sendo a primeira escola agrícola de natureza pública, com o nome de Escola Profissional de Agricultura de Abrantes (EPAA), iniciando ainda, nesse ano, a sua actividade com um Curso Técnico de gestão Agrícola e uma turma de 20 alunos. Daí e até aos nossos dias foi um evoluir constante, tendo actualmente cerca de 170 alunos e um variado leque de cursos, que podem ser consultados em http://www.epdra.pt/. Destes alunos, somente cerca de 20% são oriundos do concelho.
 
Relevam-se também algumas acções de Formação Modulares Certificadas, de curta duração dirigidas a adultos que pretendam uma certificação profissional. Em 2000 passou a ter a actual denominação e a integrar a rede de estabelecimentos de ensino oficial do Ministério da Educação.
 
Implantada na Herdade da Murteira, onde a maioria dos edifícios apresenta uma arquitectura tradicional, merecem realce o picadeiro, o maior do Ribatejo, e a pista de obstáculos que, com as cavalariças, compõem o núcleo pecuário. Para uma aprendizagem, em que a prática reveste especial importância, foram criadas estufas e uma unidade de criação de cogumelos, dividida em patamares de desenvolvimento deste fungo. No exterior podem ver-se plantações de oliveiras, amendoeiras, produtos hortícolas e vinha.
 
Além dos núcleos ligados à formação e administração há que salientar a Pousada Rural, com 10 quartos, e onde se pretende apostar na criação de um curso de cozinha, dando seguimento a apostas formativas para um mercado de trabalho turístico mais exigente.
 
Esta escola, um modelo de pioneirismo e de qualidade, já formou, desde o início da sua actividade, alunos de todo o território nacional, de países de expressão portuguesa (Guiné, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique e Timor) e também do espaço europeu (Alemanha, França, Itália e Finlândia), sendo uma referência que qualquer concelho se orgulharia de ter.
 
Numa extrema abertura ao exterior, a EPDRA encontra-se disponível para encontrar soluções para o desenvolvimento da região, podendo apoiar as cooperativas locais a criar Zonas Demarcadas de produção, produtos derivados da azeitona ou da figueira, e estudar fórmulas de os PAP (Projectos da Aptidão Profissionais) que são da escolha dos alunos, podendo estes ser estudos potenciadores de iniciativas ao desenvolvimento. Urge reconhecer o valor das instituições e esta escola, pela sua transnacionalidade, saber fazer e vida que traz para a freguesia de Mouriscas, é merecedora de gratidão.

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Segunda-feira, 20.04.09

BALANÇO DOS PRIMEIROS SEIS MESES

 

Decorreram seis meses desde que anunciámos a nossa candidatura à Câmara Municipal de Abrantes. Tal como dissemos na altura e reafirmamos hoje, as pessoas, na sua individualidade e enquanto titulares de direitos mas também de deveres, são a razão de ser da nossa candidatura. Não queremos construir o futuro para as pessoas, mas construir o futuro com elas. O nosso combate “pela independência de cada um dos abrantinos face ao poder político” é, por isso, fundamental. Um poder político que menospreza diariamente as pessoas, que tenta por todos os meios condicionar a sua vontade, que não as ouve e que só finge preocupar-se com elas quando acha que isso lhe traz algum retorno eleitoral, iludindo-as, nestas alturas, com falsas expectativas e com promessas sem sentido, que sabem não poder cumprir.
 
Questões Sociais: Nestes seis meses, tivemos a oportunidade de visitar a maioria das instituições de solidariedade social do concelho, assim como os agrupamentos de escolas e algumas associações de cariz cultural e desportivo, tendo testemunhado duas realidades: o empenho extraordinário das pessoas que dedicam o seu tempo a formar e a ajudar os outros, sobretudo, os que mais precisam; e a pouco atenção que merecem da autarquia. Não aceitamos que se governe um concelho só com o objectivo de fazer obra, sem se olhar por quem nele vive. Como não nos cansamos de repetir, não há melhor investimento, nem investimento mais reprodutivo, do que nas infraestruturas humanas.
 
Mas o simples facto de termos iniciado a volta ao concelho precisamente pelas instituições de solidariedade social, pondo sempre a tónica nas pessoas e não nas obras, já teve um efeito muito benéfico. Em primeiro lugar, obrigou a Câmara Municipal a lembrar-se de que o concelho não são apenas construções, mas que também existem pessoas de carne e osso a viver com muitas dificuldades. Em segundo lugar, obrigou todas as candidaturas a preocuparem-se e a começarem a falar nas pessoas, fazendo com que os diferentes candidatos fizessem também o seu périplo pelas instituições de solidariedade social, ajudando-os dessa forma a constatarem com os seus próprios olhos as dificuldades porque passam estas instituições e os seus utentes. É certo que maior parte das medidas com que o executivo camarário procurou corresponder às nossas preocupações são absolutamente inócuas e desprovidas de um verdadeiro fio condutor. Mas também não se pode exigir mais de um executivo que, durante dezasseis anos, se esqueceu completamente de que as pessoas têm de ser sempre o princípio e o fim de toda a actividade política.
 
Abrantes é hoje um concelho envelhecido, sem que existam perspectivas de rejuvenescimento, a não ser que seja feita uma inflexão na orientação das políticas sociais levadas a cabo pela autarquia. E é, precisamente com esse objectivo de dar um novo rumo à nossa autarquia, que a nossa candidatura se está a preparar com afinco, para que, em Outubro, possamos corresponder à ambição e às legítimas expectativas dos abrantinos de ter um concelho mais pujante, mais dinâmico, mais justo e mais solidário.
 
Questões relativas ao desenvolvimento económico: neste período, inteirámo-nos e constatámos o falhanço total do modelo de desenvolvimento da autarquia. Abrantes contínua sem conseguir atrair pessoas de outros concelhos e, pior ainda, não cativa nem oferece condições para os seus próprios “filhos” se fixarem no concelho. As empresas, nomeadamente, as pequenas e médias, a par do turismo, são absolutamente essenciais à criação de emprego e ao consequente aumento da riqueza local pelo que têm de merecer necessariamente uma atenção especial.
 
As pequenas e médias empresas sofrem o resultado de quinze anos de políticas viradas para o umbigo socialista, em que se esqueceu, por falta de visão e alguma incompetência à mistura, a lógica regional e nacional em que estamos inseridos, o que tem impossibilitado a nossa afirmação regional. O PROT é incisivo no potencial que o concelho oferece como porta de entrada dos fluxos vindos de Espanha, via este, e do sul do país.
 
O centro histórico é o espelho da falta de visão da autarquia, onde não existe um comércio tradicional pujante, nem espaços de diversão e ocupação dos tempos livres dignos do nome. Abrantes é hoje uma cidade sem sentido, desorganizada, cuja centralidade vem a rebolar pela encosta abaixo, sem se fixar em lado algum, e à qual pretendemos devolver toda a dignidade do passado como factor para afirmar o concelho no futuro.
 
As freguesias “rurais” foram espoliadas de toda uma história de sucesso e encontram-se num autêntico processo de esvaziamento. Algumas das nossas freguesias rurais já mal respiram e outras sobrevivem com dificuldade e sem alma. Esta é uma situação que pretendemos alterar radicalmente. Dotar as freguesias de equipamentos lúdico-culturais, que permitam criar centralidades e qualidade vida a quem ali vive, é um objectivo estratégico de todo o concelho.
 
Há que criar incentivos financeiros para que os jovens se fixem nas suas terras, assim como promover, com toda a urgência, a alteração deste PDM do século passado que ainda vigora e “empurra” literalmente os jovens paras centros urbanos da região, sendo poucos os que optam por se fixar na sede do concelho.
 
O potencial turístico do concelho é enorme e só é pena que a autarquia demonstre tanta incapacidade para o aproveitar. Urge criar pólos turísticos um pouco por todo o concelho, atendendo à diversidade da oferta: albufeira do Castelo de Bode; castelo e todo o património histórico da cidade; o Tejo em toda a sua extensão concelhia, desde Alvega a Rio de Moinhos; a planície do sul do concelho, etc. O potencial é enorme e o que se fez nestes anos é muito pouco, tendo sobretudo em conta os enormes recursos financeiros que a autarquia teve ao seu dispor, o que só demonstra a sua falta de visão.
 
Conclusão: Os socialistas, que governam Abrantes há dezasseis anos, esqueceram-se completamente da dimensão social que qualquer exercício dos cargos públicos deve obrigatoriamente ter. As pessoas devem ser o princípio e o fim de toda a actividade política. E até as obras só fazem sentido enquanto encaradas nesta dimensão ética, caso contrário, apenas servem para afagar o ego de quem lá coloca a placa com o seu nome, tornando-se para os munícipes actuais e vindouros uma fonte de encargos que lhes reduz a qualidade de vida e lhes dificulta o emprego.
 
Próximas iniciativas: Os problemas relativos ao desemprego, à exclusão social e à insegurança estão, obviamente, no centro das nossas preocupações, sobretudo por se estarem a tornar num autêntico flagelo que se abateu sobre o nosso concelho. Por essa razão, já na próxima semana, iniciaremos um ciclo de visitas aos locais onde estes flagelos mais se fazem sentir.
 
(conferência de imprensa realizada no passado dia 18 de Abril no café Mateus em Mouriscas)

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Quinta-feira, 19.03.09

TURISMO - ZONA NORTE

 

Tendo como pano de fundo a água e a floresta, envoltos numa morfologia equilibrada, em perfeita harmonia com os monumentos históricos, de interesse nacional, municipal e religioso, tudo conjugado com a gastronomia local e com novos locais de lazer, cremos ser possível criar uma plataforma que vai permitir desenvolver o turismo no concelho de Abrantes.
 
Na Albufeira de Castelo de Bode melhorar-se-á o acesso automóvel ao parque Náutico de Aldeia do Mato, reformular-se-á a envolvente do mesmo e será criado um cais de embarque com acesso fácil a veículos com reboque. Noutro plano pretendemos aumentar a oferta do alojamento municipal, e procurar-se-á parcerias com habitantes locais de forma a evitar ao mínimo os efeitos da sazonalidade do local.
 
No Souto, urge criar um roteiro turístico, que tenha como base o património religioso desta freguesia e das limítrofes. É intenção promover parcerias com as associações locais para criar um local onde os turistas possam conhecer a história da freguesia e desfrutar de um momento lúdico em perfeita harmonia. A dinamização de um espaço existente, num local onde se encontrasse uma secção museológica e uma outra lúdica, permitiria oferecer um espaço diferente ao público, e ao mesmo tempo envolver os locais na dinamização deste espaço. Também aqui criar-se ia um acesso automóvel à Albufeira do Castelo de Bode.
 
Em Fontes potenciar-se-á, em parceria público-privada a criação de acesso automóvel à Albufeira, onde será instalado um cais, onde funcionará um serviço de barco turístico, com ligações a Aldeia do Mato e ao Souto.
 
Ainda no que diz respeito à zona da Albufeira, será criado um novo pólo turístico, com um estabelecimento de restauração, aliado a uma loja de produtos típicos e artesanato local, a instalar num local com possua uma vista e uma localização privilegiada.
 
Para promover todos estes locais será desenvolvido um website, um panfleto, um slogan e uma campanha agressiva e constante em locais especificamente vocacionados para o efeito. Também será instalado um posto de informação turística descentralizado.
 
A floresta também será alvo de atenção, com a criação de percursos pedonais, para bicicletas, e outros para motos.
 
Neste campo, será criado um gabinete que, entre outras funções, dará apoio especializado aos privados, para que estes mais facilmente possam investir, criando estabelecimentos de turismo rural ou ecológico.
 
Será feita uma aposta séria na exploração das potencialidades inerentes às características rurais desta zona, como grande atractivo ao lazer e ao descanso no seio da natureza.
 
Em simultâneo, e tendo em conta a reduzidíssima oferta hoteleira do concelho, iremos protocolar ligações regulares entre a cidade e todas as freguesias do norte do concelho, fins-de-semana inclusive. Também será criada uma plataforma com os agrupamentos escolares para divulgar esta zona do concelho e todas a suas potencialidades.

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Quarta-feira, 04.03.09

PROGRAMA DO TURISMO - ZONA NORTE

 

No passado dia 28 de Fevereiro, a candidatura do PSD à Câmara de Abrantes promoveu uma visita de trabalho às freguesias de Fontes, Souto e Aldeia do Mato, para poder constatar no terreno a realidade vivida nestas freguesias. A acompanhar o candidato do PSD à Câmara Municipal, Santana-Maia, esteve Pedro Passos Coelho, os deputados Miguel Relvas e Vasco Cunha, e os presidentes das Juntas de Freguesia de Aldeia do Mato, António Cruz, e do Souto, Diogo Valentim.
 
Esta jornada de trabalho culminou com a apresentação das linhas programáticas que a candidatura propõe para o sector do Turismo, no que respeita à zona norte do concelho. Abrantes e, em especial, toda a zona abrangida pela albufeira do Castelo e Bode são dotadas de um potencial turístico único. O PSD defende uma política sustentada nos elevados recursos naturais que esta zona detém.
 
Apesar disso, os sucessivos executivos camarários socialistas têm votado estas freguesias ao mais triste e absoluto desprezo e esquecimento. E para constatar isto mesmo, basta olhar para a outra margem da albufeira.
 
O PSD não se conforma com esta situação. Por um lado, as pessoas destas freguesias merecem melhor sorte, merecem uma estratégia turística que as envolva e que lhes permita atingir um nível de vida adequado às suas legítimas expectativas. E, por outro, o concelho de Abrantes precisa urgentemente de rentabilizar e potenciar a sua margem da albufeira do Castelo do Bode, que é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos seus principais recursos turísticos.
 
O PSD de Abrantes não só acredita que a actual e triste realidade pode ser alterada como irá contribuir decisivamente para a sua alteração, mal assuma os destinos da autarquia.

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Sábado, 28.02.09

PROGRAMA DA VISITA DE PASSOS COELHO

 

ASSUNTO:
Visita às Freguesias de Fontes, Aldeia do Mato, e Souto
Palestra sobre o Turismo e as Ruralidades
 
PRESENÇAS:
Dr. Pedro Passos Coelho
Dr. Santana-Maia – Candidato do PSD à CM de Abrantes
Dr. Miguel Relvas – Deputado e Coordenador Autárquico

 

28 Fevereiro 2009

 

Programa da Visita 

Hora
Local
Tema
11H00
Fontes – Miradouro
Visita
12H00
Aldeia do Mato – Parque Náutico
Visita e
Conferência de Imprensa
12H45 – 14H00
Carvalhal
Almoço
14H15
Souto – Sede da Junta
Recepção
14H30
 
Início da Palestra
15H45
 
Fim da Palestra

 Programa da Palestra 

Hora
Orador
Tema
14H30
Diogo Valentim
Boas Vindas
14H35
Gonçalo Oliveira
Balanço da visita
14H40
Miguel Relvas
 
14H45
Santana-Maia
Propostas programáticas
15H00
Pedro Passos Coelho
Turismo e Ruralidade
15H30
Público
Questões

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Quarta-feira, 28.01.09

ROTA ERRADA

por Gonçalo Oliveira 

 

Foi com regozijo, mas, ao mesmo tempo, com frustração, que li a notícia com o título “Rota Turística vai ligar Vila Franca à Golegã pelo rio Tejo”, publicada na edição online do Jornal o Mirante.
Com efeito, uma iniciativa destas é sempre de louvar. Daí o meu regozijo. É certo que é tardia, mas, atente-se, trata-se de um esforço conjunto partilhado por nove municípios, desde Lisboa à Golegã. Pelo caminho, além da exploração do canal fluvial, ainda se pretende recuperar património municipal e histórico.
Quanto ao motivo para o projecto não chegar a Abrantes, é de fácil compreensão. . Juntos, ainda exploram o Parque Almourol, juntamente com outros parceiros.
Vila Nova da Barquinha tem o Barquinha Parque, com enorme sucesso que se conhece. Constância é alvo de uma romaria, todos os fins-de-semana, em torno da sua zona ribeirinha, com os inúmeros turistas que entopem esta vila, à procura de aventura e lazer, sem falar no sucesso do Parque Ambiental e do Centro Ciência Viva – Parque de Astronomia
Barquinha e Constância exploram o Tejo como podem e sabem, com frutos razoáveis, em termos de benefícios directos para os seus munícipes, e numa lógica de afirmação regional.
Abrantes não soube, até agora, explorar o potencial turístico que envolve o Tejo, e como é óbvio, o Castelo de Bode. Confinou-se o Tejo ao espaço entre as duas pontes, o que é muito pouco, para um concelho tão grande.
Com esta medida, mais uma, verifica-se que a rota escolhida pela Câmara Municipal é uma rota errada e com custos elevados (os maiores ainda estão para vir, com a manutenção deste espaço…).
Com a falta de visão deste executivo, só Abrantes é que perde.
Caminharmos orgulhosamente sós não é, no entanto, uma inevitabilidade.

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